Sinseal - Sindicato Das Secretárias De Alagoas

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13/12/2014
09/08/2014

Histórico da nossa luta para criação do conselho profissional de secretariado

Desde 1998 vínhamos trabalhando junto ao Congresso Nacional, através de um Projeto de Lei, para a Criação do Conselho Federal de Secretariado e também dos Conselhos Regionais.

Foi um trabalho intenso, ininterrupto e simultâneo por parte das Presidentes de Sindicatos junto aos parlamentares de seus Estados, o recolhimento de assinaturas dos profissionais de secretariado favoráveis à criação do conselho em todo o País e o plantão no Congresso em Brasília, acompanhando o projeto pelas diversas comissões da Câmara e do Senado, por onde o Projeto deveria tramitar até chegar à sanção da Presidência da República.

Este projeto de Lei, entretanto, foi apresentado na vigência da Lei 9.649/98 que, em seu art. 58, transformava os Conselhos Profissionais de autarquia de Direito Público em pessoa jurídica de direito privado.

Esta Lei teve vigência até o julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade que havia contra ela, ocorrida antes da sanção do projeto de lei, fato que levou o presidente a vetá-lo sob o fundamento de que a iniciativa para criação de autarquia era privativa do Chefe do Poder Executivo.

Tanto isto é verdade que no período de vigência da referida MP foi criado por lei de iniciativa de parlamentar o Conselho Nacional de Educação Física, cujo autor foi o ex-deputado Eduardo Mascarenhas (RJ).

Dessa forma, nosso Conselho que já estava aprovado pelo Congresso Nacional não recebeu sanção presidencial, sendo vetado, mesmo com todo o trabalho realizado, com o apoio político de diversos parlamentares da Câmara e do Senado e horas e horas de trabalho e ausência de nossas famílias.

No dia 26 de fevereiro de 2003, a Presidente da Fenassec, Maria Bernadete Lieuthier, a Vice Presidente da Região 3, Maria Antonieta Mariano e a Diretora Administrativa Maria do Carmo Assis, estiveram reunidas com o Secretário Adjunto do Trabalho, Dr. Marco Antonio de Oliveira, onde entregaram o pedido para que o Ministério do Trabalho tome a iniciativa de apresentação de um novo Projeto de Criação dos Conselhos Federal e Regionais de Secretariado.

Da esquerda para a direita: Maria do Carmo, Marco Antonio, Bernadete e Antonieta

Confiantes, que desta vez, nosso trabalho não será em vão, aguardamos um posicionamento do Ministério do Trabalho.

Acompanhe neste site o andamento do processo.

Leia o artigo "A luta das Secretárias pelo Conselho Profissional", por Antônio Augusto de Queiroz.

09/08/2014

NOTA SOBRE O XIX CONSEC DA FENASSEC Fenassec transfere data do XIX Congresso Nacional de Secretariado O aumento das passagens aéreas e taxas de hospedagem no próximo ano por conta da Copa do Mundo e a impossibilidade de participação de colegas que atuam na gestão pública por conta das eleições presidenciais fizeram a Federação Nacional das Secretárias e Secretários (Fenassec) decidir pela transferência do XIX Congresso Nacional de Secretariado (Consec) de 2014 para 2016. A decisão da diretoria da Fenassec foi tomada em reunião, realizada dias 21 e 22 de novembro, em Brasília/DF. De acordo com a presidente da Fenassec, Bernadete Lieuthier, a deliberação ocorreu após exaustivo debate e análise das informações e providências com maioria dos presentes à reunião de diretoria. “O ano de 2014 será um ano atípico, com dois eventos relevantes e de impacto nos recursos (financeiros, logística etc.), a Copa do Mundo no 1º semestre, que implica em altas tarifas hoteleiras e aéreas e no 2º semestre a realização das Eleições. Além disso, as eleições inviabilizam o pagamento das inscrições por empenho até 90 dias antes do pleito, fato que dificultará a participação dos profissionais Secretários atuantes na administração pública”, explicou a presidente.

09/08/2014

A SAGA DAS(OS) SECRETÁRIAS(OS)

Nos remotos dias de Alexandre Magno, um secretário era "realmente" um secretário. Para levar a cabo este encargo, em 300 a.C., você passaria a noite em claro, entalhando uma tabuinha de cera com a espátula e todo o dia seguinte retalhando o inimigo com uma espada. Esta era uma posição de prestígio - porém perigosa - e, Alexandre Magno, unicamente em sua campanha da Ásia, perdeu 43 Secretários.

Quando o Império Romano atingiu o seu ápice, os Secretários trocaram as suas espadas pelos deveres de simples escribas. Porém os Secretários, em sua maioria, eram escravos e suas condições de trabalho estavam longe de ser as ideais. Na Idade Média viram-se os secretários novamente obrigados a lidar tanto com a espada como com a pena. No entanto um grupo de escribas começou a combater astuciosamente este sistema, adotando o hábito de monges. Assim sendo, em meados do século XIV, 70% da classe Secretarial originava-se dos monastérios, fato este nada surpreendente, pois naquela época os Secretários eram todos homens.

As mulheres só surgiram no cenário como Secretárias, quando Napoleão Bonaparte levou uma a fim de registrar os detalhes das batalhas, a cada uma de suas campanhas. Contudo, Josefina, mais do que depressa, objetou e, finalmente, Napoleão contratou um homem quando de sua fatal invasão a Rússia.

Foi o comércio americano que recebeu o primeiro ataque da Secretária. Em 1877, a primeira dentre esta nova raça, entrou timidamente num escritório de Nova Iorque e orgulhosamente anunciou ser ela a nova Secretária do Executivo. O homem explodiu, blasfemou, indagando o que estava acontecendo ao mundo e já se inclinava para pegar o telefone e contratar um homem. Deu-se, então o primeiro passo para a emancipação feminina.

A jovem rompeu em prantos. Seu executivo cedeu e a primeira mulher Secretária americana levou os louros do dia.

Por volta de 1902, havia cerca de 50.000 Secretárias mulheres e isto provocou uma série de alterações nos escritórios. O relegado lavatório brilhava, o tão inestético cuspidor desapareceu misteriosamente, surgiram cortinas nas janelas e muitas foram as blasfêmias engolidas pelos Executivos enrubescidos. Por todo país as mulheres invadiram os escritórios e fincaram seus pés nas posições conquistadas.

Um fato que influenciou o aumento numérico de Secretárias foi o salário baixo. Os homens exigiam e recebiam US$ 50,00 a mais por semana. As mulheres trabalhavam por menos que um terço desse montante.

Entretanto, por volta de 1911, já havia mulheres suficientes no ramo, para se reunirem e reivindicarem salários mais altos, melhores condições de trabalho e outros benefícios. Graças aos esforços dessas pioneiras, os ordenados subiram para uma média de US$ 20,00 semanais e a maioria delas conseguiu obter de seus Executivos uma semana de férias (não remuneradas), por ano.

Finalmente, o maior benefício resultou em utilizar-se o escritório como um feliz campo a caça de homens elegíveis para futuros maridos. Este foi um choque enorme aos homens americanos. Se eles não estavam mais a salvo nos escritórios, que santuários lhes restava?

O que deu maior estímulo à integração da mulher nos escritórios foi a Primeira Guerra Mundial. Ela drenou a força de trabalho americano e a mulher apareceu para substituir o homem, trabalhando como Secretária e às vezes até em atividades executivas, bem como em outras profissões. Havia procura e necessidade e as mulheres responderam ao desafio. Este era um dos lados da moeda. Pois, um Executivo ao dar baixa no serviço militar e ao reassumir suas funções civis manifestou-se do seguinte modo: "nós ganhamos uma guerra, mas perdemos a outra. Esta época será lembrada como a da maior emboscada sofrida pelos homens em toda a História."

Após a guerra, a mulher manteve sua posição tão arduamente conquistada. Por volta de 1920 já havia 1,2 milhões de mulheres desempenhando os cargos de Secretárias e Estenógrafas. Mudanças drásticas sucediam-se, arrebanhando cada vez mais mulheres para a força trabalhadora. Construíram-se casas e apartamentos menores, que exigiam menos cuidados e trabalhos de manutenção, alimentos enlatados, máquinas de lavar roupa, ferros de passar elétrico e roupas feitas, deixaram as mulheres com mais tempo livre à sua disposição. Os executivos, sem alternativas diante das dramáticas vitórias conseguidas pelo sufrágio feminino e pela crescente influência do Bureau Trabalhista Feminino, começaram a aceitar a Secretária feminina como um fato cotidiano da vida.

No começo da década dos anos 30 havia três milhões de Secretárias e os empregos continuavam a chover, inclusive durante os anos de repressão. Prontamente, apareceu a Secretária como uma jovem distinta, ativa em tudo do tênis à política. Surgiu a primeira dentre as Secretárias Executivas. Datilógrafa e Estenografa, e nasceu o intervalo do cafezinho!!!

A Segunda Guerra Mundial, tal qual a primeira, levou a sua cota de mão-de-obra e a procura por Secretárias aumentou à medida em que os negócios progrediram. A prosperidade continuou e por volta de 1945 toda a força de trabalho feminino cresceu dos seus 14 milhões, em 1940, para o significante número de 20 milhões. A estatística para 1960 era de 22 milhões e para os dias de hoje calcula-se que 42% da população economicamente ativa seja do s**o feminino.

Mas o papel da Secretária de hoje mudou. Aos seus deveres tradicionais de taquigrafia e datilografia outros foram adicionados, manipular e redigir cartas, marcar entrevistas, reservar passagens, manipulação de modernos equipamentos de escritório, acompanhar em viagens o seu Executivo, participar de reuniões, cancelar e remarcar visitas e o desempenho de uma grande variedade de pequenas tarefas como: redigir anúncios, até a compra e escolha do presente do aniversário para a esposa do Executivo.

E a Secretária do Futuro?

Segundo alguns peritos, as Secretárias do ano 2.000 não precisarão tomar ditados ou datilografar. Provavelmente, o Executivo vai ditar num microfone ligado a um computador que registrará suas palavras para transcrevê-las em forma de carta. Os deveres da Secretária vão constituir-se primordialmente de Relações Humanas, Públicas e de Responsabilidades Mecânicas. Ela vai necessitar de um maior treinamento, a fim de que possa delegar os serviços para as altamente sofisticadas máquinas de escritório. Assim sendo, suas funções serão como Assistente Executiva e cada vez menos como funcionária de escritório.

Ela vai trabalhar menos tempo e perceberá um ordenado maior, além dos outros benefícios. A decoração de seu escritório vai incluir gabinetes compactos de microfones e uma verdadeira bateria de auxiliares eletrônicos, que subtrairão muitas horas das tarefas atuais das Secretárias.

Empregando estas máquinas como uma extensão de sua mente, a(o) secretária(o) de amanhã terá uma oportunidade bem maior para desempenhar sua contribuição individual na sociedade. Realmente, ela será o oposto de seus colegas que entalhavam tabuinhas de cera, entre as batalhas, para Alexandre Magno.

Fonte: Lucia Casimiro - Coterp

09/08/2014

Em 30 de Setembro.

09/08/2014

No próximo mês comemora-se o dia das Secretárias.

25/02/2014

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