Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo

Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo Festival Internacional de Cinema de Arquivo Arquivo em Cartaz se apresenta como um instrumento de fortalecimento de laços institucionais e profissionais.
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Arquivo em Cartaz surgiu vocacionado para divulgar e incentivar a realização de filmes com imagem de arquivo e para debater e refletir a preservação de acervos cinematográficos. Os filmes propriamente ditos e seus documentos relacionados, como roteiros, críticas, memórias, fotos e cartazes, ganham destaque em diferentes iniciativas. Não se trata do lançamento de mais um evento de cinema, mas de um

espaço permanente de exibição, debate, formação e capacitação. Trazemos luz e projeção para os arquivos e cinematecas, que lutam incansavelmente para preservar e difundir uma parcela da história cinematográfica brasileira. Arquivo em Cartaz incentiva a pesquisa, o uso e a criação. Disponibiliza parte do acervo de imagens em movimento do Arquivo Nacional para que novas produções possam ser realizadas durante a Oficina de Criação Lanterna Mágica. Diante da importância de se preservar a história do cinema mediante os seus documentos, Arquivo em Cartaz fomenta a capacitação e formação. Especialistas renomados disponibilizam parte do seu tempo para compartilhar conhecimentos preciosos e específicos com profissionais, estudantes e interessados em geral na conservação de fotografias, películas cinematográficas e fitas videomagnéticas. Política de uso

Esse é um espaço de interação e diálogo. Sugestões de novos assuntos e conteúdos relacionados ao Festival Internacional de Cinema Arquivo em Cartaz são bem-vindas. Todo o conteúdo postado será moderado. Insultos, difamações, propaganda e todo material que não esteja relacionado ao assunto discutido na postagem podem ser removidos.

É importante lembrar que todo e qualquer material publicado e opinião expressa é de exclusiva responsabilidade de seus autores e não reflete, necessariamente, a opinião do Festival Internacional de Cinema de Arquivo - Arquivo em Cartaz.

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20/04/2026

[Film Atlas]

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[Armando Bógus]19/04/193002/05/1993“Armando Bógus estreou como ator em 1955, com a peça Moral em Concordata, que se tran...
20/04/2026

[Armando Bógus]
19/04/1930
02/05/1993

“Armando Bógus estreou como ator em 1955, com a peça Moral em Concordata, que se transformou no seu primeiro filme em 1959. Na televisão começou na TV Excelsior e, no teatro, destaca-se sua parceria com o diretor Ademar Guerra, participando em peças como Marat/Sade (1967) e na primeira montagem de Hair no Brasil, em 1969. Fundou, com Antunes Filho e Felipe Carone o Pequeno Teatro de Comédia, o PTC, enquanto encenava peças brasileiras.[2] Na televisão, Armando Bógus viveu personagens marcantes da teledramaturgia brasileira e foi um dos atores da primeira versão de Vila Sésamo, primeiro na TV Cultura e depois na Rede Globo, em 1972, ao lado de Sônia Braga, Laerte Morrone e Aracy Balabanian.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Armando_B%C3%B3gus

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Armando Bógus, Bibi Vogel e Altair Lima durante os ensaios do espetáculo musical “Hair”, direção de Ademar Guerra, com estreia programada para o mês de outubro de 1969, no Teatro Bela Vista, em São Paulo.
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Fotografia publicada no segundo caderno do jornal Correio da Manhã, em 29 de junho de 1969, ilustrando a matéria “Hair”
está nascendo em São Paulo.

Leia trecho da matéria publicada na edição nº 23374 do Correio da Manhã:

" - Nõo vai ser uma adaptação para o Brasil. Mas vai ser um espetáculo brasileiro.
É Ademar Guerra, diretor de Hair, falando sobre o espetáculo que êle está dirigindo.
- 0 equívoco que muitos cometem é o de mudar coisas (trocar nomes de cidades, por exemplo) pensando que com isso abrasileiram o espetáculo. Não faremos isso com Hair. Sem precisar mudar nada, faremos com que Hair tenha interesse para o público brasileiro. Apenas acentuaremos, ou .exploraremos, ou daremos mais importância aos aspectos do espetáculo que dizem mais ao brasileiro, que interessem mais ao brasileiro.”[…]

Para ler o texto na íntegra, acesse o arquivo disponível na hemeroteca da Biblioteca Nacional:
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/089842/per089842_1969_23374.pdf

[Lygia Fagundes Telles]19/04/192303/04/2022“Quarta ocupante da Cadeira nº 16, eleita em 24 de outubro de 1985, na sucess...
20/04/2026

[Lygia Fagundes Telles]
19/04/1923
03/04/2022

“Quarta ocupante da Cadeira nº 16, eleita em 24 de outubro de 1985, na sucessão de Pedro Calmon e recebida em 12 de maio de 1987 pelo acadêmico Eduardo Portella.

LYGIA FAGUNDES TELLES nasceu em São Paulo e passou a infância no interior do Estado, onde o pai, o advogado Durval de Azevedo Fagundes, foi promotor público. A mãe, Maria do Rosário (Zazita), era pianista. Voltando a residir com a família em São Paulo, a escritora fez o curso fundamental na Escola Caetano de Campos e em seguida ingressou na Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, da Universidade de São Paulo, onde se formou. Quando estudante do pré-jurídico cursou a Escola Superior de Educação Física da mesma universidade.

Ainda na adolescência manifestou-se a paixão, ou melhor, a vocação de LFT para a literatura incentivada pelos seus maiores amigos, os escritores Carlos Drummond de Andrade e Erico Verissimo. Contudo, mais tarde a escritora viria a rejeitar seus primeiros livros porque em sua opinião “a pouca idade não justifica o nascimento de textos prematuros, que deveriam continuar no limbo”.

Ciranda de Pedra (1954) é considerada por Antonio Candido a obra em que a autora alcança a maturidade literária. LFT também considera esse romance o marco inicial de suas obras completas. O que ficou para trás, “são juvenilidades”. Quando da sua publicação o romance foi saudado por críticos como Otto Maria Carpeaux, Paulo Rónai e José Paulo Paes. No mesmo ano, fruto de seu primeiro casamento nasceu o filho Goffredo da Silva Telles Neto, cineasta, e que lhe deu as duas netas: Margarida e Lúcia, mãe da única bisneta, Marina. Ainda nos anos 1950, saiu o livro Histórias do Desencontro (1958), que recebeu o Prêmio do Instituto Nacional do Livro.
O segundo romance Verão no Aquário (1963), Prêmio Jabuti, saiu no mesmo ano em que já divorciada casou-se com o crítico de cinema Paulo Emílio Sales Gomes. Em parceria com ele escreveu o roteiro para cinema Capitu (1967) baseado em Dom Casmurro, de Machado de Assis. Esse roteiro que foi encomenda de Paulo César Saraceni recebeu o Prêmio Candango, concedido ao melhor roteiro cinematográfico.

A década de 1970 foi de intensa atividade literária e marca o início da sua consagração na carreira. LFT publicou, então, alguns de seus livros mais importantes: Antes do Baile Verde (1970), cujo conto que dá título ao livro recebeu o Primeiro Prêmio no Concurso Internacional de Escritoras, na França. As Meninas (1973), romance que recebeu os Prêmios Jabuti, Coelho Neto da Academia Brasileira de Letras e “Ficção” da Associação Paulista de Críticos de Arte. Seminário dos Ratos (1977) foi premiado pelo PEN Clube do Brasil. O livro de contos Filhos Pródigos (1978) seria republicado com o título de um de seus contos A Estrutura da Bolha de Sabão (1991).” [...]

Fonte e texto na íntegra:
https://www.academia.org.br/academicos/lygia-fagundes-telles/biografia?fbclid=IwY2xjawRTUkBleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFsY1MxTFc5QWdPSVJwUFNIc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHlMTo2fPGfHuXJzh7BVsNojSwcsgwHzKIlvMl0m7CQ28VRThqCSY_FGLXKXc_aem_X4b_f3XQVYcptu4v6KAIhQ

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Lygia Fagundes Telles – sem data
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[Aurora Miranda]20/04/191522/12/2005“Na opinião de muitos, teria sido a melhor voz entre as irmãs Miranda. O destino a f...
20/04/2026

[Aurora Miranda]
20/04/1915
22/12/2005

“Na opinião de muitos, teria sido a melhor voz entre as irmãs Miranda. O destino a fez, no entanto, iniciar no rádio à sombra do sucesso da irmã mais velha. Esse fato foi, de certa maneira, um entrave para sua carreira, já que a então jovem cantora se tornou alvo de inevitáveis comparações. Foi das cantoras que mais discos gravaram na década de 1930, depois de sua irmã Carmen Miranda. Ainda aos 18 anos foi convidada por Josué de Barros (que já havia lançado Carmen Miranda) para cantar um número na Rádio Mayrink Veiga. Com o sucesso, passou a se apresentar no "Programa Casé", na Rádio Philips.

Em 1933, foi levada pelo próprio Josué de Barros para gravar seu primeiro disco na Odeon, fazendo dupla com o grande ídolo do rádio, Francisco Alves, na marchinha "Cai, cai, balão", de Assis Valente e no samba "Toque de amor", de Floriano Ribeiro de Pinho. O disco fez tanto sucesso, que, no mês seguinte, a Odeon lançou outro sucesso com a dupla, o fox "Você só... mente", dos irmãos Noel e Hélio Rosa. Ainda no mesmo ano de estréia, no qual lançou onze discos, gravou as marchas "Ladrão de corações", de Valfrido Silva e Wilson Batista, e "É assim que se vai no arrastão", de Ary Barroso, e o samba "Sou da comissão de frente", de Assis Valente. Ainda no mesmo ano, gravou um de seus maiores sucessos, a marcha "Se a lua contasse", de Custódio Mesquita...”

Fonte e texto na íntegra:
https://dicionariompb.com.br/artista/aurora-miranda/?fbclid=IwY2xjawRS6YFleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFkMXJJSFFwaFE2dHNHVWNzc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHiwJWHCiF7VXT-I_-VGHKIG9ebOxzbL01bGi36-23vDuEgJKSe39qe-piIZv_aem_Sf_M8LvesuWquf0Tgpoc0Q

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Aurora Miranda – sem data
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Para mais informações sobre Aurora Miranda:
https://ims.com.br/por-dentro-acervo/cidade-maravilhosa-ii-aurora-miranda-a-outra-pequena-notavel/?fbclid=IwY2xjawRS6b5leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFkMXJJSFFwaFE2dHNHVWNzc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHo8Hy04__nOsLRkbZefIvGq509x5Qlbmi5u9jl01G5MlhQO9U918NYq3WS6L_aem_tnvcG06mnBqnnxYobFzwoQ

Ouça Aurora Miranda:
https://www.letras.mus.br/aurora-miranda/discografia/sucessos-de-aurora-miranda-1956/?fbclid=IwY2xjawRS6dhleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFkMXJJSFFwaFE2dHNHVWNzc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmS9SQlXGPtDkFhwBif5UKyERa93X5dLqrxGJM228fEKy--sMc7u64_u9Yd3_aem_IuscLXBccRPdafCOOWVqzw

19/04/2026

[Dia dos Povos Indígenas]

“O Dia dos Povos Indígenas, celebrado no Brasil em 19 de abril, foi criado pelo presidente Getúlio Vargas através do Decreto-Lei n.° 5 540, de 1943, então com o título de "Dia do Índio".[1]

A data de 19 de abril foi proposta em 1940 pelas lideranças indígenas do continente americano que participaram do Congresso Indigenista Interamericano, realizado no México. Eles haviam boicotado os dias iniciais do evento, temendo que suas reivindicações não fossem ouvidas pelos "não indígenas". Durante este congresso, foi criado o Instituto Indigenista Interamericano, também sediado no México, que tem como função zelar pelos direitos dos indígenas na América. O Brasil não aderiu imediatamente ao instituto, mas, com a intervenção do Marechal Rondon, apresentou sua adesão e instituiu o Dia do Índio no dia 19 de abril, cumprindo a proposta do Congresso de 1940.

A data pode ser considerada um motivo de reflexão sobre os valores culturais dos povos autóctones e a importância da preservação e respeito a esses valores.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_dos_Povos_Ind%C3%ADgenas

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Exposição Povos Indígenas - Museu do Índio - Rio de Janeiro - 1976 (Sem som)
- Maloca de indígenas do Alto Xingu.
- Cocar do chefe indígena do Alto Xingu
- Ornamentações indígenas.
- Foto de índígena.
- Instrumentos musicais indígenas.
- Armas de guerra.
- Krahô (arma de guerra).
- Fachada do Museu do Índio.
- Construção de canoa indígena.
- Canoa com remo.
- Cesta de transporte de índígenas do Alto Xingu.
BR RJANRIO FS.0.FIL.1114

18/04/2026

[Walter Avancini]
18/04/1935
26/09/2001

"Nunciato Walter Avancini (São Caetano do Sul, 18 de abril de 1935 — Rio de Janeiro, 26 de setembro de 2001) foi um escritor, autor, diretor de telenovelas e minisséries e apresentador de TV brasileiro.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Walter_Avancini

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Depoimento de Walter Avancini: Televisão no Brasil. Ano: 1977
BR RJANRIO FS.0.FIL.543

[Zé Trindade]18/04/191501/05/1990“Zé Trindade, pseudônimo de Milton da Silva Bittencourt (Salvador, 18 de abril de 1915 ...
18/04/2026

[Zé Trindade]
18/04/1915
01/05/1990

“Zé Trindade, pseudônimo de Milton da Silva Bittencourt (Salvador, 18 de abril de 1915 — Rio de Janeiro, 1 de maio de 1990), foi um ator, músico, poeta e comediante brasileiro de rádio, teatro, cinema e TV, famoso por jargões como "Mulheres, Cheguei!" e "Meu Negócio é Mulher".[1]

Nasceu em tradicional família baiana, porém, o seu pai, herdeiro de uma grande fortuna, é deserdado porque se casa com uma mulher pobre (a mãe de Milton). A sua infância, até os onze anos, foi muito sofrida. Nessa idade, se emprega como contínuo em um hotel da capital baiana e faz amizade com Jorge Amado e Dorival Caymmi, que, como os outros hóspedes do hotel, apreciam suas piadas, versos, poemas ou letras de músicas.
Em 1935, entrou para a Rádio Sociedade da Bahia, vivendo um bêbado no programa Teatro Pelos Ares e em 1937, chegou ao Rio de Janeiro, integrando o elenco de humoristas da Rádio Mayrink Veiga.

Fez sua estreia no cinema em 1947, no filme O Malandro e a Granfina e só parou em 1987, numa ponta em Um Trem para as Estrelas, perfazendo uma carreira de 38 filmes.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Z%C3%A9_Trindade?fbclid=IwY2xjawRQOqNleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFvNllNejYxb2ZpVDRYSWJRc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHgWcGqUQN1eCGCZ6zgktCul0UwLvluA_cDWkKgXon_HFHInPkh7PLvWplOIK_aem_GJLzq1QQQDS-dqyxzITgSw

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Renata Fronzi e Zé Trindade em cena do filme “Massagista de Madame”, com direção de Victor Lima.
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Fotografia publicada na coluna “Panorama Nacional” do jornal Correio da Manhã, em 1º de novembro de 1959, ilustrando a seguinte legenda informativa: “Pela primeira vez no cinema - O conhecido "Show de Carlos Machado" será visto pela primeira vez no cinema através de O Massagista de Madame. Essa nova fita de Herbert Richers, que será lançada brevemente, tem Zé Trindade, Renata Fronzi, Costinha, Nancy Wanderley e Aida Campos nos principais papéis. O filme foi dirigido por Victor Lima”.

Acesse o arquivo digital disponível na hemeroteca da Biblioteca Nacional:
https://hemeroteca-pdf.bn.gov.br/089842/per089842_1959_20431.pdf

17/04/2026

[Rony Cócegas]
17/04/1940
25/07/1999

“Ronilson Nogueira Moreira (Salvador, 17 de abril de 1940 — São Paulo, 25 de julho de 1999), mais conhecido pelo nome artístico Rony Cócegas, foi um ator, comediante e músico brasileiro.[1]

Ganhou o apelido de Rony Cócegas na época em que tocava bateria na noite de Salvador, tendo inclusive tocado com Raul Seixas antes da formação original dos Panteras.

Estreou na TV Excelsior em 1967 fazendo imitações no programa de Raul Gil, passando em seguida para a atração "Show do Riso". Desde então atuou em programas infantis e humorísticos como Chico City, Os Pankekas e A Praça é Nossa e também no teatro e no cinema.” [...]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Rony_C%C3%B3cegas

Programa: Acervo Arquivo Nacional/Fundo TV Tupi
Programa “Flávio em Tempo Livre” (3ª parte) – TV Tupi - 30/07/1978
Apresentação do comediante Rony Cócegas, parodiando a canção "A noite vai chegar", composição de Paulinho Camargo, sucesso na voz de Lady Zu.
BR RJANRIO NO.0.PGV.332
OBS: O material original foi digitalizado a partir de uma fita quadruplex e apresenta falhas técnicas na imagem e no som.

[Odete Lara]17/04/192904/02/2015“Odete Righi Bertoluzzi (São Paulo, São Paulo, 1929 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 20...
17/04/2026

[Odete Lara]
17/04/1929
04/02/2015

“Odete Righi Bertoluzzi (São Paulo, São Paulo, 1929 – Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 2015). Atriz, cantora. Integra alguns elencos em televisão e teatro, mas se destaca sobretudo no cinema, em comédias e, principalmente, em dramas. Vive personagens variadas com tanta veracidade que é tida como uma das atrizes mais relevantes para a modernização do cinema nacional. Em sua trajetória artística, vivida sob o nome de Odete Lara, também canta e escreve.

Após iniciar a vida profissional como secretária e datilógrafa, faz curso de modelo e chega à TV Tupi, onde inicia sua carreira de atriz de teleteatro em Luz de gás (1954), com Tônia Carrero (1922-2018) e Paulo Autran (1922-2007), e se torna conhecida no programa TV de vanguarda (1952-1967). Ao longo de sua carreira, a atriz faz também algumas novelas, na Tupi, assim como em outras emissoras, como Excelsior e Rede Globo.

Da televisão, migra para o palco do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC). Atua em alguns espetáculos e chega a ser premiada, mas é no Grupo Opinião que tem a vivência mais produtiva. Lá, a atriz dá vazão à militância política, seja no palco, participando de montagens que contestam a ditadura militar (1964-1985)1, seja fora dele, em passeatas e assembleias de classe. Certa vez, questionada por agentes da repressão sobre quem era o autor de uma peça, diz que é Sófocles (406-496) e que ele não está disponível. Questionada sobre o endereço, diz que não poderia informar. Indagada se está sonegando informações, responde que não, porque Sófocles havia morrido havia mais de 2 mil anos – o dramaturgo grego viveu no século V a.C.

Outro ponto positivo da vivência no Opinião, segundo ela, é conhecer músicos. Estabelece parceria com Vinicius de Moraes (1913-1980) no show “Skindô”, que deu origem ao disco Vinicius e Odette Lara (1963). Também grava Contrastes (1966), com composições de Vinicius e Tom Jobim (1927-1994), e tem parcerias com outros músicos, como Chico Buarque (1944).

Embora tenha carreira importante no teatro, é no audiovisual que estabelece carreira mais longeva e onde se sente estimulada pela proximidade com a câmera. Considera que o cinema permite um envolvimento mais amplo com a obra, que extrapola a função de atriz. Somando produções para cinema e televisão, atua em mais de 40 títulos, a maioria num intervalo de 20 anos, de 1954 a 1974.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
ODETE Lara. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/5021-odete-lara.
Acesso em: 17 de abril de 2026. Verbete da Enciclopédia.�ISBN: 978-85-7979-060-7

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Legenda no verso da foto: “Boca de Ouro” em Pré-Estreia – Hoje, às 22 horas, no Metro Copacabana, pré-estréia de “Boca de Ouro”, produção da Copacabana Filmes e Herbert Richers, dirigida por Nelson Pereira dos Santos, e baseada na peça de Nelson Rodrigues. No elenco: Jece Valadão, Odete Lara (foto), Daniel filho, Maria Lúcia Monteiro, Geórgia Quental, Maria Pompeu. Sem convite não entra ninguém. Rio de Janeiro, 1963
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17/04/2026

[Max Nunes]
17/04/1922
11/06/2014

"Max Newton Figueiredo Pereira Nunes (Rio de Janeiro, 17 de abril de 1922 — Rio de Janeiro, 11 de junho de 2014) foi um humorista, ator, autor, escritor, roteirista, redator, diretor, produtor, compositor, letrista médico e polímata brasileiro.” […]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Max_Nunes

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Araken Távora e Júlio César entrevistam Max Nunes. [Ano: 1977]
BR RJANRIO FS.0.FIL.660

16/04/2026

[Opinião Pública - Medo de Avião]

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Entrevista com passageiros em aeroporto (Santos Dumont) sobre o medo de viajar de avião.
Simulador de cabine de pilotagem de avião. Rio de Janeiro, década de 1970.
BR RJANRIO FS.0.FIL.843

16/04/2026

[Rádio Nacional]

“Alô! Alô! Brasil! Aqui fala a Rádio Nacional do Rio de Janeiro! Com essa frase o locutor paulista Celso Guimarães (1907 – 1996) inaugurou a PRE-8, a Rádio Nacional, às 21h, do dia 12 de setembro de 1936. Presente na memória afetiva dos brasileiros e um marco na Era do Rádio no país, foi um veículo de massa de grande influência em sua época…”

Fonte e texto na íntegra:
https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?p=33558

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Rádio Nacional (RJ) - 40 anos - 4/6/1976
- Locutoras narrando a história da Rádio Nacional, seus 40 anos de existência, sua programação.
- Depoimento de Lorival Marques falando da produção e programação da Rádio Nacional.
- Operadores de som - programação.
Obs: PROGRAMA: CADERNO 2 - RÁDIO NACIONAL, 40 ANOS; de 04/06/76.
BR RJANRIO FS.0.FIL.496

Endereço

Praça Da República, 173
Rio De Janeiro, RJ

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