Olhar Imaginário

Olhar Imaginário A Olhar Imaginário se destaca no cenário audiovisual como uma produtora ágil e criativa, que prim A Olhar Imaginário produz cinema, TV, publicidade e teatro.

Têm 8 longas-metragens produzidos e atualmente desenvolve projetos de séries para televisão. O Núcleo de Teatro, sob a direção da atriz Débora Duboc, têm 4 peças montadas e vem produzindo comédias populares, que não abrem mão da pesquisa de linguagem.

20/10/2017

Lilith é uma das "ajudantes" do Coisa Ruim. Adivinha se ela não vai causar muito aqui na terra? 🔥 19 de outubro nos cinemas

06/09/2017

A COMÉDIA DIVINA é uma sátira sobre a sociedade contemporânea teleguiada pela mídia. Livremente baseado no conto “A Igreja do Diabo” de Machado de Assis.

NOS CINEMAS EM 19 DE OUTUBRO

A COMÉDIA DIVINA é uma sátira irônica e divertida sobre a sociedade de consumo teleguiada pela mídia. Livremente baseado...
06/09/2017

A COMÉDIA DIVINA é uma sátira irônica e divertida sobre a sociedade de consumo teleguiada pela mídia. Livremente baseado no famoso conto “A Igreja do Diabo” de Machado de Assis.

NOS CINEMAS EM 19 DE OUTUBRO

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Direção: Toni Venturi
Roteiro: José Roberto Torero, Caroline Fioratti, Marcus Pimenta, Toni Venturi
Produção Executiva: Rui Pires, André Montenegro
Fotografia: Carlos Zalasik
Direção de Arte: Ana Rita Bueno
Montagem: Ricardo Farias, Victor Alves Lopes
Efeitos Especiais: Marcelo Siqueira, Marco Prado
Som: Romeu Quinto, Beto Ferraz, Armando Torres Jr.
Musica: Cacá Machado, Marcio Nigro
Produzido por Toni Venturi, Rui Pires, André Montenegro
Coprodução: Imagem Filmes, Globo Filmes

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ELENCO

Murilo Rosa | Diabo
Monica Iozzi | Raquel
Dalton Vigh | Mateus
Juliana Alves | Lilith
Thiago Mendonça | Lucas
Zezé Motta | Deus
Thogun Teixeira | Santana
Débora Duboc | Ester

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SINOPSE

O Diabo, preocupado com seu baixo market share, vem a terra fundar sua própria igreja onde tudo o que é proibido passa a ser permitido. Os pecados passam a ser vistos como virtudes. Usando a televisão para propagar a chegada da nova religião, O Coisa Ruim instala a desordem e o mundo vira um caos de delícias e confusões. O mundo está perdido? A humanidade vai entregar-se definitivamente às tentações do Capeta?

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NOTA

Uma sátira sobre o proselitismo religioso televisivo, que é despejado todos os dias nos lares das pessoas, numa sociedade siderada pela mídia (eletrônica e digital). O eterno embate entre Deus x Diabo, numa fábula moral sobre as contradições da natureza humana, que é o coração do conto Machadiano. Foi um desafio trabalhar com um gênero nunca antes experimentado e aprendi que fazer uma comédia é algo muito sério.

- Toni Venturi

ESTAMOS JUNTOS (2011)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=DtnR8nSNhcUDireção – Toni VenturiElenco – Leandra Leal, Na...
06/09/2017

ESTAMOS JUNTOS (2011)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=DtnR8nSNhcU

Direção – Toni Venturi
Elenco – Leandra Leal, Nazareno Casero, Cauã Reymond, Lee Taylor, Dira Paes, Débora Duboc, Sidney Santiago
Roteiro – Hilton Lacerda, Toni Venturi
Fotografia – Lula Carvalho
Arte – Renata Pereira
Programação Visual – Rudi Bohm
Som – Gaspar Shauer, Pedro Noisyman, Armando Torres Jr.
Musica – BiD
Montagem – Marcio Hashimoto
Produção Executiva – Rui Pires, André Montenegro
Produção – Olhar Imaginário / Aurora Filmes
Coprodução – Americine (Argentina)
Distribuição – Imagem Filmes
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ESTAMOS JUNTOS é uma viagem inebriante para dentro da aparência das coisas. Um passeio pelo universo do acaso, que reinventa e desdobra as possibilidades da vida. Para Carmem o mundo começa a se conformar segundo suas diretrizes: uma vida livre da cidade provinciana de onde veio. Vida que se protege do mundo exterior a partir de uma relação intimista com um amigo invisível. Um mundo de distanciamento afetivo onde amar deve ocupar um segundo espaço, ainda em construção.

De repente a vida bate a porta como destino. E mesmo com a recusa em abri-la, a invasão se torna inevitável. Carmem tem que lidar com os Sem-Teto da metrópole paulista e se reinventar à sombra do medo. O filme sugere a vida como uma gramática que se constrói a partir de lances ao acaso, e que temos que estar atentos para que esses lances não atropelem as esperanças.
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“Fazer um filme sobre a cidade que se ama é uma declaração de amor aos outros, àqueles que gostaríamos que desfrutassem de virtudes e até defeitos daquilo que amamos… No caso de Estamos Juntos, São Paulo é o objeto desse amor, um amor agitado que atravessa a geografia da cidade e suas classes sociais, com uma vontade de amar sempre conturbada pelo pânico… Essa atração não elimina minha compreensão das dificuldades e das dores, gerando o amor que sinto novamente, agora diante de um filme que, até no título, faz uma bela e justa síntese poética de sua natureza – Estamos Juntos.”

– Carlos Diegues (06/06/2011)
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Prêmios

Melhor Filme / Critica / Direção / Roteiro / Atriz / Fotografia / Montagem
15° Cine-PE, Recife, 2011

Melhor Filme / Direção / Roteiro / Atriz / Som
18° Festival de Cinema de Cuiabá, 2011

Melhor Ator / Atriz / Ator Coadjuvante / Atriz Coadjuvante
21° Festival de Natal, 2011

Melhor Som
5° Festival Rainbow, Ceará, 2011;

Melhor Atriz / Ator Coadjuvante
8° SESI/FIESP – Festival de Cinema de Cinema Paulista, 2012;

Melhor Atriz / Ator Coadjuvante
6° BRAFFT – Festival de Cinema Brasileiro de Toronto, Canadá, 2012;

VOCACIONAL – Uma aventura humana (2010)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=gO-y-kwYhfEDireção – Toni VenturiLançame...
06/09/2017

VOCACIONAL – Uma aventura humana (2010)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=gO-y-kwYhfE

Direção – Toni Venturi
Lançamento – 2013
Roteiro – Silvia Lohn, Toni Venturi, Vitor Alves Lopes
Fotografia – Flavio Murilo, Júlio Garcia
Musica – BiD, Mauricio Nacif, Fabio Caramuru, Josafá Veloso
Montagem – Vitor Alves Lopes
Produção Executiva – Sérgio Kieling
Produção – Olhar Imaginário / Mamute Filmes
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Em VOCACIONAL – UMA AVENTURA HUMANA, o cineasta Toni Venturi revisita a história dos colégios Vocacionais do estado de São Paulo que na década de 60 foram reprimidos pela ditadura militar. Concebidos por Maria Nilde Mascellani, uma das mais importantes pedagogas contemporâneas, tinham uma proposta à frente do seu tempo: fazer o aluno pensar, trabalhar em grupo e desenvolver a sensibilidade artística e habilidades técnicas.

Partindo do olhar pessoal do diretor, que participou desta experiência escolar, através do depoimento de vários ex-alunos e professores, o filme permite uma reflexão sobre os descaminhos a que o regime autoritário conduziu a educação no país. Ao olhar criticamente para o passado, a obra contribui para a compreensão da precariedade do ensino público atual e seus desafios para o futuro.
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“Ensino público e gratuito sem distinção de classes, educação participativa voltada para formar cidadãos conscientes, disciplinas aplicadas à realidade social, às artes, à vida prática e ao trabalho comunitário… Pode ser uma utopia para o Brasil de hoje, mas já aconteceu no passado… São muitas e apaixonantes as histórias que emergem das falas e dos materiais de arquivo do colégio, incluindo-se aí um raro e mitológico curta realizado pelos alunos, Aloysio Raulino entre eles, fotografado por Jorge Bodanzky e supervisionado por Maurice Capovilla e Rudá de Andrade… Venturi com seu engajamento pessoal tem a medida certa, e a emoção não turva nem sabota uma narrativa extremamente coesa. Para a educação brasileira atual, é um filme radicalmente inspirador.”

– Carlos Alberto Mattos (Blog …rastros de carmattos, 07/04/2011)

RITA CADILLAC – A Lady do Povo (2010)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=Jq_K8j_PbKMDireção – Toni VenturiLançament...
06/09/2017

RITA CADILLAC – A Lady do Povo (2010)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=Jq_K8j_PbKM

Direção – Toni Venturi
Lançamento – Abril 2010
Roteiro – Daniel Chaia, Toni Venturi
Pesquisa – Bel Rocha
Fotografia – Jay Yamash*ta
Som – Samuel Braga, André Tadeu, Rodrigo Ferrante
Musica – Gustavo Kurlat, Ruben Feffer
Montagem – Rodrigo Menecucci
Programação Visual – Rudi Bohn, David Shima
Produção Executiva – Sérgio Kieling
Produção – Olhar Imaginário
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RITA CADILLAC revela os momentos mais importantes da vida e carreira da vedete através de depoimentos e imagens inéditas, resgatando um rico material de arquivo, desde os anos 80 como dançarina em “O Cassino do Chacrinha” até os filmes pornográficos atuais. O documentário contrapõe o lado midiático do símbolo sexual brasileiro com o lado caseiro e cotidiano, numa reflexão sobre a linha que separa a celebridade da mulher real e humana.

A mulher comum e afetuosa está a quilômetros de distância da inacessibilidade e frieza de outras estrelas. Rita é uma diva legitimamente popular e madrinha dos presidiários do Carandiru com quem conviveu por mais de vinte anos. Com as avantajadas medidas de seu bu**um, de acordo com o gosto nacional, Rita Cadillac ainda povoa a imaginação dos brasileiros e continua a desafiar as convenções sociais com sua ousadia.
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“ (…) uma vida como de Rita Cadillac/Rita de Cássia teria tudo para se prestar ao folclórico; ou tudo para ser pasteurizada pelo medo da incorreção. A virtude é manter-se nesse fio de navalha entre duas tendências opostas, posição incômoda adotada em benefício do espectador. Afinal, uma das recompensas de quem vê um documentário é a descoberta de um personagem em sua complexidade.”

– Luiz Fernando Zanin Oricchio (Caderno 2, 16/4/2010)

DIA DE FESTA (2006)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=rPOazTzS24sDireção – Toni Venturi, Pablo GiorgieffLançamento...
06/09/2017

DIA DE FESTA (2006)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=rPOazTzS24s

Direção – Toni Venturi, Pablo Giorgieff
Lançamento – Abril 2006
Roteiro – Miguel Georgieff, Nicolas Bonnenfant, Pablo Georgieff, Samantha Longoni
Fotografia – Philippe Lafaix, Flávio Murilo, Toni Venturi
Som – Aritanã Dantas, Armando Torres Jr.
Montagem – Rodrigo Menecucci
Produção Executiva – Dominique Le Pivert, Kátia Machado, Samantha Longoni
Produção – Olhar Imaginário
Co-Produção (França) – Neurotika, Pássaro Films, Cityzen Télévision, Gr***de Productions
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DIA DE FESTA narra a história recorrente das mulheres de baixa renda que vivem num país marcado pela diferença social. Todas tiveram uma infância difícil, de trabalho pesado no campo, até fome passaram. Casaram cedo, tiveram filhos, foram abandonadas pelos seus maridos e migraram para a cidade grande, a procura de uma vida melhor. Mulheres fortes e de fibra, que encontraram num movimento de massa sua razão de viver. Líderes do MSTC – Movimento do Sem Teto do Centro de São Paulo –, organizam a luta pela moradia para as famílias carentes.

Um filme emocionante que acompanha os dias que antecederam e sucederam as 7 ocupações simultâneas de prédios abandonados ocorridas em outubro de 2004. Cenas da cidade de São Paulo em guerra, ocupada pela polícia e vistas através do olhar humano e sensível destas amazonas contemporâneas.
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“Dia de Festa faz a cartografia. Um mapa de uma Sampa invisível (…) que espreita o humano por trás da dimensão políticas das ocupações empreendidas pelo movimento dos Sem-Teto…”

– Rodrigo Fonseca (O Globo, 28/4/2006)
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Prêmios

Menção Honrosa ABD
11º É Tudo Verdade – Festival Internacional de Documentários, SP/RJ, 2006

Melhor Filme e Produção da Região SE
2º Festival Tudo Sobre Mulheres, 2006

Prêmio Especial do Júri
33° Jornada da Bahia, 2006

Melhor Som
2º FestCine Goiânia, 2006

CABRA-CEGA (2003)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=jxROjeOvGqoDireção – Toni VenturiLançamento – Abril 2005Elenco...
06/09/2017

CABRA-CEGA (2003)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=jxROjeOvGqo

Direção – Toni Venturi
Lançamento – Abril 2005
Elenco – Leonardo Medeiros, Débora Duboc, Michel Bercovitch, Jonas Bloch
Roteiro – Di Moretti
Fotografia – Adrian Cooper
Arte – Chico Andrade
Som – João Godoy, Beto Ferraz, Armando Torres Jr.
Musica – Fernanda Porto
Montagem – Willem Dias
Produção Executiva – Sérgio Kieling
Produção – Olhar Imaginário
Distribuição – Europa Filmes
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CABRA-CEGA narra no primeiro plano uma situação limite entre jovens guerrilheiros que querem mudar o mundo. Uma história de amor entre Tiago (Leonardo Medeiros), ex-líder estudantil que optou pela luta armada, e Rosa (Débora Duboc), enfermeira e filha de operário comunista do interior de São Paulo. Em seu subtexto, o filme revela um país que viveu uma época de exceção, um período de censura, imposições e provações. Um mergulho subjetivo numa época ainda pouco conhecida pela grande maioria da sociedade.
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“Cabra-Cega, também muito premiado no 37° Festival de Brasília, emprega dramaturgia vibrante, de bom diálogo com o público, ao abordar uma época em transe, os anos de chumbo da ditadura militar. O longa metragem de Toni Venturi é o primeiro a retratar, com dignidade, a época da guerrilha urbana no país. Tratar com honestidade tema tão controverso do ponto de vista da interpretação histórica não é o menor mérito desse filme eletrizante e com boas possibilidades de êxito em seu lançamento comercial.”

– Luiz Zanin Oricchio (Caderno 2, 19/11/2004)
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Prêmios

Melhor Direção / Arte / Ator / Roteiro
Melhor Filme – Júri Popular
Prêmio Marco Antônio Guimarães
37° Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2004

Melhor Filme – Júri popular
2° Festival de Cinema de Campo Grande, 2005

Melhor Filme / Direção / Música / Ator
12° Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá, 2005

Melhor Ator / Atriz / Música / Arte / Júri
2° FestCineBelém, 2005

Melhor Filme / Ator / Música / Montagem / Fotografia
2° Festival de Maringá, 2005

Menção Honrosa
11° Festival Internacional de Kerala, Índia 2005

Melhor Direção / Atriz / Ator Coadjuvante / Arte
2° Prêmio FIESP/SESI Cinema Paulista, 2006

Melhor Filme Latino
3° Syracuse International Film Festival, 2006

LATITUDE ZERO (2001)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=dR74NMlt_4YDireção – Toni VenturiLançamento – Abril 2002Ele...
06/09/2017

LATITUDE ZERO (2001)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=dR74NMlt_4Y

Direção – Toni Venturi
Lançamento – Abril 2002
Elenco – Débora Duboc, Claudio Jaborandy
Roteiro – Di Moretti
Diretor Assistente – Amilcar Claro
Fotografia – Jacob Solitrenick
Arte – Andréa Velloso
Som – Miguel Angelo, Eduardo Mendes, Saint Clair
Musica – Livio Tragtenberg
Montagem – Idê Lacreta
Produção Executiva – Daniel Santiago, Lilian Sola Santiago
Produção – Olhar Imaginário
Distribuição – Riofilme
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Latitude Zero um drama denso com somente dois personagens que vivem uma situação limite, cercados pela solidão dos amplos horizontes do Planalto Central. O filme foi rodado em um garimpo abandonado em Poconé (MT), em 1999.

Lena (Débora Duboc), grávida de 8 meses, é a única dona de um bar à beira de estrada. Vilela (Cláudio Jaborandy), o forasteiro e ex-policial, é procurado por um crime cometido em São Paulo. O terceiro personagem é a locação, onde o homem rasgou a terra atrás de sua desmedida ambição.
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“Um mergulho nas entranhas femininas cujo estado de ebulição é indicado pelas imagens do sol, das queimadas, da terra vermelha e das explosões da própria personagem – Lena. O percurso de uma mulher bestializada à sua humanização”.

Os mitos fundadores brasileiros são aqui representados pela ausência: as riquezas da terra e o povo multirracial que as explorou evaporaram, deixando apenas um enorme buraco no chão."

– Lúcia Nagib
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Prêmios

Melhor Roteiro
33º Festival de Brasília do Cinema Brasileiro, 2000

Panorama / Seleção Oficial
51º Festival de Berlim, 2001

Melhor Ator
5º Festival de Stª. Maria da Feira, Portugal, 2001

Melhor Direção / Atriz / Som Direto
5º Festival de Cinema Brasileiro de Miami, 2001

Melhor Direção / Ator / Roteiro / Arte
11º Cine Ceará, 2001
Contemporary World Cinema

26º Festival Internacional de Toronto, 2001
Melhor Direção / Arte

9º Festival de Cinema de Cuiabá, Mato Grosso, 2001
Melhor Atriz / Ator
31º Festival Internacional de Kiev, 2001

Prêmio Júri da Juventude
4º Festival de Cinema de Famalicão, Portugal 2002

O VELHO – A História de Luiz Carlos Prestes (1997)TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=CzVU6yVcwNUDireção – Toni Ven...
06/09/2017

O VELHO – A História de Luiz Carlos Prestes (1997)

TRAILER: https://www.youtube.com/watch?v=CzVU6yVcwNU

Direção – Toni Venturi
Lançamento – Abril 1997
Roteiro e Pesquisa – Di Moretti
Narração – Paulo José
Fotografia – Cleumo Segond
Som – Aritanã Dantas, Estúdio YB
Musica – Marcelo Goldman, Fernanda Porto
Produção Executiva – Flavia Cerri, Zilah Gibson
Produção – Olhar Imaginário
Distribuição – Riofilme
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O VELHO – A História de Luiz Carlos Prestes cobre a trajetória de vida do Cavaleiro da Esperança, desde o movimento tenentista, o surgimento do mito nos anos 20, até sua participação na redemocratização do país, no final dos anos 80. A abertura dos arquivos secretos de Moscou jogou luz sobre fatos da nossa história que sempre estiveram envoltos nas brumas da dúvida e do desconhecimento.

Uma teia de depoimentos de familiares, historiadores e ex-militantes dos PCB (Partido Comunista Brasileiro) mesclados com raro material de arquivo constrói um painel tridimensional e humano sobre um militante convicto de ideais hoje soterrados pelos escombros do muro de Berlim.
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“… O Velho é um abrangente painel sobre a história da esquerda brasileira. Sempre clandestinos ou foragidos, poucos registros visuais sobre os comunistas brasileiros resistiram à feroz perseguição policial. É a primeira iniciativa do gênero, um filme sobre a história não oficial do Brasil.”

– Luiz Carlos Merten (Estado de São Paulo, Agosto/1997)
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Prêmios

Melhor Filme Brasileiro
2º É Tudo Verdade - SP/RJ, 1997

Melhor Documentário
5º Festival de Cinema e Vídeo, Cuiabá, 1997

Resgate Cultural e Histórico
APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte, 1997

Endereço

Rua Chabad, 105
São Paulo, SP
01417-030

Horário de Funcionamento

Segunda-feira 09:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 19:00
Quarta-feira 09:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 19:00
Sexta-feira 09:00 - 19:00

Telefone

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