Cena a Cena

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Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes - documentário
link documento:

Doc-Parte I: https://youtu.be/J2QxR6DxS-Q?si=nRMN7QX-W7ORpC9M

Doc-Parte II: https://youtu.be/mc7ueM1pfCI?si=_sao54tBMfhsl6ko

O Final!"Tem que lutar, não se abater".Com essa frase pertencente a música "Conselho", conhecida por todos através do Gr...
05/02/2025

O Final!

"Tem que lutar, não se abater".
Com essa frase pertencente a música "Conselho", conhecida por todos através do Grupo Revelação, foi conduzida pelo cavaquinho do músico e nosso amigo Paulo Amâncio, todos presentes no dia 09 de novembro de 2024 na Biblioteca Municipal de Guararapes "Guilherme de Almeida" cantaram como um grito de resistência.
Gratidão!🙏🏽

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Documentário Parte IIPenúltima postagem do projeto Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes...
02/02/2025

Documentário Parte II

Penúltima postagem do projeto Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes - Parte II

Igor Palmieri, ator, cofundador da .i.a.3 , da que tem como sede o município de Guararapes/SP no qual esteve presente em 5 trabalhos: Front, Poesia de um certo cais, intervenção artística através do processo de Coisas Nossas, documentário Cena a Cena e atualmente em cena nas peças teatrais Coisas Nossas e Nenezinha. Um artista clementinense que compartilha a sua arte de atuar.
Naquela noite cultural, 09 de novembro de 2024 na Bilblioteca Municipal de Guararapes “Guilherme de Almeida”, às 21h03min começava a interpretar o texto de sua autoria, “Registro do passado na linha da Vida” como introdução para exibição do documentário Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes - Parte II.

🎥 LINK do documentário: https://youtu.be/mc7ueM1pfCI?si=VhWXDRH0frCtqyUD

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Documentário Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes Às vezes é bom viver, reviver, compar...
30/01/2025

Documentário Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes

Às vezes é bom viver, reviver, compartilhar os momentos que nos marcaram.
Dia 09 de novembro de 2024.
Local, Biblioteca Municipal de Guararapes "Guilherme de Almeida", há exatamente 20h39 min daquela noite artística, a atriz, produtora, Guararapense, Geovanna Leite, cofundadora da .3, Fundadora do Núcleo de Pesquisa Estudos de Dramaturgias Negras - , idealizadora e performer de "dois cafés por uma memória", iniciava um texto que introduzia a exibição da primeira parte do documentário para aproximadamente 80 pessoas presente naquela noite.
E hoje, essa página conhecida por todos, Cena a Cena, veículo de difusão da arte/ cultura nos traz por intermédio da atriz Geovanna Leite o Documentário Cena a Cena - o tempo e suas histórias no fazer teatral de Guararapes.

🎥 LINK do documentário: https://youtu.be/J2QxR6DxS-Q

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Noite de 09 de novembro de 2024.Cena a Cena – Canções e Poemas.A professora Maria Angela Somaio Teixeira, declama o últi...
13/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

A professora Maria Angela Somaio Teixeira, declama o último trecho do poema " Os Estatutos do Homem".
Angela, uma educadora que propagava um ensino baseado na verdade e transformação de uma sociedade elitista.
Uma mulher comprometida com o fazer teatral artístico na cidade de Guararapes.
Produziu o livro: Guararapes - Entrando na sua história - 1928 - 1994
Nossa terra, Nossa Gente, autoria de professores da Área de humanas e alunos da Escola Estadual de Primeiro e Segundo Grau "João Arruda Brasil".

“OS ESTATUTOS DO HOMEM”. Thiago de Mello 
Artigo Oitavo
F**a permitido a qualquer pessoa, qualquer hora da vida, uso do traje branco. 
Artigo  Nono
F**a decretado, por definição, que o homem é um animal que ama e que por isso é belo, muito mais belo que a estrela da manhã. 
Artigo Décimo
Decreta-se que nada será obrigado nem proibido, tudo será permitido, inclusive brincar com os rinocerontes e caminhar pelas tardes com uma imensa begônia na lapela. 
Artigo Décimo Primeiro
F**a decretado que o dinheiro não poderá nunca mais compra o sol das manhãs vindouras. Expulso do grande baú do medo, o dinheiro se transformará em uma espada fraternal para defender o direito de cantar e a festa do dia que chegou. 
Artigo Final
F**a proibido o uso da palavra liberdade, a qual será suprimida dos dicionários e do pântano enganoso e das bocas. A partir deste instante a liberdade será algo vivo e transparente como um fogo ou um rio, e a sua morada será sempre o coração do homem.

Fotos:

Noite de 09 de novembro de 2024.Cena a Cena – Canções e Poemas.O texto de Rubem Alves esteve presente nas palavras de Br...
10/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

O texto de Rubem Alves esteve presente nas palavras de Bruno Martinho.
Foi integrante ativamente da Coordenação da Semana de Teatro realizada pela pastoral da Juventude da Paróquia Imaculada Conceição de Guararapes/SP.
Bruno, funcionário público, exerce a função de vigilante patrimonial.
Deixou registrado de maneira exemplar seu trabalho na cena teatral Guararapense.

Conhecimento”. Rubem Alves
Todo conhecimento começa com o sonho.
O sonho nada mais é que a aventura pelo mar desconhecido, em busca da terra sonhada. Mas sonhar é coisa que não se ensina, brota das profundezas do corpo, como a alegria brota das profundezas da terra. Como mestre só posso então lhe dizer uma coisa. Contem-me os seus sonhos para que sonhemos juntos.”

Fotos:

06/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas

Na voz de Alcilene Jurca, Antônio Fernandes(Tonho), acompanhados pelo músico Eduardo Quintana, a música “Sonho Impossível” de Joseph Darion e Mitch Leigh numa mistura de brandar e de tocar o inatingível, se anuncia: “ é minha lei, é minha questão virar esse mundo, cravar esse chão…”

Vídeo:

Noite de 09 de novembro de 2024. Cena a Cena – Canções e Poemas.Cida Ferreira, poetisa, atriz e costureira.Iniciou a dec...
05/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024. 
Cena a Cena – Canções e Poemas.

Cida Ferreira, poetisa, atriz e costureira.
Iniciou a declamação do seu poema " Sonhos" com uma meia voz na emissão de um cantarolar: Sonhos, sonhos!
Cida participou ativamente da cena teatral guararapense, integrante do Grupo de teatro Carambolas e do Grupo Municipal de teatro Ponta de Linha de Guararapes.

 “SONHOS”. Cida Ferreira
Sonhar faz bem
é remédio para o tédio
acalma a ansiedade
determina estímulo pessoal.

 Sonhar é plantar uma semente
traçar objetivos e acordar
navegando sob boas lembranças
remando novas esperanças
sobre o paraíso das ilusões 

Sonhar asfixia tristezas
deslumbra outras belezas
me faz viver proezas
que nem sei se existirão
em contrapartida aos limites
a certeza está na fé

 Um sonho formal como o céu azul
o oxigênio exótico,
o verde esplêndido
sonhos exclusivos de quem existe
páginas avulsas, imortais. 

Um gol de placa no cotidiano
felicidade lápida, perspicaz e intacta
um sinal que alerta e realça
na abóbada universal da alma
um sonho se faz realidade. 

Fotos:

Noite de 09 de novembro de 2024. Cena a Cena – Canções e Poemas.                                                        ...
05/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.
O poeta, artesão e ator guararapense, Aparecido Lopes ( P.A. Lopes), declamou o poema de sua autoria, " Ainda Posso Sonhar".
P.A. Lopes, um sonhador e ao mesmo tempo um agente da cultura no município de Guararapes.
Registrou sua presença na história do teatro na cidade, através da participação no Grupo Carambolas com a peça teatral, " Faz Escuro, mas eu canto", baseado no poema de Thiago de Mello.
“AINDA POSSO SONHAR” P.A. Lopes.
Ainda posso sonhar.
Ainda posso viver
essa vida toda
feita para mim
e para você
Ainda quero sonhar,
ainda quero viver
sempre perto de você.
Somos no presente
o passado
e o futuro
Acontecemos tão simples nesse nosso amor.
Não percebemos
o tempo correr,
Envelheci mais depressa
do que você, mas
ainda posso sonhar,
ainda quero viver
essa vida toda
só para você.

Fotos:

Noite de 09 de novembro de 2024. Cena a Cena – Canções e Poemas.  " Sou como você  me vê..." Vimos naquela noite de sába...
04/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

" Sou como você me vê..."
Vimos naquela noite de sábado a professora Mallu Rodrigues declamar o texto de Clarice Lispector.
Mallu Rodrigues, esteve entre os anos de 2005 a 2008 no elenco do espetáculo Morte e Vida Severina de João Cabral de Melo Neto do grupo Municipal de teatro Ponta de Linha de Guararapes/SP.
Mallu, personagem presente na construção da cena teatral guararapense.

“Sou como você me vê... posso ser leve como uma brisa ou forte como uma ventania, depende de quando e como você me vê passar... suponho que me entender não é uma questão de inteligência e sim de sentir, de entrar em contato... tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras, sou irritável e firo facilmente. Também sou muito calma e perdoo logo. Não esqueço nunca. Mas há poucas coisas de que eu me lembre... Tenho felicidade o bastante para ser doce, dificuldades para ser forte, tristeza para ser humana e esperança suficiente para ser feliz. Não me deem fórmulas certas, por que eu não espero acertar sempre. Não me mostrem o que esperam de mim, por que vou seguir meu coração. Não me façam ser quem não sou. Não me convidem a ser igual, por que sinceramente sou diferente. Não sei amar pela metade. Não sei viver de mentira. Não sei voar de pés no chão. Sou sempre eu mesma, mas com certeza não serei a mesma para sempre... Sou uma filha da natureza: quero pegar, sentir, tocar, ser. E tudo isso já faz parte de um todo, de um mistério. Sou uma só... Sou um ser... a única verdade é que vivo. Sinceramente, eu vivo.” CLarice Lispector.

Fotos: irantiprodutora

Noite de 09 de novembro de 2024. Cena a Cena – Canções e Poemas.  A escritora Clarice Lispector se fez presente na voz d...
03/12/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

A escritora Clarice Lispector se fez presente na voz de Rosa Maria Alves da Silva através do seu poema “As Três Experiências”.
Rosa Maria, uma pessoa de alma artística, sempre acompanhando e apoiando a cena teatral guararapense.
Professora e autora do livro, "Simplesmente Rosa Maria".

“AS TRÊS EXPERIÊNCIAS” . Clarice Lispector
Há três coisas para as quais eu nasci e para as quais eu dou minha vida. Nasci para amar os outros, nasci para escrever, e nasci para criar meus filhos. O “amar os outros” é tão vasto que inclui até perdão para mim mesma, com o que sobra. As três coisas são tão importantes que minha vida é curta para tanto. Tenho que me apressar, o tempo urge. Não posso perder um minuto do tempo que faz minha vida. Amar os outros é a única salvação individual que conheço: ninguém estará perdido se der amor e às vezes receber amor em troca.
E nasci para escrever. A palavra é meu domínio sobre o mundo. Eu tive desde a infância várias vocações que me chamavam ardentemente. Uma das vocações era escrever. E não sei por quê, foi esta que eu segui. Talvez porque para as outras vocações eu precisaria de um longo aprendizado, enquanto que para escrever o aprendizado é a própria vida se vivendo em nós e ao redor de nós. É que não sei estudar. E, para escrever, o único estudo é mesmo escrever. Adestrei-me desde os sete anos de idade para que um dia eu tivesse a língua em meu poder. E no entanto cada vez que eu vou escrever, é como se fosse a primeira vez. Cada livro meu é uma estreia penosa e feliz. Essa capacidade de me renovar toda à medida que o tempo passa é o que eu chamo de viver e escrever.
Quanto aos meus filhos, o nascimento deles não foi casual. Eu quis ser mãe. Meus dois filhos foram gerados voluntariamente. Os dois meninos estão aqui, ao meu lado. Eu me orgulho deles, eu me renovo neles, eu acompanho seus sofrimentos e angústias, eu lhes dou o que é possível dar. Se eu não fosse mãe, seria sozinha no mundo. Mas tenho uma descendência, e para eles no futuro eu preparo meu nome dia a dia. Sei que um dia abrirão as asas para o voo necessário, e eu ficarei sozinha. É fatal, porque a gente não cria os filhos para a gente, nós os criamos para eles mesmos. Quando eu ficar sozinha, estarei seguindo o destino de todas as mulheres.
Sempre me restará amar. Escrever é alguma coisa extremamente forte mas que pode me trair e me abandonar: posso um dia sentir que já escrevi o que é meu lote neste mundo e que eu devo aprender também a parar. Em escrever eu não tenho nenhuma garantia.
Ao passo que amar eu posso até a hora de morrer. Amar não acaba. É como se o mundo estivesse à minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.
Espero em Deus não viver do passado. Ter sempre o tempo presente e, mesmo ilusório, ter algo no futuro.
O tempo corre, o tempo é curto: preciso me apressar, mas ao mesmo tempo viver como se esta minha vida fosse eterna. E depois morrer vai ser o final de alguma coisa fulgurante: morrer será um dos atos mais importantes de minha vida. Eu tenho medo de morrer: não sei que nebulosas e vias-lácteas me esperam. Quero morrer dando ênfase à vida e à morte. Só peço uma coisa: na hora de morrer eu queria ter uma pessoa amada por mim ao meu lado para me segurar a mão. Então não terei medo, e estarei acompanhada quando atravessar a grande passagem. Eu queria que houvesse encarnação: que eu renascesse depois de morta e desse a minha alma viva para uma pessoa nova. Eu queria, no entanto, um aviso. Se é verdade que existe uma reencarnação, a vida que levo agora não é propriamente minha: uma alma me foi dada ao corpo.
Eu quero renascer sempre. E na próxima encarnação vou ler meus livros como uma leitora comum e interessada, e não saberei que nesta encarnação fui eu que os escrevi.
Está-me faltando um aviso, um sinal. Virá como intuição? Virá ao abrir um livro? Virá esse sinal quando eu estiver ouvindo música? Uma das coisas mais solitárias que eu conheço é não ter a premonição.

Fotos:

Noite de 09 de novembro de 2024. Cena a Cena – Canções e Poemas.Cleberton, conhecido como "Bim", declama trecho do poema...
30/11/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

Cleberton, conhecido como "Bim", declama trecho do poema, "Os Estatutos do Homem".

Bim, exerce profissionalmente a função de Técnico em Segurança do Trabalho. Assim, como tantos outros, protagonizou momentos importantes no palco e principalmente na infraestrutura da Semana de Teatro, realizada pela Pastoral da Juventude da Paróquia Imaculada Conceição de Guararapes/SP.

Cleberton ("Bim"), tem a sua fatia de contribuição na cena teatral guararapense.

“OS ESTATUTOS DO HOMEM”. Thiago de Mello

Parágrafo único
O homem, confiará no homem como um menino confia em outro menino.

Artigo Quinto
F**a decretado que os homens estão livres do jugo da mentira. Nunca mais será preciso usar a couraça do silêncio nem a armadura de palavras. O homem se sentará à mesa com seu olhar limpo porque a verdade passará a ser servida antes da sobremesa.

Artigo Sexto
F**a decretado que a maior dor sempre foi e será sempre não poder dar-se amor a quem se ama e saber que é a água que dá à planta o milagre da flor.

Artigo Sétimo
F**a permitido que o pão de cada dia tenha no homem o sinal de seu suor. Mas que sobretudo tenha sempre o quente sabor da ternura

Fotos:

27/11/2024

Noite de 09 de novembro de 2024.
Cena a Cena – Canções e Poemas.

O artista Antônio Fernandes (Tonho), juntamente com a cantora Alcilene Jurca, acompanhados pelo músico Eduardo Quintana, entoa trecho da canção de Geraldo Vandré – “O Plantador”.
(Um clamor de reflexão diante do trabalho árduo e sua relação com a terra. A vida cheia dos seus percalços como a “resiliência diante das adversidades”.)

Video:

Endereço

Guararapes, SP

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