Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade

Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade Grupo de pesquisa ligado ao Departamento de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo. Coordenação

O Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade (LITS) é um centro de pesquisa e estudos coordenado pelo professor doutor Sérgio de Carvalho, do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, interessado nas relações entre representação artística e sociedade no teatro brasileiro e latino-americano. Seu objetivo é, acima de tudo, conectar trabalhos

de pesquisa acadêmica e artística e, assim, gerar reflexões críticas sobre as interações entre formas teatrais, projetos de modernização e situações produtivas da vida cultural. Para isso, o laboratório investiga o teatro em suas relações sociais, históricas e em suas imbricações com outros campos de produção cultural, como o cinema, literatura e a canção. A tentativa é manter vivo o espírito crítico no campo da reflexão sobre arte.

INSCRIÇÕES PARA OFICINA DE TEATRO NA BAHIA Seleção para o Laboratório de Teatro Crítico: Um Experimento Livre com a peça...
09/03/2024

INSCRIÇÕES PARA OFICINA
DE TEATRO NA BAHIA

Seleção para o Laboratório de Teatro Crítico: Um Experimento Livre com a peça “Os que Ficam”, lançamento de livro e mostra final com a , de 19 a 23 de março, GRATUITO, no Museu de Arte da Bahia.

Através do movimento ‘O Vila Ocupa a Cidade’, o dramaturgo e encenador Sérgio de Carvalho e a atriz Helena Albergaria, da Companhia do Latão, de São Paulo, realizarão o laboratório em torno do tema arte e ditadura.

A peça conta a história de um grupo de artistas que, no auge da ditadura civil-militar, encena a obra de Boal, escrita 10 anos antes, e discute como atualizar o texto, em meio a uma crise política que os envolve.

Na primeira parte do laboratório, serão feitos estudos práticos da peça Revolução na América do Sul de Augusto Boal e em exercícios de realismo crítico da Companhia do Latão. A segunda parte será composta por trabalho de improvisação com situações, personagens e canções de “Os que ficam”. E a terceira parte será composta de ensaios para leitura dramática que resumem os resultados do laboratório, que serão apresentados na mostra final, dia 24/03 no MAB.

A seleção será feita via Google Forms, por onde a pessoa inscrita precisa enviar os materiais. Não perca tempo, vagas são limitadas!

21/10/2021
07/04/2021

Você já conhece o box “Três peças da Companhia do Latão”? Esta edição especial reúne as peças “Os que ficam”, “O pão e a pedra” e “Lugar nenhum”.

As obras são de autoria do dramaturgo Sérgio de Carvalho (), em colaboração com o grupo teatral Companhia do Latão (), e lançam olhar sobre o Brasil das décadas de 1960, 1970 e 1980.

📚 Visite a loja da Temporal e conheça o box “Três peças da Companhia do Latão”
📖 Ao fazer suas compras em nossa loja virtual você apoia uma iniciativa editorial independente!

18/12/2018

A partir de quarta, 19 de dezembro!

25/11/2018

Nesta quarta, 28 de novembro, 19 horas, lançamento do livro O ATOR DIALÉTICO, de NEY PIACENTINI, no Teatro da USP.

Rua Maria Antonia, 294.

MOSTRA LEON HIRSZMAN 80 ANOSDe 22 a 25 de novembro no Estúdio do Latão.ABERTURA ESPECIAL Dia 22, quarta, celebração dos ...
15/11/2017

MOSTRA LEON HIRSZMAN 80 ANOS
De 22 a 25 de novembro no Estúdio do Latão.

ABERTURA ESPECIAL
Dia 22, quarta, celebração dos 80 anos de nascimento de Leon Hirszman. Com a presença de MARIA HIRSZMAN, filha do cineasta, CELSO AMORIM, que foi assistente de Hirszman. E conversa com REINALDO CARDENUTO.

19h: ELES NÃO USAM BLACK-TIE (1981, 123min)

Convidados da noite:
REINALDO CARDENUTO, profesor de cinema e autor da tese O cinema político de Leon Hirszman, em que reflete sobre as experiências de "ABC da greve", "Eles não usam Black Tie", além de "Que país é este¿", filme desaparecido de Leon.

MARIA HIRSZMAN: Filha do segundo casamento de Leon Hirszman, com a historiadora da economia Liana Aureliano, é mestre em História da Arte pela ECA-USP, jornalista e crítica de arte, além de colaborar com diversas publicações, como o Caderno 2 do Estado de São Paulo, a Enciclopédia Itaú de artes visuais e a revista Pesquisa Fapesp.

CELSO AMORIM: Muito antes de se tornar o diplomata brasileiro que viria a ser o Ministro das Relações Exteriores do Brasil, foi um membro ativo do movimento cineclubista no Rio de Janeiro e colaborador ativo do Cinema Novo, tendo sido assistente de direção de Hirszman em Pedreira de São Diogo e continuista de "Os Cafajestes", de Ruy Guerra. Foi diretor-geral da Embrafilme de 1979 a 1982, apoiando a realização de ABC da greve e "Eles não usam Black-Tie".

Curadoria: OLGA FERNÁNDEZ.
Após cada sessão,conversa com o público.

Estúdio do Latão: Rua Harmonia, 931, próximo ao metrô Vila Madalena.

Ingressos: R$5 (meia) e R$10 (inteira), em dinheiro ou cheque.
(Ingresso promocional estendido a estudantes em geral, idosos, pessoas com deficiência, professores em geral, trabalhadores de teatro e cinema, jovens de baixa renda, militantes de movimento social).
A bilheteria abre uma hora antes.
Os filmes serão exibidos em dvd.

(Este projeto é realizado de modo independente pela Companhia do Latão, sem nenhum patrocínio ou apoio público).

05/12/2016

Pessoal!

Convidamos para a segunda RODA DE CONVERSA sobre O CORPO QUE O RIO LEVOU!

Dessa vez receberemos o Sérgio de Carvalho lá na A Próxima Companhia!

Dia 6/12 às 19hs!

07/11/2016

NOTA DA REDE INTERNACIONAL TEATRO E SOCIEDADE
CONTRA A CRIMINALIZAÇÃO DA LUTA POPULAR, EM DEFESA DA DEMOCRACIA

A Rede Internacional Teatro e Sociedade formada por coletivos de teatro, grupos de pesquisa e movimentos sociais do Brasil, da Argentina e do Uruguai vem a público manifestar repúdio ao conjunto de agressões à população brasileira ensejados pelo sistema judiciário, pelo sistema repressivo policial e militar, pelo sistema midiático empresarial e pelas corporações de políticos que atuam nos parlamentos defendendo interesses privados de grandes corporações.

Desde o momento em que o governo ilegítimo, usurpador do voto de 54 milhões de brasileiras e brasileiros, tomou o poder foram desfechadas simultaneamente uma série de ataques aos direitos trabalhistas, aos marcos legais que garantem exclusividade da Petrobras na exploração do Pré-Sal, foram propostas reformas regressivas da previdência e do ensino médio, foi encaminhada a PEC 241 na Câmara dos deputados e PEC 55 no Senado de congelamento por duas décadas das metas de investimento dos gastos públicos. Compreendemos o caráter tático dessa ação, que visa dificultar a reação organizada das forças democráticas e procura rebaixar o horizonte democrático impondo restrições econômicas e políticas às possibilidades de reversão da dinâmica estabelecida pelo poder do voto popular, nas eleições de 2018.

As medidas repressivas do sistema judiciário, das forças policiais e militares tem se ampliado na mesma proporção em que se ampliam as formas de luta popular e resistência, com as milhares de escolas ocupadas pela juventude brasileira, pelas centenas de campi de institutos e universidades ocupados. A justiça reage alegando que existem casos e juízes que podem atuar em regime de exceção, como Sérgio Moro e a Operação Lava Jato, o Supremo Tribunal Federal (STF) restringe os direitos de greve dos servidores públicos autorizando o corte de ponto. Exército e Polícia fazem operações ilegais contra manifestantes levando jovens à prisão sem qualquer prova crime. Militantes de movimentos sociais são presos sem prova, criminalizados pela atitude de militarem em organizações que lutam contra as estruturas arcaicas de perpetuação do poder da elite brasileira.

A corrupção do varejo, da ordem de milhões é explorada de forma seletiva pela mídia, enquanto a corrupção de atacado, da ordem de bilhões destinados aos rentistas que lucram com a ilegítima dívida pública é invisibilizada, é desconhecida da maioria da população brasileira.

No dia 04 de novembro de 2016 a Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF) foi invadida pelas Polícias Civil e Militar sem mandato judicial, com disparos de tiros letais como ameaça aos estudantes e à equipe da escola. Uma instituição de ressonância internacional, com parcerias com mais de quarenta universidades públicas, que recebe estudantes dos cinco continentes, tratada pela polícia como um espaço que se pode invadir de forma arbitrária, com dispensa dos mínimos rituais jurídicos que garantem aos cidadãos o direito de defesa perante os excessos do Estado.

Há cinquenta e dois anos do golpe de 1964 estamos entrando em novo regime de Estado de Exceção e, novamente, as forças populares organizadas são as primeiras vítimas, como estratégia de desmonte da resistência organizada contra a regressão da democracia.

A Rede Internacional Teatro e Sociedade repudia a criminalização aos movimentos sociais, se coloca ao lado de todas as forças que lutam pela democracia, contra os golpes midiáticos-jurídicos-parlamentares-militares que ameaçam a construção da democracia na América Latina.

Brava Companhia (SP)
Coletivo Dolores Mecatrônica Boca Aberta (SP)
Coletivo Fuzuê (UFSJ/MG)
Coletivo Terra em Cena (UnB/DF)
Companhia do Latão (SP)
Companhia Estudo de Cena (SP)
Escuela de Teatro Político (Buenos Aires/Argentina)
Grupo Crítica Literária Materialista (UEM/PR)
Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (UnB/DF)
Grupo Rizoma del Teatro del Oprimido (Buenos Aires/Argentina)
Grupo de Teatro do Oprimido Montevideo (GTO Montevideo/Uruguai)
Grupo de Pesquisa em História, Política e Cena (UFSJ/UFOP/UFMG/UNICAMP)
Instituto Augusto Boal (RJ)
Laboratório de Investigação Teatro e Sociedade – LITS (USP/SP)
Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST)

05/11/16

09/10/2016

Em comemoração aos 20 anos de publicação do livro A hora do teatro épico no Brasil, o Coletivo Terra em Cena, a Companhia do Latão, o Grupo de Pesquisa Modos de Produção e Antagonismos Sociais (MPA…

PEÇAS INÉDITAS DOS ANOS 1960 GANHAM EDIÇÃO CRÍTICALivros reúnem peças de Augusto Boal, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Gu...
09/05/2016

PEÇAS INÉDITAS DOS ANOS 1960 GANHAM EDIÇÃO CRÍTICA

Livros reúnem peças de Augusto Boal, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Jorge Andrade, Lauro César Muniz, Oduvaldo Vianna Filho e Plínio Marcos

Amanhã, 9 de maio, às 21 horas, o Governo do Estado de São Paulo, a Secretaria de Cultura e o Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade (LITS) da USP lançam, no Teatro da USP, os dois últimos livros da série intitulada Cadernos de Teatro e Sociedade.

É a primeira vez que o espetáculo Primeira Feira Paulista de Opinião é publicado na íntegra, com todas as suas seis peças e quatro canções. O outro título, Peças do CPC, reúne peças e estudos de Oduvaldo Vianna Filho escritos entre sua saída do Teatro de Arena e a experiência do Centro Popular de Cultura, no Rio de Janeiro. Os livros foram realizados coletivamente pelos integrantes do Laboratório da USP, com coordenação editorial de Sérgio de Carvalho.

Durante o lançamento haverá uma mesa de debates com Lauro César Muniz, Julian Boal e convidados especiais, com mediação de Sérgio de Carvalho.

Primeira Feira Paulista de Opinião

Dentre os espetáculos teatrais mais importantes da década de 1960, a Primeira Feira Paulista de Opinião é dos menos lembrados e algumas das peças que integraram a encenação permaneceram inéditas até esta edição. Com raras exceções, o espetáculo não foi compreendido em sua capacidade notável de articular passado e futuro das experiências dramatúrgicas do período, nem por indicar conexões não especializadas entre artistas de diversas áreas.

A Feira procurou fazer com que o espetáculo vazasse para além da sala de apresentações. No saguão, obras de diversos artistas plásticos (Jô Soares, Marcello Nitsche, Nelson Leirner, Cláudio Tozzi, Mário Gruber, entre outros). No palco obras de cinco dos mais destacados dramaturgos do período (O líder, de Lauro César Muniz, É tua a história contada?, de Bráulio Pedroso, Animália, de Gianfrancesco Guarnieri, A receita, de Jorge Andrade, Verde que te quero verde, de Plínio Marcos, e A lua muito pequena e a caminhada perigosa, de Augusto Boal) entremeadas por canções de Ary Toledo, Caetano Veloso, Gilberto Gil e Sérgio Ricardo, além de uma suíte orquestrada de Edu Lobo.

Sua estreia no Teatro Ruth Escobar, no dia 7 de junho de 1968, mobilizou a categoria artística num ato de desobediência civil sem precedentes em reação à imposição de 84 cortes pela censura, que há pouco tempo havia se tornado federal. Naquela sexta-feira, dezenas de artistas deixaram de apresentar seus espetáculos para subir ao palco do Ruth Escobar para ler um manifesto. Em seguida, o conteúdo integral do espetáculo foi encenado. Dias depois, após intervenção judicial e pressão da categoria artística, a peça foi liberada.

Esta edição crítica reúne pela primeira vez todas as peças e canções de Feira Paulista de Opinião, além de reunir depoimentos, imagens e um vasto material documental com textos que originaram algumas das peças, críticas e uma sequência de textos jornalísticos relacionados ao processo de censura e à entrega dos prêmios Saci ao jornal O Estado de S. Paulo.

Peças do CPC

A primeira peça A mais-valia vai acabar, seu Edgar, estreada em 1960, foi a precursora da experiência do Centro Popular de Cultura (CPC). Suas duas montagens foram as primeiras experiências de encenação épica feitas no Brasil, reunindo projeção de filmes, slides, música ao vivo e cenografia modernista num processo aberto de ensaios que envolveu não apenas o grupo amador Teatro Jovem, ligado à Faculdade de Arquitetura da Universidade do Brasil (hoje UFRJ), mas também a comunidade estudantil, intelectuais do Instituto Superior de Estudos Brasileiros (Iseb) e jovens artistas, como o cineasta Leon Hirszman e o músico Carlos Lyra.

Esta edição crítica contém o texto cotejado das duas versões da peça que foram encenadas em 1960. A primeira foi publicada na década de 1980 num compêndio de peças de Vianinha organizado por Yan Michalski. A segunda versão, no entanto, permaneceu inédita até esta edição e foi localizada pelos pesquisadores do LITS no acervo da Funarte no Rio de Janeiro. Reúne, também, depoimentos de pessoas que participaram das encenações e uma mostra da recepção crítica que a peça teve.

O volume inclui ainda uma peça inédita de Vianinha chamada Mundo enterrado, escrita provavelmente no início de 1963 como parte de um conjunto chamado Imperialismo e petróleo. Sua estrutura mural reunia uma série de peças curtas, os autos, em torno de um tema da ordem do dia para suscitar debates entre o público. Completam o material dois textos dois textos reflexivos de Vianinha: Do Arena ao CPC e o esboço inédito Repertório do CPC.

SERVIÇO
Lançamento: Primeira Feira Paulista de Opinião e Peças do CPC
https://www.facebook.com/events/949848135113553/

Mesa de debates com Lauro César Muniz, Julian Boal e convidados especiais.
Mediação de Sérgio de Carvalho.

Data: 9 de maio de 2016
Horário: 21 horas
Local: Teatro da USP | Rua Maria Antônia, 294 – Consolação, São Paulo

07/05/2016

Livros reúnem peças de Augusto Boal, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Jorge Andrade, Lauro César Muniz, Oduvaldo Vianna Filho e Plínio Marcos

Endereço

R. Maria Antônia, 294
São Paulo, SP
01222-010

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com O Negócio

Envie uma mensagem para Laboratório de Investigação em Teatro e Sociedade:

Compartilhar