África, Cinema - Um Olhar Contemporâneo

África, Cinema - Um Olhar Contemporâneo De 26 a 30 de janeiro, no Cineclub Galpão da Cidadania. Rua Barão de Tefé, 75, Saúde. O valor do ingresso é 4,00 reais a inteira e 2,00 reais meia‐entrada.

A Laffilmes Cinematográfica, em parceria com o Centro Cultural Ação da Cidadania, apresenta uma versão compacta da mostra “África, Cinema – Um Olhar Contemporâneo”. Serão exibidos oito filmes dos principais nomes do cinema atual realizados na chamada “África Negra”, região ao sul do Saara, uma das mais carentes do mundo. Apesar de não ter tradição de produção cinematográfica, os filmes

locais têm surpreendido o público e crítica em festivais internacionais. A exposição acontece nos dias 26 a 30 de janeiro (de terça-feira a sábado), serão exibidos dois filmes por dia, nos horários de 17h e 19h no cineclube do Galpão da Cidadania. O evento tem o intuito de promover o debate sobre o atual momento do cinema africano, que vem ganhando destaque no cenário mundial. Esse foi um dos motivos que contribuíram para a mostra aportar em uma região considerada um pedaço da África no Rio de Janeiro. A pequena África compreende os bairros: Gamboa e Saúde. Onde se encontra a comunidade remanescentes de quilombos da Pedra do Sal e Santo Cristo. Local que está situado o Centro Cultural Ação Cidadania, que promove diversas atividades culturais. Programação:
Dia 26, terça‐feira
17h ‐ Exame de Estado (Examen d’Etat), de Dieudo Hamadi. Congo‐França‐Senegal, 2014. Colorido, 92 minutos. 10 anos. O documentário acompanha um grupo de estudantes angolanos que vão prestar o Exame do Estado, equivalente ao ENEM brasileiro, em Kisangi, República Democrática do Congo. O filme investiga a educação no Congo.
19h ‐ Hoje (Aujord’hui), de Alain Gomis. Senegal‐França, 2012. Colorido, 86 minutos. 14 anos. Mostra Competitiva ‐ Festival de Berlim. Satché é um senegalês que volta ao país após uma temporada nos Estados Unidos e descobre que, condenado a morte, aquele será o último dia de sua vida. O personagem, então, se dedica a visitar personagens do seu passado. Dia 27, quarta‐feira
17h ‐ Kalala, de Mahamat‐Saleh Haroun. Chade, 2005. Colorido, 52 minutos. 14 anos. Kalala era o apelido de Hissein Jibreen, colaborador e amigo íntimo do cineasta que morreu em 2003, vítima da AIDS. O documentário é uma homenagem ao amigo, mas também uma reflexão sobre a memória e a doença.
19h ‐ Nossa Estrangeira (Notre Étrangère), de Sarah Bouyain. Burkina Faso‐França, 2010. Colorido, 82 minutos. 12 anos. Amy mora em Paris e após a morte do pai retorna a Burkina Faso, seu país natal. O objetivo é encontrar sua mãe de quem foi separada aos oito anos de idade. Mas no contato com a família materna descobre que um segredo envolve essa separação. Dia 28, quinta-feira
17h ‐ Viva Riva! de Djo Munga. Congo‐França‐Bélgica, 2010. Colorido, 98 minutos. 16 anos. Mostra Fórum – Festival de Berlim. Viva passou dez anos vivendo fora do Congo, seu país natal, e ganhou dinheiro traficando gasolina. Mas logo na sua primeira noite de volta a capital Kinshasa, fica encantado com a bela Nora, dançarina mantida por um gangster local. E outro bandido fica interessado no carregamento do combustível que Viva traz consigo. As confusões não demoram a acontecer...
19h ‐ Poeira Urbana (Poussières de Ville), de Moussa Touré. Congo‐França‐Senegal, 2001. Branco e Preto/Colorido, 52 minutos. 12 anos. O cineasta senegalês Touré descobre um grupo de crianças que passam a noite no mercado de Brazaville, capital da República do Congo, e passa registrar suas andanças pela cidade em busca de comida e de pequenos trabalhos. Dia 29, sexta-feira
17h - Hoje (Aujord’hui), de Alain Gomis. O personagem, então, se dedica a visitar personagens do seu passado.
19h - Oficina “Expressões contemporâneas do cinema africano: Senegal”, com Janaína Oliveira. A oficina irá abordar algumas das temáticas contemporâneas relacionadas ao fazer filmes no continente africano a partir da experiência do Senegal, país central na história do cinema na África

Dia 30, sábado
17h ‐ Sotigui Kouyaté, Un Griot Moderne, de Mahamat‐Saleh Haroun. Chade‐França, 1997. Colorido, 58 minutos. 12 anos. Sotigui Kouyaté nasceu no Mali e desenvolveu carreira na Europa, radicando‐se em Paris. Atuou em filmes e peças teatrais, e tornou‐se o mais conhecido ator africano. Após 30 anos de ausência, Kouayaté em 1996 retornou a sua cidade natal para as comemorações de seu 60° aniversário e o diretor Haroun registrou a viagem do ator.
19h ‐ Virgem Margarida, de Lícínio Azevedo. Moçambique‐França‐Portugal, 2012. Colorido, 87 minutos. 12 anos. O filme se passa no período pós‐independência de Moçambique quando os militares da Frelimo (Frente da Libertação de Moçambique) assumem o poder e resolvem limpar as ruas das cidades levando à força as mulheres de “má vida” para um campo de reeducação social. Margarida, de 16 anos, é levada por engano quando comprava o enxoval para seu casamento


Mostra África, Cinema
Data: de 26 a 30 de janeiro de 2016 (terça‐feira a sábado)
Horário: Consultar programação
Local: Cineclube Galpão da Cidadania
Endereço: Rua Barão de Tefé, 75, Gamboa
Ingressos: R$ 4,00 (inteira) e R$ 2,00 (meia‐entrada)
Lotação: 50 lugares
Classificação Indicativa: consultar programação
Apoio: Fórum Itinerante do Cinema Negro (FICINE), Cinemateca da Embaixada da
França no Brasil e do Institut Français
Realização: Laffilmes Cinematográfica e Ação da Cidadania

Endereço

Rua Barão De Tefé, 75/Gamboa, Rio De Janeiro/RJ, 20031/003
Rio De Janeiro, RJ
21862-005

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