23/08/2026
UnGlauber, de Gerald Thomas
Repost: Adoro essa peça: uma surra de deslocamentos, ruídos, tirada de sarro da peripécia e, na verdade, levanta as cortinas da própria arte e suas coxias e seus procedimentos dramáticos…
É tão bom o trabalho em UnGlauber que pouca coisa foi assimilada como trend(i) pelo contemporâneo - tirando a perda da gravidade q ja vi copiarem e o “que manhã mais maravilhosa” q eu mesmo me apropriei com o Nilson Muniz e Teatro Esquizo falando “que manhã mais tenebrosa” na nossa Rapsódia Guarujá, uma singela homenagem q ngm percebeu k*k - o que é excelente sinal de Arte (não ser uma trendi) afinal confundem o contemporâneo e esquecem que é exatamente o desajuste com seu tempo que constitui o contemporâneo - não é bater palma pra espetáculo afirmando: é isso exatamente o que eu penso, pelo contrário: vc só pensa dps da arte e não antes. Melhor seria dizer: é isso o que eu vou pensar. E ai todo o esforço será inútil pq as possibilidades serão infinitas no manicômio do crânio. Obrigado por essa pérola. Excelente dia, querido💀❤️