Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo

Arquivo em Cartaz - Festival Internacional de Cinema de Arquivo Festival Internacional de Cinema de Arquivo Arquivo em Cartaz se apresenta como um instrumento de fortalecimento de laços institucionais e profissionais.
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Arquivo em Cartaz surgiu vocacionado para divulgar e incentivar a realização de filmes com imagem de arquivo e para debater e refletir a preservação de acervos cinematográficos. Os filmes propriamente ditos e seus documentos relacionados, como roteiros, críticas, memórias, fotos e cartazes, ganham destaque em diferentes iniciativas. Não se trata do lançamento de mais um evento de cinema, mas de um

espaço permanente de exibição, debate, formação e capacitação. Trazemos luz e projeção para os arquivos e cinematecas, que lutam incansavelmente para preservar e difundir uma parcela da história cinematográfica brasileira. Arquivo em Cartaz incentiva a pesquisa, o uso e a criação. Disponibiliza parte do acervo de imagens em movimento do Arquivo Nacional para que novas produções possam ser realizadas durante a Oficina de Criação Lanterna Mágica. Diante da importância de se preservar a história do cinema mediante os seus documentos, Arquivo em Cartaz fomenta a capacitação e formação. Especialistas renomados disponibilizam parte do seu tempo para compartilhar conhecimentos preciosos e específicos com profissionais, estudantes e interessados em geral na conservação de fotografias, películas cinematográficas e fitas videomagnéticas. Política de uso

Esse é um espaço de interação e diálogo. Sugestões de novos assuntos e conteúdos relacionados ao Festival Internacional de Cinema Arquivo em Cartaz são bem-vindas. Todo o conteúdo postado será moderado. Insultos, difamações, propaganda e todo material que não esteja relacionado ao assunto discutido na postagem podem ser removidos.

É importante lembrar que todo e qualquer material publicado e opinião expressa é de exclusiva responsabilidade de seus autores e não reflete, necessariamente, a opinião do Festival Internacional de Cinema de Arquivo - Arquivo em Cartaz.

16/05/2026

[Dia do Gari]

Filmete: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Secretaria de Imprensa e Divulgação da Presidência da República
F-114 Sujismundo I
Desenho animado: Homem (Sujismundo) caminha pelas ruas largando lixo nas calçadas, gari vai atrás recolhendo o lixo; Sujismundo termina dentro da lata de lixo (cartela:\"Povo desenvolvido é povo limpo\"). Obs: apresentação do personagem Sujismundo, que viria a se tornar bastante popular. [Ano: 1972]
BR RJANRIO U3.0.FIL, FIT.546

[Piscina Olímpica – C. R. Guanabara]Fundado em 1899, o Clube de Regatas Guanabara inaugurou no dia 13 de janeiro de 1935...
15/05/2026

[Piscina Olímpica – C. R. Guanabara]

Fundado em 1899, o Clube de Regatas Guanabara inaugurou no dia 13 de janeiro de 1935 a primeira piscina olímpica do Brasil. Instalada na Enseada de Botafogo, na Baía de Guanabara, a piscina foi palco de importantes campeonatos de Natação, Saltos e Pólo Aquático.
Com presença expressiva de público, a fotografia mostra a cerimônia de inauguração registrada pelas lentes da Companhia Cinematográfica Cinédia, como podemos observar pela posição estratégica do cinegrafista.

Para mais informações sobre o Clube de Regatas Guanabara, visite:
https://www.crguanabara.com.br/o-clube?fbclid=IwY2xjawRzwP1leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFvNTJVbkVXeWlqd1BzOXFwc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHnnw4ek5vZUZJKVinD5Q7b5pxGS2J3AIX-BLLJ00Gtp1OX3Vcjn8VMbuc_Yo_aem_I7G7PrnAxG5RgXJ6V7WnTA

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Inauguração da Piscina do C. R. Guanabara – Rio de Janeiro, 1935
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[Exposição Senhora Liberdade]
14/05/2026

[Exposição Senhora Liberdade]

A exposição Senhora Liberdade foi prorrogada!

Até o dia 12 de junho você poderá conhecer a mostra! Histórias de dez mulheres do século XIX que “ousaram” reivindicar a liberdade que sempre lhes pertenceu serão contadas na exposição “Senhora Liberdade: mulheres desafiam a escravidão”, no Arquivo Nacional, no Centro do Rio de Janeiro.

A exposição traz dez enormes painéis resgatando esses casos a partir dos documentos lotados no Arquivo. Dez historiadoras especialistas no tema trazem comentários sobre as vivências dessas mulheres.

A mostra é uma parceria do Arquivo Nacional com o Center for Latin American Studies da Universidade de Pittsburgh (CLAS).

A visitação à exposição é gratuita e estará aberta ao público, de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h, na sede do Arquivo Nacional.

Senhora Liberdade: mulheres desafiam a escravidão
Até o dia 12 de junho de 2026
Arquivo Nacional: Praça da República, nº 173 - Centro - Rio de Janeiro

14/05/2026

[História e Acessibilidade]

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Alunos do Instituto Benjamin Constant visitam o Museu Histórico Nacional (RJ). [Ano: 1977]
- Orientadora dando informação a aluna deficiente visual no Museu Histórico Nacional.
- Depoimento de coordenadora do Museu Histórico Nacional.
- Salas do Museu, coordenadora com deficientes visuais.
- Aluna deficiente visual faz reconhecimento táctil de peças históricas do Museu.
- Explicações de coordenadora sobre objetos expostos no Museu Histórico Nacional do Rio de Janeiro.
BR RJANRIO FS.0.FIL.598

14/05/2026

[Os 5 Jotas - Na onda do Iê Iê Iê]

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundação Centro Brasileiro de TV Educativa
Trechos de filmes da série Primeiro Plano. Apresentação de Luís Jatobá, Terezinha Mendes e Cid Moreira. Filmes da década de 60.
Conjunto Os 5 Jotas apresenta “O touro Ferdinando”.
BR RJANRIO FS.0.FIL.499

[Angela Maria]13/05/192929/09/2018"Angela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Macaé, 13 de maio de 1929[nota...
13/05/2026

[Angela Maria]
13/05/1929
29/09/2018

"Angela Maria, nome artístico de Abelim Maria da Cunha (Macaé, 13 de maio de 1929[nota 1] – São Paulo, 29 de setembro de 2018), foi uma cantora, compositora e atriz brasileira, expoente da Era do Rádio, considerada dona de uma das melhores vozes da MPB e eleita a Rainha do Rádio em 1954.[1] Também é uma das cantoras brasileiras que mais venderam discos, cerca de 60 milhões de discos.[2] Angela Maria é conhecida pelos grandes críticos da música nacional e internacional como a maior voz do Brasil.[3][4]

Intérprete de canções como Babalu (Margarita Lecuona), Gente Humilde (Garoto/Chico Buarque/Vinicius de Moraes), Cinderela (Adelino Moreira) e Orgulho (Waldir Rocha/Nelson Wederkind), serviu como fonte de inspiração para artistas como Elis Regina, Djavan, Milton Nascimento, Ney Matogrosso, Cesária Évora e Gal Costa, além de ter sido, comprovadamente pelo Ibope, por um longo período, a cantora mais popular do Brasil e conquistado a admiração de personalidades como Édith Piaf, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitschek, Amália Rodrigues e Louis Armstrong.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Angela_Maria?fbclid=IwY2xjawRx2jRleHRuA2FlbQIxMABicmlkETFYeW0zNHBldjdub1V6N1Nnc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHjbJqxPqXwq76G6isiIk73rtg_mA9g4KV2puh-HcAZ6IC-QGP82xwRdOd5nZ_aem_xNSLTVZX6h_8UnAcu9X5bA

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Ângela Maria - 1965
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Ouça Angela Maria:
https://www.ouvirmusica.com.br/angela-maria/241700/?fbclid=IwY2xjawRx2q9leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFYeW0zNHBldjdub1V6N1Nnc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHmyaaf9vby3eplTang5AXMAZknFbEr_eGYJ-2YmmfKgo5QGUwikg_ZMPsy8g_aem_08EPZsDh4HhZDEAcKITnVg

[“Tião: um fotógrafo da Providência” - Museu de Arte do Rio]
13/05/2026

[“Tião: um fotógrafo da Providência” - Museu de Arte do Rio]

[Lima Barreto]13/05/188101//11/1922“Afonso Henriques de Lima Barreto (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1881 - idem,1922)....
13/05/2026

[Lima Barreto]
13/05/1881
01//11/1922

“Afonso Henriques de Lima Barreto (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1881 - idem,1922). Romancista, contista, cronista e jornalista. Definida pelo próprio autor como "militante", sua obra está quase inteiramente voltada para a investigação das desigualdades sociais e da hipocrisia e falsidade dos homens. Com frequência adotando a ironia, o humor e o sarcasmo, ora alcança altos níveis de criatividade e realização estética, ora abdica de maiores preocupações artísticas para se assumir como panfleto ou meio de documentação social, política e histórica.

Filho de pai tipógrafo (João Henriques de Lima Barreto) e mãe professora (Amália Augusto Barreto), o escritor é apadrinhado pelo visconde de Ouro Preto (1836- 1912), influente ministro do Império, que lhe garante uma educação escolar de qualidade. Torna-se órfão de mãe ainda na infância.

Ingressa na Escola Politécnica em 1897, mas, reprovado continuamente em diversas matérias e obrigado a sustentar os irmãos, por causa dos problemas psiquiátricos do pai, abandona os estudos. Em 1903, torna-se funcionário público ao ingressar no setor burocrático da Secretaria de Guerra, passando também a colaborar intensamente com a imprensa do Rio de Janeiro, publicando artigos e crônicas em periódicos como Correio da Manhã, Jornal do Commercio e A Gazeta da Tarde. Com amigos literatos, funda e dirige a revista Floreal, que tem apenas dois números.

Estreia como romancista no ano de 1909, com a publicação de Recordações do Escrivão Isaías Caminha. Em 1911, em formato de folhetim, nas páginas do Jornal do Commercio, publica Triste Fim de Policarpo Quaresma, que se torna sua obra mais célebre, editada em livro apenas quatro anos depois. O romance narra a história de Policarpo Quaresma, homem de inteligência mediana, mas de nacionalismo e boa-fé inabaláveis. Agindo de modo a valorizar e popularizar ideais do que ele julga ser a verdadeira cultura brasileira, Quaresma obtém da sociedade uma resposta sempre dura, sendo classificado como louco (ora inofensivo, ora perigoso).

Como observa o romancista e crítico Osman Lins (1924-1978), esse "é um romance sobre o desajuste entre o imaginário e o real, entre a idealização e a verdade, entre a ideia que o personagem-título faz do seu país e o que o seu país é realmente"1. A obra também procura ridicularizar o apego da sociedade aos títulos, sobretudo o de bacharel, bem como as instituições políticas da época, sua burocracia e sua inoperância.

Já em O Homem que Sabia Javanês (1911) é apresentado o caso de uma pessoa que, afirmando dominar o idioma javanês sem na realidade conhecê-lo, consegue enganar boa parte da sociedade carioca da época e até mesmo ascender na carreira política, acadêmica e diplomática com base nessa mentira. A certa altura, o personagem declara: "Imagina tu que eu até aí nada sabia de javanês, mas estava empregado e iria representar o Brasil em um congresso de sábios", trecho que representa uma crítica contundente à predominância das aparências nos meios sociais e políticos do período retratado.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
LIMA Barreto. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/1555-lima-barreto.
Acesso em: 13 de maio de 2026. Verbete da Enciclopédia. ISBN: 978-85-7979-060-7

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Lima Barreto
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12/05/2026

[Ruth de Souza]
12/05/1921
28/07/2019

“Ruth Pinto de Souza (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1921 - idem, 2019). Atriz. Pioneira no teatro, cinema e televisão, é a primeira artista negra a conquistar projeção na dramaturgia brasileira. Em sua longa trajetória, de repercussão internacional, contraria as construções estereotipadas de personagens negros. Com consciência política, cria gestuais e universos próprios para as mulheres que representa.

Nasce na zona norte do Rio de Janeiro, no bairro de Engenho de Dentro, e logo se muda com a família para um sítio em Porto Marinho, interior de Minas Gerais. Aos 9 anos de idade, volta para a capital carioca após a morte do pai. Encanta-se pelo teatro e o cinema quando assiste ao filme Tarzan, o Filho das Selvas (1932). Com ingressos que a mãe, lavadora de roupas, ganha das patroas, vai assistir a espetáculos no Theatro Municipal.1

Enfrenta reações de descrença e chacota à decisão precoce de ser atriz, numa época em que é incomum para artistas negras fixarem uma carreira profissional de atuação, por causa da estrutura social ra***ta.

No começo da década de 1940, Ruth conhece o Teatro Experimental do Negro (TEN), grupo capitaneado pelo escritor e dramaturgo Abdias Nascimento (1914-2011), ao qual se integra em 1945. Estreia nos palcos do Theatro Municipal do Rio de Janeiro aos 24 anos, como ponta na peça O Imperador Jones, do dramaturgo norte-americano Eugene O’Neill (1888-1953). Sua primeira grande atuação acontece em 1947, em O Filho Pródigo, do escritor Lúcio Cardoso (1912-1968).

Nesse início de carreira, tem seu trabalho reconhecido por parte da imprensa. Em 1948, a colunista Maria Nascimento aponta-a como exemplo da “nova mulher negra” no jornal Quilombo: “Além de intérprete dotada de rara sensibilidade e poder expressional, ela é uma personalidade forte e interessante, estudiosa de todos os problemas de arte, inteligência alerta e sequiosa de aprender sempre mais”.2 Com o TEN, Ruth assume papel provocador de um teatro de intervenção e experimentação cênica, voltado à denúncia da exclusão social e da opressão cultural do negro no Brasil.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
RUTH de Souza. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/21614-ruth-de-souza.
Acesso em: 12 de maio de 2026. Verbete da Enciclopédia.�ISBN: 978-85-7979-060-7

Vídeo: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Divisão de Segurança e Informações do Ministério das Relações Exteriores
Nascentes Negras da Música Brasileira
Trecho de “Maçambique - a saga da Rainha Jinga” - Apresentação de Ruth de Souza
Auto popular que conta a história da Rainha Jinga de Angola na comunidade de Morro Alto, Rio Grande do Sul. Narração de Ruth de Souza. Ano: 1989
BR RJANRIO Z4.0.PGV.26/3

[José Bispo Clementino dos Santos - Jamelão]12/05/191314/06/2008“Cantor. Compositor.Nascido no bairro de São Cristóvão, ...
12/05/2026

[José Bispo Clementino dos Santos - Jamelão]
12/05/1913
14/06/2008

“Cantor. Compositor.

Nascido no bairro de São Cristóvão, começou a ganhar a vida aos nove anos como pequeno jornaleiro. Ganhou o apelido de Jamelão na gafieira Jardim do Meyer, um dos muitos endereços de seu aprendizado de crooner. Foi levado à Mangueira pelo lendário compositor Gradim, amigo de Cartola e Carlos Cachaça, apesar de ter iniciado a trajetória de sambista acompanhando a mãe, Dona Benvinda, que saía na Escola Deixa Malhar, no Engenho Novo. Trabalhou como operário antes de começar a cantar em gafieiras...”

Fonte e texto na íntegra:
https://dicionariompb.com.br/artista/jamelao/ #:~:text=Cantor.,de%20seu%20aprendizado%20de%20crooner

Fotografia: Acervo Arquivo Nacional/Fundo Correio da Manhã
Jamelão - 1959
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Fotografia publicada na coluna “Para a sua Discoteca” de Claribalte Passos, no jornal Correio da Manhã, no dia 18 de janeiro de 1959, ilustrando a matéria “Sucessos para o Carnaval”.

Leia trechos da matéria publicada na edição nº 20.189 do Correio da Manhã:

Publicamos hoje uma série de letras de músicas para o próximo Carnaval, homenageando os compositores e cantores que vão disputar o renhido páreo de Momo de 1959. Alguns destes sucessos já "pintaram" indiscutivelmente entre as melodias preferidas do público. Ei-las.

"GUARDE SEU CONSELHO"
Samba: Luiz de França A. Nogueira. Gravação: Continental de Jamelão

I

Se ela gosta de mim,
O que é que você tem com isso?
Se ela não presta, é ruim.
Gostar dela é meu compromisso...
Guarde seu conselho professor,
O amor é forte, não tem idade nem cor...

II

Deixe que ela me trate com desdém,
Deixe que ela me trate com ironia.
Gosto dela professor, me sinto bem.
Se ela fosse o seu amor, que é que você faria...”

Para ler a matéria na íntegra, acesse o arquivo digital disponível na hemeroteca da Biblioteca Nacional:
https://memoria.bn.gov.br/pdf/089842/per089842_1959_20189.pdf?fbclid=IwY2xjawRvz65leHRuA2FlbQIxMABicmlkETFQZWwxMUhnUmxmZXJIcFlpc3J0YwZhcHBfaWQQMjIyMDM5MTc4ODIwMDg5MgABHt9HlQAiUP6EZvx2A9AB1473p-qfpGPBp8XTrDc9hJXZSugALmzSjPuZBaCa_aem_UHw7eQcwBv68rTDW8nBy7w

Ouça Jamelão:
https://www.kboing.com.br/jamelao/

Ouça Jamelão cantando "Guarde seu conselho":
https://www.google.com/search?q=guarde+o+seu+conselho+com+jamel%C3%A3o&oq=guarde+o+seu+conselho+com+jamel%C3%A3o&gs_lcrp=EgZjaHJvbWUyBggAEEUYOTIHCAEQIRigATIHCAIQIRigAdIBCjEyODU2ajBqMTWoAgiwAgHxBTTAvv39n3sN&sourceid=chrome&ie=UTF-8 =ive&vld=cid:0db6d768,vid:E8a5KUVz3Qo,st:0

11/05/2026

[Carlos Lyra]
11/05/1933
16/12/2023

“Carlos Eduardo Lyra Barbosa (Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1933 - idem, 2023). Compositor, violonista e cantor. O interesse pelo violão surge com seu tio Edgar, violonista. Na adolescência descobre as canções francesas dos cantores Charles Trenet, Edith Piaf e Jean Sablon. Posteriormente se interessa pelo jazz dos músicos norte-americanos Chet Baker, Gerry Mulligan, Stan Kenton e dos compositores Cole Porter, Irving Berlin e George Gershwin.

Das primeiras composições, da década de 1950, destaca-se Menina, apresentada em concurso da TV Rio, por Geraldo Vandré, com o pseudônimo Carlos Dias, em 1954, e depois gravada por Sylvia Telles, em 78 rpm pela Odeon. No ano seguinte, a canção Criticando é lançada pelo conjunto Os Cariocas.

No colégio, Lyra conhece Roberto Menescal, com quem funda, em 1957, uma academia de música, por onde passam Marcos Valle, Nelson Lins e Barros, Edu Lobo, Wanda Sá, Nara Leão, Chico Feitosa e Ronaldo Bôscoli, entre outros alunos. Com Bôscoli, compõe Lobo Bobo, Se É Tarde Me Perdoa, Saudade Fez um Samba e Canção que Morre no Ar, em 1957; e com o cantor Geraldo Vandré as músicas Quem Quiser Encontrar o Amor e Aruanda, em 1958. Mais tarde, João Gilberto inclui a música Maria Ninguém e duas outras da parceria com Bôscoli no repertório do LP Chega de Saudade, considerado um dos marcos históricos da bossa nova.

A convite do dramaturgo Chico de Assis, Carlos Lyra assume a direção musical do Teatro de Arena em São Paulo. Em 1960 realiza a trilha sonora para a peça A Mais Valia Vai Acabar, Seu Edgar, de Oduvaldo Vianna Filho, "Vianinha". Trabalha em parceria com o poeta Vinicius de Moraes, de 1960 a 1963. Essa é a fase mais rica de sua produção, com Você e Eu, Coisa Mais Linda, Minha Namorada, as 16 músicas que se transformam na peça teatral Pobre Menina Rica, o Hino da União Nacional dos Estudantes (UNE) e a Marcha da Quarta-Feira de Cinzas. Com Nelson Lins e Barros, compõe Só Amor, Caminho do Adeus, De Quem Ama, Nós Dois, Vem do Amor, canções de seu segundo disco, lançado em 1961.”[…]

Fonte e texto na íntegra:
CARLOS Lyra. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura Brasileira. São Paulo: Itaú Cultural, 2026.
Disponível em: http://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoas/4198-carlos-lyra.
Acesso em: 11 de maio de 2026. Verbete da Enciclopédia.
ISBN: 978-85-7979-060-7

Filme: Acervo Arquivo Nacional/Fundo TV Tupi
Trecho do programa Globo-Shell Especial: O Som do Povo, que apresenta Carlos Lyra interpretando “Os olhos da madrugada”, de sua autoria. O programa produzido pela Rede Globo de Televisão, foi dirigido por Gustavo Dahl e exibido no dia 07 de maio de 1972.
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Endereço

Praça Da República, 173
Rio De Janeiro, RJ

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