21/05/2026
Nenhum pai ou mãe imagina que o problema começa no quarto do filho, com fone de ouvido, independente do horário.
Mas é exatamente aí que começa.
O próprio celular virou porta de entrada para plataformas de apostas que não pedem documento, não verificam idade e nem têm hora de funcionamento.
O perigo está no fato de que o cérebro adolescente ainda está formando as áreas de controle de impulso. Isso deixa o jovem de duas a quatro vezes mais vulnerável ao transtorno do jogo patológico do que um adulto.
Entre os que já apostam, mais da metade apresenta risco de desenvolver transtorno do jogo. O problema não avisa. E quase nunca começa com cara de problema.
Mande isso pra todo pai e mãe que você conhece.