Cordel Multimídia Fotografia

Cordel Multimídia Fotografia Estúdio fotográfico (noivas,gestantes, debutantes, etc), curso de fotografia e vídeo, eventos (casamentos, kids, 15 ano etc) Consultoria para fotógrafos

Há 10 anos a Cordel Multimídia oferece serviços de estúdio fotográfico (gestantes, infantil, newborn, debutantes, books para modelos, fotopublicitária, etc.) Também fazemos cobertura fotográfica, filmagem e cinematografia para eventos sociais e coorporativos. trabalhamos com design, além dos inovadores e exclusivos convites multimídias. A Cordel Multimídia, em parceria com a CombogóMix também oferece cursos de fotografia, cinema, edição de vídeo, computação gráfica, design de álbuns, etc

Antônio foi um aluno muito simpático que tive em nossa escola de fotografia. Uma vez ele pirou vendo meu trabalho regist...
18/10/2020

Antônio foi um aluno muito simpático que tive em nossa escola de fotografia. Uma vez ele pirou vendo meu trabalho registrando pessoas segurando disco de vinil e demonstrou interesse em participar. Expliquei pra ele que eu tinha algumas centenas de discos e que ele poderia escolher qualquer um que se sentisse “representado”.

Simples assim: escolhe o disco, tira a foto e pronto. No dia marcado Antônio chegou mas não pegou nenhum disco. Sabíamos previamente que ele gostava de Rock. Foi uma surpresa perceber que ele é o próprio vinil em pessoaaaa!

Uma tattoo gigante preenchendo as costas ... será que o cara é fã? Claro que essa foto marcou o projeto. Até hoje nunca vi ninguém com outro disco tatuado nas costas...

Obs 1: algumas bandas tipo Pink Floyd, Iron, Led zepellin, Raul Seixas, Doors vão além da música e se tornam uma “religião”. Mas a iconografia do Iron se supera. Uma capa mais f**a que a outra. Já tive a coleção completa em vinil (mas sumiu misteriosamente).

Obs 2: uma vez entrei na casa de um conhecido... tava rolando um som muito alto (eu tava curtindo, mas estava com algumas pessoas idosas me acompanhando e pedi pro dono do som (que também era idoso) baixar um pouco o volume. O cara disse que não ia diminuir o volume e finalizou falando “Iron é Iron meu irmão. Só abaixo quando acabar essa música”.

Obs 3: O mascote/monstro morto-vivo do Iron Maiden se chama Eddie e está presente em todas as capas dos discos da banda e também surge no palco durante alguns shows. A galera vai a loucura quando ele aparece. Eddie foi inspirado em uma propaganda da guerra do Vietnã.

Obs 4: Vi 2 shows do Iron maiden ao vivo. Um deles foi em RECIFE. Sou grato a Deus pela oportunidade.

Obs 5: o cara deixou um espaço nas costas pra bandeira de Pernambucoooo! Respeito é bom e a gente adora.

Dra. Jaciara é uma amiga que não vejo faz tempo... mas a amizade é a mesma! Uma das mulheres mais inteligentes que conhe...
17/10/2020

Dra. Jaciara é uma amiga que não vejo faz tempo... mas a amizade é a mesma! Uma das mulheres mais inteligentes que conheci. Médica e professora, liderava os estudantes de medicina do Cariri e tem uma cabeça a frente do seu tempo. Fizemos uma boa amizade no Ceará, ela é amiga do meu amigo/irmão/parceiro Thiago Luna. Um dia nos encontramos (por acaso) na rodoviária de Belo horizonte. Muita coincidência e só prova como sempre estivemos conectados.
Além dos amigos do Cariri, também temos em comum a amizade de um dos maiores fotógrafos do Brasil: José Albano. Descobrimos isso também por acaso... ela me falando que tinha um coroa muito especial e inteligente em Fortaleza, que fazia fogueiras no quintal da sua casa/sítio no caminho pro Beach Park... e eu falando que tinha um fotógrafo muito f**a em fortaleza que era minha referência e que eu precisava ir na casa dele...em mais uma incrível coincidência, estávamos falando da mesma pessoa e ambos já o conheciam (porém eu ainda não havia visitado sua casa, mas ela já).
Se tem uma banda f**a no Brasil e, na minha humilde opinião, pouco reconhecida no tocante a sua inovação sonora e estética, essa banda se chama SECOS E MOLHADOS. Ney Matogrosso dispensa comentários, mas a banda toda era muito boa. Acho esse álbum uma “pedrada” como se diz no Maranhão. Mas a capa, a arte, o peso do design, a fotografia e a iluminação superam em muito as capas dos outros discos da minha coleção. Capa perfeitaaaaa! Digna da banda. Múltipla e inclassificável. Caiu como uma luva para a foto de Jaci e combinou muito bem com a blusa dela.

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Se você circulasse em Recife no começo desse milênio, gostasse de boemia, boa música, uma cerveja gelada, seguramente vo...
17/10/2020

Se você circulasse em Recife no começo desse milênio, gostasse de boemia, boa música, uma cerveja gelada, seguramente você parou algum dia no bar do meu amigo Márcio. Meu estúdio ficava na mesma rua do bar e a gente literalmente “tocou o terror” na cidade, no bom sentido, claro! Bons tempos...
Apesar de se chamar Márcio, o bar ficou conhecido mais tarde como “BAR DO ALCEU”. Márcio e eu já éramos colegas mas viramos mesmo grandes amigos quando eu tirei ele de uma briga com um invasor do bar (ganhei de brinde também a amizade de sua esposa Mary e toda a família). Márcio é um mito vivo. Pense numa figuraaaaaa. Parece que tinha saído diretamente do festival de woodstock e sabia tudo de Rock N Roll. Óbvio que viramos carne e unha. A cerveja começava lá e a saideira era no meu estúdio com direito a violão, gaita e sol raiando. Mary, fiel escudeira, também sabia muito de música e adorava Creedence e Bob Dylan. Eu adoro Mary.
Um dia criei um troféu chamado “like a rolling stones” em homenagem a Márcio pelos “serviços culturais prestados a cidade do Recife”. Amanhecemos juntos várias vezes, em mercados e outros bares.
Márcio as vezes rivalizava com o vizinho Abelardo (que morreu em 2019 e fazia o arrumadinho mais famoso de Recife). Era um xingando o outro, mas no dia que Abelardo foi preso acusado de vender bebida a menores (sim, a polícia baixava por lá vez em quando) foi Marcio quem foi com advogado tirar Abelardo do xadrez. P***a, se eu contar tudo que aconteceu por lá dava uns 3 filmes e uns 5 livros. Não cabe no insta...no fim das contas até eu mesmo botei meu bar na rua....
Em uma dessas idas ao meu estúdio, Marcio pegou o disco HAIR... Quem é mais novo não pode entender, mas pra quem hoje tá beirando seus 45 anos ou mais sabe o quanto esse disco/filme marcou época e anunciava novos tempos. Difícil olhar o mundo atual e perceber que regredimos, emburrecemos e encaretamos. Porém aqui no estúdio vivemos na era de aquarius faz tempo!

Débora escolheu um disco de Lobão. Ambos marcaram os anos 90 em minha vida. Lobão saiu de cena, mas Débora é presente em...
17/10/2020

Débora escolheu um disco de Lobão. Ambos marcaram os anos 90 em minha vida. Lobão saiu de cena, mas Débora é presente em minha vida até hoje. Pra mim ela é a verdadeira mulher “empoderada” desde quando esse termo não existia no vocabulário.

Débora é a cara da boemia. Da independência. Da sagacidade. Da galera especial de Recife. Do Eu acho é pouco. Do Recife Antigo. De Olinda. Do Empório Sertanejo. Do finado Garagem. Do Mercado da Madalena. Do arrumadinho com cerveja do bar do finado Abelardo. Da Madrugada.

Uma amiga que tenho e guardo no meu coração há décadas. Vivo perturbando ela (mas isso é amor) e vamos morrer amigos. Tenho certeza disso. Temos outras amigas em comum (Sofia, Loli, Nataly, e cia) todas f**aaaas. Mulheres com “M” maiúsculo. Sinto saudades delas.

Pouco antes de sair de Recife, Débora se mudou pro meu bairro e virou vizinha do meu estúdio. Era a única mulher presente nas reuniões semanais que fundaram a Igreja da Santíssima Atitude. Quem viu não esquece.

Uma vez fui num aniversário de Débora em um motel famoso de Recife (acho que se chama Sunshine, perto da rua Antonio Falcão). Suíte master, 20 e poucas pessoas, mas ninguém comeu ninguém. Eu chamo débora de um apelido (que amo chamar, mas ela reclama, portanto vou preservar o apelido nesse post).

Espero fortemente, que diante desse post, débora não “farrape” em vir me visitar no Rio. Da última vez ela veio no Rock n Rio, se esqueceu de me visitar. Me trocou pelo Red Hot Chilli Pepers. Fiquei p**o, não vou mentir. Mas amo ela mesmo assim.

Zezinho e Kami: sou padrinho de casamento (e fotografei o casório tb). Zé é amigo que virou irmão. Hoje ambos moramos no...
16/10/2020

Zezinho e Kami: sou padrinho de casamento (e fotografei o casório tb). Zé é amigo que virou irmão. Hoje ambos moramos no Rio.

O casal teve uma filhinha linda chamada Gal (já Fotografei Gal também: na primeira vez ela tava na barriga de Kami (um lindo e diferente ensaio de gestante) e depois fizemos um ensaio acho que no segundo ou terceiro mês de vida. Gal fez um ano no começo da quarentena ... Eu Amo de coração os três. Entre eu e Zé existem muitas afinidades (apesar de sermos operacionalmente diferentes).

Zé tem uma característica que sempre admirei e que faltava em mim. Zé é rural. É do interior do Nordeste. Zé é do Ceará, Zé é do Cariri, da cidade de Barbalha, terra de uma das festas mais lindas do Brasil: O Pau da bandeira ( Já fotografei lá vários anos).

Barbalha é vizinha de Juazeiro do Norte (terra do Padre Cícero ou “Padim Ciço”) e também é vizinha do Crato (cidade cheia de cultura e artistas, tão cantada por Gonzagão). Juntos Crato, Barbalha e Juazeiro formam o CRAJUBAR. Região próspera na economia, na cultura e também com uma natureza exuberante e água em abundância. Hoje conheço bem a região. Assim como também fiquei amigos de toda a família de Zé e também sou amigo dos amigos dele.

Quando mal se falava em youtube e facebook nem exista, eu e Zé apresentávamos no centro histórico de Olinda um programa de TV independente de dentro do meu fusca conversível. Era vanguarda puraaaaaaa!!!!! Entrevistávamos bandas, cineastas, artistas em geral. Zé é mais culto que eu, mas a diferença é pequena.

O disco escolhido é uma obra prima da música brasileira. Não é uma banda, mas o time que canta é fortíssimo. Segue a escalação: Elomar, Vital Farias, Geraldo Azevedo e Xangai. O nome do álbum é “CANTORIA”. Se puder ouça hoje. Mais raiz impossível. Poesia pura e sonoridade crua e delicada ao mesmo tempo. Não deve nada os primeiros álbuns de Bob Dylan e Neil Young.

Beijo pra Zé, Kami e Gal.

Flávio negão, amigo de infância de Recife, morador do Edf. Acácia, vizinho do meu prédio no bairro da Torre. Negão é mui...
16/10/2020

Flávio negão, amigo de infância de Recife, morador do Edf. Acácia, vizinho do meu prédio no bairro da Torre. Negão é muito querido por todos e tem uma risada peculiar (quem já ouviu não esquece). Me lembro que Flávio Negão e seu irmão Glauco sempre curtiram rock pesado (tipo Rush, Pantera, etc). Crescemos, envelhecemos, mudamos de cidade... mas, anos atrás, Negão pintou lá no meu estúdio em Recife e o convidei para participar do meu projeto fotográfico “Se eu fosse um vinil”. Na época eu tinha mais de mil discos na sala de música. Optei por um clássico do Queen. Acho a capa inesquecível e ousada pra época. Mas os detalhes dos bonequinhos na mão de Flávio deixaram a foto com mais força. Seria uma reprodução perfeita e improvisada na hora com os brinquedos que tinha disponível no estúdio para ensaios infantis. Flávio hoje é bem casado e nobre pai de família. Valeu Negão. Apareça aqui no estúdio do Rio de Janeiro pra gente fazer a próxima foto. Aquele abraço!


Etnografia (do grego έθνος, ethno - nação, povo e γράφειν, graphein - escrever).A base de uma pesquisa etnográfica é o t...
03/08/2020

Etnografia (do grego έθνος, ethno - nação, povo e γράφειν, graphein - escrever).

A base de uma pesquisa etnográfica é o trabalho de campo. O etnógrafo pode ser considerado um instrumento humano.

Com um problema de pesquisa, uma teoria de interação ou de comportamento social e uma variedade de guias conceituais em mente, o etnógrafo se envereda em uma cultura ou situação social para explorar, coletar e analisar dados.

adicionamos nesse processo 2 colheres de música, uma pitada de fotografia e dois pernambucanos arretados tocando uma live semanal sobre música, fotografia, gestão, criatividade e muita cultura nordestina!

agora você desopila e expande a mente durante o almoço.

Convida o chefe que live boa dá credibilidade.... e quem sabe você não descola uma promoção?


toda terça, 12:30h

30/07/2020

Música Dead Flowers | the Rolling Stones

Segundo a Wikipedia:

A gravação de "Dead Flowers" ocorreu em abril de 1970 nos estúdios olímpicos de Londres. A letra da música é notavelmente escura e apresenta a frase "Estarei no meu porão, com uma agulha e uma colher", uma referência à injeção de he***na .

"Dead Flowers" foi escrito durante o período em que os Stones estavam entrando no território do país, quando a amizade de Richards com Gram Parsons estava influenciando suas composições. Jagger comentou em 2003:

As músicas 'Country' que gravamos mais tarde, como "Dead Flowers" em Sticky Fingers ou " Far Away Eyes " em Some Girls , são um pouco diferentes (do que as anteriores). A música real é tocada completamente direta, mas sou eu quem não está legítimo com a coisa toda, porque eu acho que sou um cantor de blues, não um cantor country - acho que é mais adequado para a voz de Keith do que a minha. [2]

"Dead Flowers" foi apresentado ao vivo durante as turnês do álbum Sticky Fingers and Exile na Main St. em 1970-72, depois uma vez durante o Black and Blue Tour em 1976. Não foi tocado novamente até o Steel Wheels Tour em 1989.

Segundo Júlio Seixas:

Essa nossa versão ficou perfeita. vejo em Johnny e Juvenil Silva, uma compatibilidade e complementação tal qual Richards e Taylor. chegamos a entrar em estúdio pra gravar essa pérola com mais qualidade ainda ( em breve compartilho).


30/07/2020

Wild Horse | The Rolling Stones | parte 2

Segundo a wikipedia:

Originalmente gravada por um período de três dias no Muscle Shoals Sound Studio, no Alabama, entre 2 e 4 de dezembro de 1969, enquanto Albert e David Maysles estavam gravando para o filme intitulado Gimme Shelter , a música não foi lançada até mais de um ano depois devido a problemas legais. brigas com a antiga gravadora da banda. [ citation needed ] Juntamente com " Brown Sugar ", é uma das duas composições dos Rolling Stones de Sticky Fingers (1971) sobre as quais a ABKCO Records é proprietária dos direitos juntamente com os Stones. Possui o músico Jim Dickinson no piano, Richards na guitarra e violão de 12 cordas eMick Taylor no violão. Taylor usa a afinação de Nashville , na qual as cordas EADG do violão são tocadas uma oitava acima do que na afinação padrão. Ian Stewart esteve presente na sessão, mas se recusou a tocar a parte do piano na faixa devido à prevalência de acordes menores, que ele não gostava de tocar.

Segundo júlio Seixas:

A gaita cai como uma luva com esses violões folk. todo mundo amou !

30/07/2020



Segundo A wikipedia:

Os Rolling Stones gravaram "Love in Vain" para seu álbum de 1969, Let It Bleed . [14] O crítico Richie Unterberger descreve isso como "o mais próximo das raízes do blues acústico do interior dos Stones". [14] O guitarrista dos Rolling Stones, Keith Richards, lembrou:

Por um tempo, pensamos que as músicas que estavam no primeiro álbum [ King of the Delta Blues ] foram as únicas gravações (Robert Johnson) feitas e, de repente, por volta de 67 ou 68, chega a segunda coleção (bootleg) que inclui Amor em vão. Love in Vain era uma música tão bonita. Mick e eu adoramos, e na época eu estava trabalhando e brincando com Gram Parsons, e comecei a procurar uma maneira diferente de apresentá-lo, porque se íamos gravar, não havia sentido em tentar copiar. o estilo de Robert Johnson ou maneiras e estilos. Pegamos um pouco mais de país, um pouco mais formalizado, e Mick se sentiu confortável com isso. [15]

Segundo Júlio Seixas:

não há muito o que dizer ou escrever, a pegada na versão dos stones fala por si só.

é raiz meu nobre...

30/07/2020

Segundo a Wikipédia, a enciclopédia livre
" Brown Sugar " é uma música dos Rolling Stones . É a faixa de abertura e o single principal do álbum Sticky Fingers (1971). A revista Rolling Stone classificou o número 495 em sua lista das 500 Maiores Músicas de Todos os Tempos e o número cinco em sua lista das 100 Maiores Músicas de Guitarra de Todos os Tempos. [7]

Gravado 2 a 4 de dezembro de 1969
Compositor (es) Jagger / Richards

Segundo Júlio Seixas:

Brown Suggar é a síntese de um rock n roll dançante, negro, recheado de metais. incendeia qualquer show e só os stones são capazes de criar uma música assim.

PS: rapaz... revendo os arquivos brutos, mais uma vez me senti obrigado a não editar. postar a realidade do dia. difícil traduzir a energia em palavras , mas com Juvenil Silva e Jhonny ( dois músicos sensacionais de Recife e do mundo) cantando comigo, a música cresce e enriquece demais. Juvenil complementa minha voz na mesma proporçaõ de Richard pra Jagger. achei f**aaaaaaaa!!!!

e a viola dos caras? sem palavras né?

only rock n roll baby :)

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