Inúteis, frívolos e distantes: à procura dos dândis

Inúteis, frívolos e distantes: à procura dos dândis Divulgação do livro Inúteis, Frios e Distantes: À Procura dos Dândis e troca de informações

Agora que o pequeno livro sobre o Modernismo nas suas conexões  extrativistas, q***r, localistas mas cosmopolitas, melan...
30/10/2024

Agora que o pequeno livro sobre o Modernismo nas suas conexões extrativistas, q***r, localistas mas cosmopolitas, melancólicas e festivas tomou uma forma possível embora não sei se final, por onde ir? Poderia ainda desdobrar ainda mais por autores que não estão no livro mas que poderia expandir o diálogo feito mas talvez sejam mais ensaios do que um projeto maior? Só me interessam as ancestralidades modernas, entre elas a da noite, sem cosmogonias, apenas a dos solitários com suas luzes acesas ou perambulando sem destino. Foto de Cassio Vasconcellos

Não o cotidianopobre, cansativo, entediante.Nem a carneem breve cadáver, pó.Só uma luz, uma imagemrara, estranha, incomu...
18/10/2024

Não o cotidiano
pobre, cansativo, entediante.
Nem a carne
em breve cadáver, pó.
Só uma luz, uma imagem
rara, estranha, incomum
no esplendor do artifício e do decorativo
Antes de ser completamente esquecida

El sol del membrillo-Victor Erice.

Curioso para conhecer como o cosmopolitismo se desdobrou na América hispânica. Sugestões?
12/10/2024

Curioso para conhecer como o cosmopolitismo se desdobrou na América hispânica. Sugestões?

A inespecificidade explorada por Florencia Garramuño em Mundos em Común, com versão mais reduzida em Frutos Estranhos no...
09/10/2024

A inespecificidade explorada por Florencia Garramuño em Mundos em Común, com versão mais reduzida em Frutos Estranhos no Brasil, como uma resposta para arte contemporânea, notadamente a partir da literatura e das artes visuais, se situaria de que maneira na história dos hibridismos (citada no livro), intertextualidades, intermidialidades?

[08:19, 08/10/2024] Andre Botelho 2: Na série especial sobre a Coleção Pensamento Político e Social da Hucitec, trazemos...
08/10/2024

[08:19, 08/10/2024] Andre Botelho 2: Na série especial sobre a Coleção Pensamento Político e Social da Hucitec, trazemos hoje resenha de Lucca Nicoleli sobre o livro Afetos, Relações e Encontros com Filmes Brasileiros Contemporâneos, de Denilson Lopes, professor titular da Escola de Comunicação da UFRJ. Lançado em 2016, o livro reúne 10 ensaios que oferecem uma leitura crítica sobre a condição de jovens artistas que, paralelamente à pressão da indústria cultural e ao aumento do custo de vida, buscam, por meio da arte, novas formas de criação e de solidariedade. Se o papel do artista é ser um "criador de afetos", o cerne do livro, como sugere Lucca Nicoleli Adrião, é o constante movimento de "uma viagem afetiva pelos filmes brasileiros".

A Coleção Pensamento Político e Social, da editora Hucitec, foi criada em 2010 por Elide Rugai Bastos (Unicamp), Gabriela Nunes Ferreira (Unifesp) e André Botelho (UFRJ), com Maurício Hoelz (UFRRJ) completando o time atual de diretores. Nesta série especial da BVPS, vamos retomar títulos publicados, alguns deles já clássicos da área de pesquisa em suas intersecções entre a sociologia e a ciência política, sobretudo, mas também cultura contemporânea. Publicaremos reflexões sobre títulos específicos e em conjunto, resenhas, memórias, entrevistas com autores e outras atividades que visam informar leitoras e leitores, em geral, e pesquisadoras e pesquisadores da área, em particular.

Para conferir o post, clique aqui: https://blogbvps.com/2024/10/08/colecao-pensamento-politico-e-social-da-hucitec-resenha-de-afetos-relacoes-e-encontros-com-filmes-brasileiros-contemporaneos/
[09:04, 08/10/2024] Denilson Lopes: Obrigado

Na série especial sobre a Coleção Pensamento Político e Social da Hucitec, trazemos hoje resenha de Lucca Nicoleli Adrião sobre o livro Afetos, Relações e Encontros com Filmes Brasileiros Contempor…

06/10/2024

Entre a realidade e a imagem preferir a imagem quando não se pode dissolver na materialidade do mundo.

06/10/2024

SEGREDO
A poesia é incomunicável.
Fique torto no seu canto.
Não ame.

Ouço dizer que há tiroteio
ao alcance do nosso corpo.
É a revolução? o amor?
Não diga nada.

Tudo é possível, só eu impossível.
O mar transborda de peixes.
Há homens que andam no mar
como se andassem na rua.
Não conte.

Suponha que um anjo de fogo
varresse a face da terra
e os homens sacrif**ados
pedissem perdão.
Não peça.
Carlos Drummond de Andrade

Por que será que as cores e os corpos me interessam mais do que o enredo e as falas? Mais o que acontece no corredor do ...
06/10/2024

Por que será que as cores e os corpos me interessam mais do que o enredo e as falas? Mais o que acontece no corredor do que acontece nos quartos?

No nordeste brasileiro, o Motel Destino é administrado pelo temperamental Elias e sua esposa Dayana. Quando Heraldo, membro foragido de uma gangue, se hospeda no motel, Dayana f**a intrigada com ele. Enquanto os dois vivem uma dança de poder e desejo, surge um perigoso plano de liberdade.

Endereço

Editora Mauad/Rua Joaquim Silva, 98/5º Andar Lapa
Rio De Janeiro, RJ
20241-110

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