20/05/2026
⚠️ Menos direitos e mais empregos: leia no diplô online!
A Argentina encerrou 2025 com uma taxa de desemprego de 7,5% – nível mais alto para um quarto trimestre desde 2021, quando estava em meio a pandemia de Covid-19. No mesmo período, a informalidade atingiu 43% da população ocupada, o que corresponde a cerca de 5,8 milhões de pessoas e ao aumento de um ponto percentual em relação ao último trimestre de 2024[1].
No mercado formal, entre novembro de 2023 e dezembro de 2025 – os primeiros 25 meses da presidência de Javier Milei – houve um retrocesso nos principais indicadores do emprego registrado na Argentina. De acordo com o último relatório do Centro de Economia Política Argentina (CEPA), foram eliminados 297.716 postos de trabalho registrados em unidades produtivas (uma queda de cerca de 3,02% no emprego formal nesse período). Além disso, o número de empregadores formais também recuou significativamente, com uma redução de 22.608 unidades empregadoras no mesmo intervalo. [Leia o artigo completo em diplomatique.org.br/a-logica-e-os-limites-na-formula-de-javier-milei]
Por Davi Rocha Daniel, jornalista.
📸: Vox España/Wikimedia Commons