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Baseado no livro do Giuliano da Empoli, o filme O Mago do Kremlin estreia hoje (9/4) nos cinemas. No longa, Vadim Barono...
09/04/2026

Baseado no livro do Giuliano da Empoli, o filme O Mago do Kremlin estreia hoje (9/4) nos cinemas.

No longa, Vadim Baronov (Paul Dano) é o protagonista, um importante estrategista político durante a ascensão do Vladimir Putin (Jude Law).

Vale dizer que vi Nuremberg primeiro pra poder fazer este post ✌🏽

Quem matou JK?Quem matou João Goulart?André Sturm assumiu o desafio de amarrar fatos reais e ficção nesse filme que inve...
07/04/2026

Quem matou JK?
Quem matou João Goulart?

André Sturm assumiu o desafio de amarrar fatos reais e ficção nesse filme que investiga as mortes suspeitas de Juscelino Kubitscheck e João Goulart, nos anos 70, sob a sombra de uma possível conspiração chamada de Operação Condor, uma campanha de repressão coordenada pelas ditaduras com o apoio dos EUA.

Como protagonista do thriller temos Silvana (Mel Lisboa), que vive uma transformação indo de uma jornalista entediada das fofocas sociais a uma investigadora capaz de dar até a própria vida pela verdade, se preciso for.

Silvana tenta descobrir se o que está nas páginas de jornais é mesmo verdade, o que não foi contado e se existe uma conspiração que ameaça o país.

Filmado em apenas cinco semanas, na cidade de Iguape, interior de São Paulo, o longa acerta ao destacar a figura do censor (Nilton Bicudo), a personificação da proibição daquele perído em jornais, que dava ordens proibindo temas específicos, e ao mostrar a maldade da categoria dos jornalistas como uma classe egoísta, muitas vezes composta por pessoas ruins e dispostas a se aliar ao regime militar para obter benefícios.

Silvana sabe que corre riscos, o que em todo tempo nos é lembrando pela trilha sonora que colabora para o clima de suspense e nos lembra que ela pode ser a próxima vítima.

Mais do que seus aspectos técnicos para retratar os anos 70 com os carros, o estilo meio hippie com calças flare, plataformas e batas, o filme tem um valor nos faz sair da sala prontos para dar um Google e entender se tudo que vimos é real ou só ficcção.

Sturm entrega um thriller que, apesar das várias limitações, é um exercício de memória da Ditadura brasileira,resquícios do AI-5 e de toda a censura feita de forma oficial pelo governo, uma abertura da nossa caixa de pandora.

O filme chega aos cinemas dia 9/4 4 além de Mel Lisboa, o elenco ainda conta com Dan Stulbach, Nilton Bicudo e participação especial e muito bem-vinda de Pedro Bial.

31/03/2026

O André Sturm, diretor de A Conspiração Condor, resolveu responder a essa pergunta.

O longa estreia dia 9 de abril e na trama temos uma jornalista (Mel Lisboa) investigando as mortes suspeitas de JK e Jango em 1976.

O que você mudaria se pudesse falar com quem você era há 23 anos?Ditto foge do clichê juvenil e entrega uma narrativa qu...
26/03/2026

O que você mudaria se pudesse falar com quem você era há 23 anos?

Ditto foge do clichê juvenil e entrega uma narrativa que envolve a experiência do primeiro amor e o peso das escolhas e do tempo. É aquele tipo de filme que começa leve e despretensioso, mas te faz sentir o peso de cada decisão que a gente toma e das que a gente deixa passar.

Na trama temos um casal que conhece em 1999, ela uma caloura, ele um ano do segundo ano prestes a sair para a faculdade.

A relação amorosa fluiria naturalmente, não fosse a existência de um rádio amador que o faz ter conexões além das décadas com uma terceira pessoa.

Às vezes, a vida exige que a gente ouça uma voz que não pertence ao nosso tempo e em Ditto, essa engenharia toda é só o pretexto pra cruzamos 1999 e 2022 através de um rádio que pode alterar tudo na vida e na visão dos envolvidos.

O longa sul-coreano é distribuído pela e chega aos cinemas na quinta (26/03).

A premissa tenta humanizá-la nessa volta para casa para encarar o que nunca soube manejar, o cuidado com a vida, em vez ...
23/03/2026

A premissa tenta humanizá-la nessa volta para casa para encarar o que nunca soube manejar, o cuidado com a vida, em vez da facilidade de tirá-la.

Chloe (Isabel Myers), sua filha, já é uma adolescente e a relação de amorosidade e compreensão sofre uma mudança brusca. Caímos em um ressentimento rápido demais, seguido de um desentendimento banal e o sequestro dela pelo “Sindicato”, uma organização de tráfico humano que tenta se vender como uma “Alta Cúpula” do crime.

O título original, The Protector, era muito mais honesto em mostrar o fardo do cuidado, não só a explosão da vingança, porque agora Nikki precisa aprender a preservar a vida em vez de apenas tirá-la, mas o roteiro de Bong-Seob Mun é confuso demais para permitir que essa profundidade cresça.

A partir daí o filme dá um salto para ação e é onde também se perde. Os vilões como ‘o presidente’ e a cúpula são medrosos, fracos e sem a imponência que o gênero exige, fora a tentativa de usar o tempo como pressão (72 horas), que se perde na própria montagem porque saltamos para as 30 horas finais sem qualquer explicação do que foi feito nesse intervalo.

Adrian Grünberg (que já dirigiu Rambo) tenta imprimir um ritmo de destruição que o filme pede, com sangue, incêndio e perseguições, mas não consegue salvar o longa. A reviravolta final, para mim, é a pá de cal, em vez de abrir portas para uma nova franquia, ela enterra qualquer possibilidade de desenvolvimento interessante.

Infelizmente as comparações com Busca Implacável são inevitáveis, mas seria ótimo se tivéssemos uma protagonista feminina que não fosse apenas uma caricatura derivada de fórmulas que já vimos tanto. A sensação é que a Milla Jovovich entrega tudo, mas o roteiro não ajuda, um um desperdício de alguém como ela que já carregou uma franquia nas costas.

Para quem cresceu vendo a força dela em Resident Evil, o conselho é um só: guarde aquela imagem na memória.

Tem filme tão legal que a gente queria poder voltar ao primeiro dia em que vimos pra ter a mesma alegria da descoberta.
19/03/2026

Tem filme tão legal que a gente queria poder voltar ao primeiro dia em que vimos pra ter a mesma alegria da descoberta.

Uma caminhada a passos muito lentos…
16/03/2026

Uma caminhada a passos muito lentos…

Registros feitos no Teatro Dolby, em Los Angeles. 98ª Cerimônia do Oscar 🎬
16/03/2026

Registros feitos no Teatro Dolby, em Los Angeles.

98ª Cerimônia do Oscar 🎬

Registros da última noite no Teatro Dolby, em Los Angeles. 98ª Cerimônia do Oscar 🎬
16/03/2026

Registros da última noite no Teatro Dolby, em Los Angeles.

98ª Cerimônia do Oscar 🎬

Assisti a Hamnet, de Chloé Zhao, e posso dizer que esperava mais e, graças a Deus, não recebi. O filme é sensível, poéti...
15/03/2026

Assisti a Hamnet, de Chloé Zhao, e posso dizer que esperava mais e, graças a Deus, não recebi.

O filme é sensível, poético e tem o poder raro de nos descolar do tempo.

O filme não busca o impacto óbvio ou o choro fácil, mas sim uma conexão mais profunda com o tempo.

A sequência do teatro é sensível demais, é a arte salvando da morte, dando vida, expurgando a dor e trazendo o acalento necessário.

O grande trunfo do roteiro não está no que é dito, chorado, gritado, mas no silêncio que não ajuda a valorizar mais cada fala, é como se respeitasse o tempo de luto, medo e perdição deles, assim como o nosso aqui do outro lado.

Gostei da forma como as crenças e a sensitividade diante da morte conduzem a trama. A cena em que ele engana a morte e busca coragem é de derreter o coração.

Por quem você negaria a morte e daria a sua vida? Em quem dói mais a perda, naquele que esteve presente para se despedir ou naquele que não pode dizer adeus?

Não saio impactada, nem aos prantos, mas saio feliz por ter vencido o medo da dor e visto um dos filmes mais bonitos da temporada.

Era uma noite comum, mas um disparo mudou tudo para os policiais Jackson e Bryce. Pov: presença oculta aposta no found f...
13/03/2026

Era uma noite comum, mas um disparo mudou tudo para os policiais Jackson e Bryce.

Pov: presença oculta aposta no found footage e se você gosta dos filmes do gênero, vale lembrar que ele chegou aos cinemas essa semana 🎥

Não dá pra esperar o natural ou o comum vindo de Yorgos Lanthimos. Bugonia é um filmezinho sacana que passeia por tudo, ...
10/03/2026

Não dá pra esperar o natural ou o comum vindo de Yorgos Lanthimos.

Bugonia é um filmezinho sacana que passeia por tudo, vai das teorias da conspiração, fake news, a abismos psicológicos e abusos sociais, ele usa a nossa mente como sua melhor bolinha de pingue-pongue.

Teddy (Jesse Plemons) é uma figura complexa que quer “libertar” o humano de suas compulsões. Ao lado do seu primo ingênuo, Donny (Aidan Gillen), eles sequestram a CEO Michelle Fulmer (Emma Stone), acusando-a de ser uma extraterrestre usando o poder corporativo para exterminar a humanidade e começam uma guerra discursiva pra provar quem está certo.

Ao conhecermos a história de Teddy, tendemos a nos apiedar e até concordar com a loucura dele, mas não acreditar nela.

Bugonia está mais sangrento, violento e provocativo que os demais do diretor, apesar de ser interessante, pode ser totalmente cansativo para o espectador que espera algo “mastigado”.

Endereço

Rua Da Consolação, 2423.
São Paulo, SP
01416-001

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