Ciclovia da Berrini

Ciclovia da Berrini Importante ligação cicloviária entre a Zona Sul e Zona Oeste da Cidade de São Paulo, conectando

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS SEM FIM!Chega de enrolação!! DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!Vamos juntos pe...
22/07/2025

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS SEM FIM!
Chega de enrolação!! DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!
Vamos juntos pedir o FIM das obras e nossa ciclovia de volta!
ASSINE A PETIÇÃO e compartilhe com TODOS:
change.org/devolvamacicloviariopinheiros

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS INTERMINÁVEIS!!Obras que até o momento não trouxeram NENHUM benefício pra quem...
21/07/2025

11 ANOS DE INTERDIÇÕES E SUCESSIVAS OBRAS INTERMINÁVEIS!!

Obras que até o momento não trouxeram NENHUM benefício pra quem utiliza a bicicleta como transporte, esporte ou lazer!

ASSINE o abaixo-assinado:
https://chng.it/JFxjV2S4WK

Em meados de 2013, pouco antes do início das sucessivas obras intermináveis do Governo Estadual, ainda era possível percorrer toda a Ciclovia Rio Pinheiros, desde a Vila Olímpia, seguindo diretamente até Miguel Yunes, Santo Amaro ou Jurubatuba, sendo uma importante conexão cicloviária entre a Zona Sul e a Zona Oeste da Cidade de São Paulo. Claro, que na época ainda faltavam muito acessos e o Parque Bruno Covas nem sequer existia, mas os transtornos ainda eram muito menores nos primeiros e pouquíssimos 3 anos em que a ciclovia tinha de fato seus 22km de extensão originais.

No entanto, a partir daquele ano tudo mudaria com as constantes obras que impactariam diretamente o deslocamento e a usabilidade da ciclovia pelas pessoas que diariamente passavam por essa estrutura. Isso porque desde então o trecho entre a Estação Granja Julieta e a Ponte Estaiada f**aria interrompido por uma vergonhosa "novela" com mais de 10 temporadas e inúmeros atores como a Secretaria Estadual de Transportes , CPTM (gestora da ciclovia na época), EMAE, Metrô , ViaMobilidade e tantos outros, que contribuíram para a DESTRUIÇÃO dessa importante ciclovia com as obras do monotrilho na Linha 17 Ouro do Metrô.

Vários protestos e manifestações até conseguiram impedir o bloqueio total da ciclovia, com a criação da ciclovia na Margem Oeste do Rio Pinheiros, no entanto, as escadas temporárias acabaram se tornando definitivas, mesmo com a transformação dessa nova ciclovia no atual Parque Bruno Covas, que tinha promessas de transformá-las em rampas e não o fez. Assim, a obra do monotrilho, que deveria durar 2 anos, passado MAIS DE UMA DÉCADA, segue até hoje SEM PREVISÃO de término. Uma total irresponsabilidade!

Isso porque nem mencionamos outras inúmeras obras, que já impactaram as ciclovias em algum momento, como da Piratininga, Usina São Paulo, Prefeitura com a ampliação da marginal, Semil com os gabiões e tantas outras que desconsideraram o deslocamento das pessoas em bicicletas com desvios por lama e/ou interdições, desconsiderando totalmente o ir e vir de quem depende das ciclovias.

O pior "exemplo", é a ViaMobilidade que também passou a impedir o deslocamento das pessoas em bicicletas por pelo menos 4 anos, na altura da Estação Sto. Amaro, devido a obras totalmente equivocadas, que bloquearam a ciclovia em ambas as margens do Rio Pinheiros, onde até mesmo uma estrutura chegou a cair sobre as águas do rio.

Apenas recentemente essa passagem pela Estação Sto. Amaro foi liberada, no entanto, a ViaMobilidade e a Construtora EGTC deixou muitos problemas de acessibilidade, deterioração das ciclovias originais com muito lixo, entulho e asfalto que era bem liso, antes das obras, hoje está totalmente rachado, devido ao tráfego de caminhões e guindastes, que usaram a ciclovia como passagem desde Miguel Yunes até Sto. Amaro. As empresas (IRRESPONSÁVEIS) fizeram apenas remendos e reparos pontuais, deixando grande parte da ciclovia TRINCADA atualmente!

Pra completar, a ViaMobilidade também não realizou NENHUMA CONTRAPARTIDA pelo impacto causado durante todos esses anos. A estação / terminal de ônibus, por exemplo, não possui bicicletário, mesmo após as obras de ampliação, algo previsto na legislação municipal, após obras de revitalização ou construções, algo demandado há muitos anos pela falta dessa estrutura no Terminal Guido Caloi. Também não pensaram em incluir a bicicleta, permitindo a conexão entre a Ciclovia Rio Pinheiros e o Parque Bruno Covas pela estação, facilitando a travessia entre as margens do Rio Pinheiros. Que empresa de "MOBILIDADE" é essa que não pensa nem mesmo a integração com o uso da bicicleta?

Recentemente, também REMOVERAM o acesso temporário à ciclovia na Ponte do Socorro, sem construir alguma nova alternativa, ignorando totalmente a recomendação dos ciclistas, que propuseram um acesso definitivo por rampas. Agora, as pessoas precisam dar uma volta ENORME, desde o Largo do Socorro até a Ponte João Dias e VOLTAR TUDO DE NOVO pela margem oposta, pra só então chegar por baixo novamente da Ponte do Socorro e conseguir prosseguir em direção à Jurubatuba e Miguel Yunes. SURREAL!!

Lamentavelmente esses e outros inúmeros absurdos continuam, com interdições, falta de acessibilidade, falta de segurança e até mesmo redução do horário de funcionamento, devido à falta de iluminação/manutenção, restrição de horário que sequer deveria existir por se tratar de uma via teoricamente pública.

Se fôssemos de qualquer órgão ligado aos problemas que vemos hoje em dia, teríamos VERGONHA em dizer que a Ciclovia Rio Pinheiros é a maior estrutura cicloviária da América Latina.

Precisamos impedir que essas empresas continuem destruindo nossa ciclovia e a devolvam em boas condições de uso!

Queremos:
* Devolução da Ciclovia Rio Pinheiros à população, sendo liberada integralmente de Villa-lobos a Miguel Yunes;
* Restauração da iluminação e manutenção constante, bem como, o término do projeto de implantação de postes/luminárias em toda a extensão da Ciclovia Rio Pinheiros, Parque Bruno Covas e Ciclovia do Trabalhador;
* Recuperação do pavimento entre Miguel Yunes e Estação Sto. Amaro;
* Implantação de um novo acesso à Ciclovia Rio Pinheiros por rampas na Ponte do Socorro;
* Restauração total do pavimento/gradis da Ciclovia do Trabalhador, entre o Largo do Socorro e o Pomar Urbano;
* Bicicletário seguro, coberto, padronizado nos moldes das estações mais recentes da Linha 5 Lilás.

DEVOLVAM a Ciclovia Rio Pinheiros!

Ciclistas do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 lançam abaixo-assinado contra o fechamento da  e do Parque Bru...
23/07/2023

Ciclistas do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 lançam abaixo-assinado contra o fechamento da e do Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros .

O Governo do Estado de São Paulo e a , estão querendo interditar ambas as ciclovias nos próximos dias, sem oferecer uma rota segura aos cidadãos que utilizam a bicicleta como meio de transporte e sem diálogo com o Ciclo Comitê Paulista, que era até então, o único canal de comunicação entre o governo e os ciclistas.

O comitê foi paralisado desde a última eleição, onde a gestão e da está realizando diversos retrocessos de maneira autoritária e sem diálogo com os usuários, que buscam mais estrutura para quem pedala no Estado de São Paulo, incluindo as obras da Rota Cicloturística Márcia Prado, que seguem paralisadas devido à falta de responsabilidade do governo estadual em cumprir a legislação sob a lei estadual nº 16.748/2018 e do Plano Cicloviário Estadual lei estadual nº 10.095/1998.

Assine o abaixo-assinado para a retomada dos trabalhos do Ciclistas do Ciclo Comitê Paulista 2023/2025 e pela NÃO interdição da Ciclovia Rio Pinheiros:
https://change.org/ciclocomitepaulista

22/07/2023

CICLOVIA RIO PINHEIROS E PARQUE BRUNO COVAS TERÃO BLOQUEIO TOTAL DURANTE MESES

Interdição da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP do Governo do Estado de São Paulo na gestão Tarcísio Gomes de Freitas deverá ocorrer já nos próximos e deve prejudicar o deslocamento de milhares de cidadãos que utilizam a ciclovia como locomoção

Confira os fechamentos que podem iniciar nos próximos dias e os já existentes no Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros/

- Trecho Parque Cidade Jardim/Usina: a partir do dia 01/08 para obras dos gabiões do Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE
- Trecho Parque Estaiada/Ponte Laguna: praticamente FECHADO desde Março/2023. Local já possou por obras, mas segue fechado, mesmo estando sem intervenções de maquinário
- Acesso Parque Hub Global: praticamente FECHADO desde. Portão original de acesso foi fechado para intervenções do Parque Global
- Ciclopassarela Flutuante atende ambos lados: FECHADA a partir de 21/07
- Travessia Ponte João Dias ambos lados: FECHADA a partir de 21/07
- Trecho Estação Santo Amaro Linha 5 Lilás ambos lados: FECHADO em Agosto
- Trecho Estaiada/Morumbi Ciclo Rio Pinheiros: FECHADO desde Fevereiro/2014
- Trecho Jaguaré/Cidade Universitária Ciclo Rio Pinheiros: FECHADO desde 12/07

O uso da bicicleta é fundamental nas ciclovias do Rio Pinheiros, tanto no lado leste ( ) como oeste ( Parque Bruno Covas Novo Rio Pinheiros ), tendo destinos diferentes em cada uma das margens, mas ambas realizam um papel muito importante, sendo as principais ligações cicloviárias da Zona Sul com a Zona Oeste, se não houvessem as obras interrompendo o fluxo. Atualmente as ciclovias também não estão se complementando totalmente como alternativas, visto que a ausência de mais acessos e travessias acessíveis ainda é um sério problema.

Com as interdições isso se agrava, pois nem mesmo as opções existentes estarão operacionais. Por exemplo, a Ciclopassarela Flutuante já está fechada, assim como sua alternativa na Ponte João Dias. Com isso, o trecho sul da Ciclovia Rio Pinheiros f**ará totalmente isolado entre Santo Amaro e Miguel Yunes. Além disso, restou apenas mais um pequeno trecho entre a Vila Olímpia e a Ponte Universitária, também por conta das obras. Já na margem oeste, onde f**a o Parque Bruno Covas, interdições totais seguirão na mesma linha, impossibilitando também chegar à Zona Oeste pela Ponte Cidade Jardim, sem nenhuma opção ou saída, pois a não cede a travessia existente pra uso dos ciclistas. Tudo isso sem falar que a Ciclovia Rio Pinheiros já estava com o bloqueio das obras do monotrilho da Linha 17 Ouro há quase 10 anos e sem previsão de término. Ou seja, ambas as ciclovias estarão nos próximos dias praticamente sem sua função primordial durante vários meses: o deslocamento dos cidadãos.

Pra completar, ainda no próximo mês de Agosto, retornarão as obras da ViaMobilidade do Grupo CCR na Estação Santo Amaro da Linha 5 Lilás, que também bloquearão integralmente ambas as ciclovias nas margens do Rio Pinheiros. Nesse caso haverá desvios, no entanto, teremos apenas uma única rampa no Terminal Guido Caloi (lado Parque) e demais acessos provisórios há intenção da construtora em implantar escadas, que seriam instaladas na Ponte do Socorro e na saída da ciclovia pra Estação Santo Amaro da Linha 9 Esmeralda. Porém, como bem sabemos, as escadas dificultam/impossibilitam o uso de pessoas idosas, crianças, mobilidade reduzida, triciclos, handbikes, carretinhas de carga/crianças, bicicletas de carga, bicicletas pesadas e outros, inviabilizando o uso da ciclovia e colocando essas pessoas em risco.

O ponto de apoio na Estação Santo Amaro, também poderá ser desativado e substituído por outro provisório, sendo que o ideal seria implantar um novo definitivo na Estação Jurubatuba. O essencial mesmo, seria que a ViaMobilidade integrasse a bicicleta com o metrô da Linha 5 Lilás nas estações periféricas com a implantação de bicicletários seguros e segregados em estações como Santo Amaro (Terminal Guido Caloi), Campo Limpo, Capão Redondo, onde algumas disponibilizam apenas paraciclos em área aberta, sendo nada recomendável. No Terminal Guido Caloi também faz falta uma ciclovia integrando a avenida em frente com o Parque Bruno Covas e a Ciclovia Rio Pinheiros. Atualmente as pessoas precisa pedalar na contra-mão pelo terminal de ônibus, por falta de estrutura que a Secretaria dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo não implantou.

Gostaríamos de entender o que se passa pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP na gestão de para tamanha falta de respeito na implementação de obras nas margens do Rio Pinheiros. Obras que também são questionáveis do ponto de vista ambiental, visto que transforma o rio em um canal murado com pouquíssimos acessos dos animais, quando o plantio de árvores nas margens, seria o mais indicado para conter as erosões que ocorrem no local. Na questão da mobilidade dos cidadãos que utilizam as margens pro ir e vir, nem se fala: é inadmissível tamanha falta de responsabilidade. A gestão do Governo do Estado de São Paulo precisa entender que o cidadão não precisa apenas quilômetros pra pedalar, mas sim de linearidade e conectividade pra ir e vir, sem interrupções. No entanto, as pessoas f**arão sem alternativas seguras "por questões de segurança" e terão que se locomover pelas pistas da marginais, como por exemplo, no lado Morumbi, Real Parque e Jardim São Luís, sendo que a Berrini, não atende a esses deslocamentos que o Parque Bruno Covas atende.

Vale ainda ressaltar que a convivência entre obras e os ciclistas é possível. A engenharia brasileira precisa aprender como se faz a execução de uma obra, utilizando o maquinário adequado para determinadas intervenções, pois ninguém fecha a Marginal Pinheiros aos veículos em ambos os sentidos por 90 dias ou mais, mesmo quando as obras são similares, como içamento de estruturas como irá ocorrer na Estação Sto Amaro da ViaMobilidade. Pelo contrário, muitas cidades ao redor do mundo, especialmente as comunidades européias vivem com constantes obras nas grandes cidades, mas jamais impedem o deslocamento das pessoas que pedalam no dia a dia. As ciclovias destes locais nunca são obstruídas e, quando raramente são, sempre há opções, jamais a interdição do destino. A ausência de educação por parte dos gestores públicos resulta no absurdo que vemos constantemente nas obras de nossa cidade. Triste e lamentável toda essa situação!

Estamos extremamente consternados com a forma que o uso da bicicleta como meio de transporte vem sendo tratado nas ciclovias pela Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística do Estado de SP , Departamento de Águas e Energia Elétrica - DAEE EMAE - Empresa Metropolitana de Águas e Energia. e Governo do Estado de São Paulo na gestão de Tarcísio Gomes de Freitas . É gravemente preocupante a falta de respeito, ausência de alternativas viáveis, obras sem planejamento, prazos não cumpridos e impacto causado ao cidadão, especialmente aquele que tem na bicicleta o seu ir e vir.

17/06/2022

Num futuro não tão distante, não haverá muito o que fazer. Essa omissão custará muito caro. Se hoje o prefeito reclama dos R$ 4 milhões, lá na frente os futuros prefeitos terão na mão uma bomba pre…

05/06/2022

TÁ CHEGANDO A HORA!! 🚲

É nesse DOMINGO, dia 5 de Junho na Praça do Ciclista (Av. Paulista) e no Pq. das Árvores (Grajaú) a partir das 08hs!

Convide seus amigos e sua família!

Tem mais grupos de pedais e parceiros somando rumo ao maior encontro comunitário pelo Meio Ambiente da Zona Sul na imagem.

Vamos juntos!!




08/04/2022
08/04/2022

Pela implantação de BICICLETÁRIO na Estação Santo Amaro e PERIFERIA!

Em São Paulo é comum vermos bicicletas nas estações de trem, metrô e terminais de ônibus. A Linha 5 Lilás não é exceção. A maior parte da Zona Sul não possui bicicletários nas estações de transporte coletivo, o que torna a intermodalidade com o transporte coletivo bem mais difícil.

As estações da Linha 5 na periferia não possuem bicicletários com segurança e controle de acesso (onde os cidadãos que utilizam a bike como transporte poderiam deixar suas bikes e pegar trens/ônibus). Nesses locais, existem apenas paraciclos em áreas abertas, o que é inseguro para deixar a bicicleta por várias horas, visto que há muitos relatos de furtos.

Na Estação Santo Amaro (Terminal Guido Caloi), a situação é ainda mais crítica, pois mesmo com uma enorme área disponível, não há nenhuma estrutura pra deixar as bicicletas com segurança. Com isso, é comum vermos que as pessoas precisam deixar seu meio de transporte ao relento em postes ou grades, o que é um grande risco.

Num contexto geral, a Linha 5 Lilás não possui bicicletários nas estações periféricas. Já nas estações em bairros nobres, como Alto da Boa Vista e Eucaliptos, há bicicletários com controle de acesso e cobertura, mas ainda assim, o horário de atendimento não coincide com a operação dos trens. Isso torna o uso desses bicicletários limitado, pois não atendem aos ciclistas que entram mais cedo ou saem mais tarde do trabalho. Também não dialoga com o restante da rede metropolitana, que possui o mesmo horário na operação das estações e bicicletários.

Ajude a pressionar os órgãos estaduais e a ViaMobilidade/Grupo CCR pela implantação desse bicicletário e melhorias, garantindo o acesso com segurança à intermodalidade entre a bicicleta e o transporte público, além de infraestrutura para conexão cicloviária e integração social do entorno!

Assine e compartilhe o abaixo-assinado com todos os seus amigos que desejam ter infraestrutura de bicicleta na Estação Santo Amaro / Terminal Guido Caloi!

www.change.org/BiclcletarioEstacaoSantoAmaro
LINK NA BIO/STORIES

Endereço

Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini
São Paulo, SP
04561-003

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