A identidade italiana no cinema - O melhor livro sobre filmes italianos

A identidade italiana no cinema - O melhor livro sobre filmes italianos Reencontre o filme italiano da sua vida, do Neorealismo a hoje notáveis filmes de aclamados cineastas Luiz Chiozzotto - https://www.imdb.com/name/nm13025821/

O cinema italiano por muito tempo foi denominado pela crítica arguta de intelectuais como de vanguarda, visionário, experimental e sobretudo anti-conformista. Levou plateias de todas as idades a fortes emoções e é uma inestimável fonte de ideias para criativos do mundo todo. Nesta página de divulgação do livro "FILMES QUE PROJETARAM A IDENTIDADE ITALIANA NO CINEMA", citamos também trechos de Luiz

Chiozzotto retirados de seu livro. A história do cinema italiano do Neorrealismo a hoje pela biografia de 100 renomados cineastas e 300 resenhas de seus melhores filmes. Siga no Instagram, acompanhe suas dicas dos melhores filmes italianos para ver hoje à noite.

Edição especial com 340 páginas celebrativa de 80 anos da Editora Cidade, este livro integra a vida e obra de 100 cineas...
01/02/2025

Edição especial com 340 páginas celebrativa de 80 anos da Editora Cidade, este livro integra a vida e obra de 100 cineastas italianos aclamados do cinema: Fellini, Pasolini, Scola, Garrone, Sorrentino e outros. Obra única no gênero, atualíssima e indispensável aos cinéfilos e admiradores do cinema, referência para atores, editores, roteiristas e críticos. Do Neorrealismo até nossos dias, os filmes são abordados com muita seriedade, embasamento teórico e pesquisas históricas raras. São 300 resenhas muito bem escritas - da comédia ao drama, do clássico ao underground, incluindo 50 títulos sobre o Fascismo, realizados desde o imediato pós-guerra a hoje. O livro intercala vivências pessoais do autor que conta em crônicas seu intercâmbio cultural na Itália nos anos 90, para o estudo de sociologia, bem como suas experiências empíricas com fotografia e cinema. Dialogando em linguagem fluente com diferentes produtos da cultura mundial Chiozzotto aborda temas políticos, econômicos, sociais e culturais - traços marcantes do cinema italiano e típicos do cinema europeu. Questões de identidade afetiva com a Itália também estão na pesquisa, excelente aos que estudam e ensinam a língua e cultura italiana e aos que sonham com intercâmbio cultural no país. Este 1º guia exclusivamente de filmes italianos do Brasil inicia pela análise de "Roma città aperta", àqueles filmes desta década. E na Roma clássica de Cinecittà narrada por Chiozzotto, uma congruência de fatores favoráveis permite desencadear um processo econômico, artístico e de relações sociais de características muito promissoras ao florescimento de uma 'comunidade cultural cinematográfica'. Cineastas, produtores, roteiristas e atores italianos criam e mantém por décadas uma linguagem cinematográfica de vanguarda, experimental, visionária que influencia, sobretudo Hollywood. Você só sabe a metade da história do cinema se não conhece o cinema italiano. Um guia valioso que deve estar sempre aberto na mesa de estudos de quem quer seguir carreira no teatro, TV e cinema, ou àqueles que querem ver um bom filme hoje à noite.

https://www.martinsfontespaulista.com.br/filmes-que-projetaram-a-identidade-italiana-no-cinema-864020/p?

Desde fevereiro de 2015 juntos, época dourada no FacebookOlá caríssimos seguidores desta página, desde fevereiro 2015 ju...
10/08/2024

Desde fevereiro de 2015 juntos, época dourada no Facebook
Olá caríssimos seguidores desta página, desde fevereiro 2015 juntos, agora chegou o dia da despedida.
É muito dispendioso a manutenção dela com a qualidade que prezamos. Nosso trabalho envolve pesquisa de conteúdo, horas de edição, criação de textos publicitários e banners. E tudo isso com as custas oriundas das vendas do livro "A identidade italiana no cinema - o melhor do cinema italiano".
O Facebook em absolutamente nada nos ajudou, ao contrário, a partir de 2020 alterou seu algoritmo e nossa página ficou escondida em um emaranhado de outras mensagens patrocinadas por corporações empresariais com seus produtos de consumo. Propaganda que chega até seu perfil de acordo com algo que um dia você curtiu ou comprou de alguma corporação que faz anúncio patrocinado no Facebook. Alterar o algoritmo para priorizar corporações foi uma manobra capitalista contra aos que acreditaram que o Facebook traria conteúdo. Mas se você está aqui, e se somos mais de 4000 mil, o que te atraiu foi o nosso trabalho diário de produção de conteúdo de altíssima qualidade sobre o cinema italiano. E é claro a sua participação nos curtindo, comentando etc, mas se nosso conteúdo não chega até você?!.
Por outro lado o Facebook ao privar você de receber nosso conteúdo usa você para descarregar publicidade de corporações.
O que chega nosso até você de nossa página de conteúdo orgânico é apenas 4,7% do que produzimos e publicamos diariamente, o resto é propaganda e publicidade de anunciantes pagantes e outras. Portanto, se você está vendo esta mensagem sinta-se um privilegiado, pois passou pelo buraco da agulha do algoritmo do Facebook.
Continuamos com atividades do cinema italiano elaborado de maneira diversa daqui, com trechos de filmes comentados em resenhas de Luiz Chiozzotto no Instagram, cujo endereço é o que segue: https://www.instagram.com/identidadeitaliananocinema/
- até lá!

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11/09/2023

11 setembro 1973, golpe de estado no Chile

Eu produzi muitíssimo cinema militante naqueles anos. Porque enquanto continuava a desenvolver ao lado de meu pai uma atividade profissional, paralelamente eu era politizado e me apaixonava pelos movimentos de liberação, como aquele argelino. Sentia que podia dar minha total adesão aos oprimidos daquela luta, para mim existia a escolha própria de me colocar ao lado dos oprimidos, assim encontrei-me vivendo uma experiência da qual acompanhei sua internacionalização: depois da Argélia, Cuba e todo o movimento na America Latina, sucessivamente no Vietnam, o movimento de liberação africano nas colônias portuguesas etc. Existia uma coligação entre todos esses movimentos e aqueles que cresciam também na Europa, e eu me envolvi como pude, com instrumentos que eram aqueles do cinema, também bastante sofisticados, porque eu tinha despertado minha consciência, evoluído tecnicamente ao lado de meu pai, Roberto Rossellini, portanto em uma escola humanista, e não unicamente política. Comecei a girar o mundo, a criar coligações com pequenos grupos de produção cinematográfica. Com essa experiência e com esse retro-terra comecei a trabalhar muito também na America Latina, na Argentina, no Brasil, no Chile. Me encontrei próximo a Allende durante a primeira campanha eleitoral de 64, que ele perde, e essa experiência chilena eu segui até os anos 70’, na segunda campanha eleitoral, que Allende vence. Forma-se agora no Chile uma estrutura que se chamava “Chile no mundo” para dar informações sobre o processo chileno e sensibilizar os setores intelectuais através de uma campanha que se chamava “operação verdade”. Foram grandes experiências, trágicas também. Tudo somado, filmes nós fizemos tantíssimos, em todos esses países, e inevitavelmente eu tropecei em dificuldades de compromisso político. Coloquei-me em posição defensiva, pois se acumulavam as denúncias e iniciava a ter dificuldades na relação com a Instituição da Justiça, que começara a criminalizar os valores em que eu acreditava, e eu fiquei muito ressentido. Em 70-71 o Chile viveu um momento muito difícil porque a imprensa internacional, fomentada dos Estados Unidos, dava uma imagem muito negativa da situação e do processo político chileno. Allende disse que considerava importante deixar uma entrevista em que lhe fosse dada a possibilidade de exprimir os verdadeiros conteúdos de seu programa, para contrastar as deformações de que era vítima, eu propus que ele deixasse uma entrevista filmada ao papai, propriamente para tentar com a combinação do nome dos dois, de chegar em muitas televisões. Papai era em Nova York, lhe telefonei e ele vem ao Chile cheio de entusiasmo. Trabalhamos junto com Allende por três dias para preparar a entrevista e depois gravamos. Depois, porem, ficou na gaveta até a morte de Allende porque nenhuma televisão quis transmiti-la. É uma entrevista estupenda, o encontro entre dois utopistas e um marxista utopista. É um verdadeiro e próprio confronto de ideias sobre o mundo, que porém foi recusado pelas televisões, também pela italiana, somente depois da morte de Allende. Os anos 70 foram uma grande reviravolta de tudo porque houve uma grande mudança política, o movimento do terceiro mundo foi profundamente poluído de uma ingerência de tipo conspirativa, iniciou-se a falar muito de luta armada e, segundo minha opinião, muito despropositado, e sobretudo no momento em que a União Soviética tentava controlar esse movimento infiltrando os seus agentes. Foi então que da minha parte comecei a dissociar-me dessa tendência de movimentos. Pessoalmente, depois, vivi um trauma político e pessoal terrível quando em 73, no Chile, aconteceu o golpe, quando centenas de pessoas com quem havia colaborado e havia uma relação muito intima foram assassinadas em poucos dias e me encontrei circundado de um panorama assustador de morte... (Renzo Rossellini) (FALDINI&FOFI,1984, trad.. CHIOZZOTTO, LUIZ).

- Domenico De Masi e Luiz Chiozzotto(...) Naquela época, colaborando com o ensino de Sociologia do Trabalho de De Masi, ...
11/09/2023

- Domenico De Masi e Luiz Chiozzotto

(...) Naquela época, colaborando com o ensino de Sociologia do Trabalho de De Masi, na Universidade La Sapienza, fui responsável pela coordenação geral do ensino, bem como pelo gerenciamento direto de alguns grupos de pesquisa. (...) Luiz Chiozotto estava em um grupo de pesquisa que eu conduzi pessoalmente e depois trabalhamos juntos por um ano inteiro. O ensino ativo fornecido pelo professor De Masi previa que os alunos, apesar de orientados por um pesquisador sênior, se encarregassem da ideação, do desenho, da realização da pesquisa e, finalmente, da elaboração do relatório final. (...) Luiz, dois ou três anos mais velho que a maioria de seus colegas do grupo, tinha na concretude e determinação, uma das suas qualidades mais notáveis. Por outro lado, enquanto se dedicava ao estudo das ciências sociais, ele também cultivava sua paixão pela fotografia, o que atraiu a atenção, primeiro de seus colegas de estudo e depois do próprio De Masi. A fotografia, na verdade, era um elemento de grande interesse do professor no estudo de grandes grupos criativos, como ele conta no livro "Emoção e a Regra": onde todos os grupos criativos, de fato, têm uma forte propensão a cultivar sua memória de forma visual, com pinturas, quando na época dos pintores e posteriormente com a fotografia. E com essa nossa abordagem didática éramos também uma grande organização criativa: ter um retrato fotográfico feito com bom gosto e habilidade por Luiz era para todos nós um motivo de grande satisfação. E assim durante algum tempo do ano letivo, era possível vê-lo, ora no pátio, ora entre os corredores, ora na entrada de nosso prédio em Via Salaria, socializando-se, enquanto procurava os melhores ângulos para retratar os colegas. O álbum com todas essas fotos ainda está no estúdio do professor De Masi. (PALUMBO, 2019 p. 8 - FILMES QUE PROJETARAM A IDENTIDADE ITALIANA NO CINEMA).

- O cinema italiano é uma síntese do que o Italiano viveu na fantasia e na realidade nesses últimos 80 anos. Vale à pena...
08/09/2023

- O cinema italiano é uma síntese do que o Italiano viveu na fantasia e na realidade nesses últimos 80 anos. Vale à pena rever antes de pleitear cidadania. E o livro "A identidade italiana no cinema - O melhor do cinema italiano" é o guia mais completo sobre o tema, já editado no Brasil.

Características: Brochura, formato 16 x 23 cm, 340p, peso 520g, papel Pólen Soft 80g. 2019. Autor: Luiz Chiozzotto; prefácios de Stefano Palumbo (S3 Studium - Itália) e Giovanni Alves (Tela Critica - Brasil). ISBN: 978-85-907765-1-2

lojas físicas e virtuais
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06/09/2023

(...) Como cineasta seu olhar para a sociedade é intuitivo, seco e realista; coloca em cena a fragilidade intrínseca da justiça, cujos representantes estão fadados à destruição por uma natureza selvagem de certos poderes instituídos. (...) (CHIOZZOTTO, 2019, p. 186 – fragmento do texto original do livro "FILMES QUE PROJETARAM A IDENTIDADE ITALIANA NO CINEMA" de Luiz Chiozzotto - https://www.imdb.com/name/nm13025821/?ref_=nv_sr_srsg_0).
Amplie sua experiência no cinema: Giuliano Montaldo: 58º cineasta em ordem alfabética do livro - ISBN 9788590776512, 340p.).

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Foto: Giuliano Montaldo e Pierfrancesco Favino no set de "L'industriale" (2011), de Montaldo

Siccità (2022), três anos sem chover em Roma é o caos à cidade eterna
06/09/2023

Siccità (2022), três anos sem chover em Roma é o caos à cidade eterna

Endereço

Avenida Paulista, 509/Bela Vista
São Paulo, SP
01311-000

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 22:00
Terça-feira 09:00 - 22:00
Quarta-feira 09:00 - 22:00
Quinta-feira 09:00 - 22:00
Sexta-feira 09:00 - 22:00
Sábado 09:00 - 17:00

Telefone

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Cinema italiano - histórias e cenários inesquecíveis amplia a experiência no cinema - dicas de comédias e dramas de ontem e hoje

Você só sabe a metade da história do cinema se não conhece o cinema italiano, suas histórias e cenários inesquecíveis. Uma fonte sugestiva e diferenciada de indicações de excelentes filmes para ver, de encantadores cenários nos quatro cantos da península.

Para o aprimoramento da língua e cultura italiana aos descendentes de italianos e simpatizantes do falar em italiano - a 4ª língua mais estudada no mundo, é um repertório incrível de diálogos contidos em filmes realizados em diferentes regiões da Itália. Do clássico ao underground os filmes italianos são imanentes de uma estética e linguagem únicas, pela particularidade de incorporar-se à história da arte, de um processo evolutivo da imagem concedendo-nos cultura e não só entretenimento.

Nos filmes italianos nos reconhecemos entre os personagens e nos sentimos como verdadeiros sujeitos portadores de sentidos, símbolos e valores italianos que são ao mesmo tempo universais.