Planaltina surgiu, segundo dados arqueológicos, no século XVIII, quando já era um povoado de assaltantes e bandidos que sabotavam a estrada real (estrada criada pelos portugueses para escoar todo o ouro que roubavam dos índios na Serra Pelada). Planaltina sempre será o melhor ponto de encontro dos bandidos e quadrilhas do Centro-Oeste. Planaltina ganhou projeção nacional, quando o astrólogo brega
Luis Cruls comandou a Comissão Cruls, que foi explorar o interior do Brasil e nunca mais voltou (foram sequestrados em Planaltina, e executados porque não pagaram o resgate). Em 1922, o Epitácio Pessoa organizou alguns cultos satânicos ocultistas e maçônicos em Planaltina (a terra do diabo, pior que o Inferno, canta o hino local), e concretizaram o culto colocando nas redondezas o obelisco fundamental que marcaria o novo lugar da Corruptolândia, a nova capital do Brasil. Devido ao mau-cheiro, Brasília foi construída distante, muito distante de Planaltina. Depois que o Distrito Federal surgiu, Planaltina foi dividida em duas, uma no DF e outra em Goiás, que foi renomeada com o criativo nome de Planaltina de Goiás. Como Planaltina continua muito ligada a Goiás, estudos defendem que eles deveriam ser devolvidos aos goianos, com pedido de desculpas, arrependimento e garantia de não aceitar de volta. Hoje, a cidade não tem boates, cinemas, comércios, e muito menos lei. Só tem botecos onde os criminosos e traf**antes reúnem-se para tramar as novas operações no DF. Há também um grande polo de fumologia criado pelo ídolo local Joaquim Roriz, que batizou com seu nome o local. No Roriz estão as mentes mais brilhantes e os melhores especialistas de refinamento de coca do Centro-Oeste.