Um Trem de Cinema

Um Trem de Cinema Um Trem de Cinema é um projeto de extensão realizado por alunos, técnicos e professores do Instit

Está chegando o dia 15 de outubro,  o dia do professor, a profissão que forma todas as profissões!
08/10/2021

Está chegando o dia 15 de outubro, o dia do professor, a profissão que forma todas as profissões!

CORRA E INSCREVA-SE! AULÕES DE EDUCOMUNICAÇÃO ofertados pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo    https:/...
05/10/2021

CORRA E INSCREVA-SE! AULÕES DE EDUCOMUNICAÇÃO ofertados pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo
https://educacao.sme.prefeitura.sp.gov.br/educomunicacao/educomunicacao-auloes/

05 de outubro
Dia Internacional das Meninas
Celebração promovida pela Inspiring Girls Brasil para discutir carreiras, meninas nas tecnologia, histórias inspiradoras

06 de outubro
Jogo da Mobilização – Construção de projetos de intervenção social - 10h às 11h
Apreciando Curtas – planos, iluminação e ângulos de filmagem - 15h às 16h30
Imprensa Jovem: Oficina de criação de Agência Notícias na Escola - 19h00 às 20h30

07 de outubro
Criação de vídeos sem edição – Uma ideia na cabeça e uma câmera na mão - 09h às 11h
Criação de Roteiro de séries e filmes para Youtube - 10h30 às 12h00
Comunicação Não-Venta (CNV) – Ideias para o convívio escolar - 12h às 13h
Quer criar games com o Scratch? - 15h30 às 17h00
Criando máquina fotográfica – Descoberta e brincadeiras do olhar - 19h às 20h30
Gosto musical do estudante: ideias para mediação do conhecimento - 19h15 às 20h30
Cineclube com estudantes – Reflexões sobre cineclube e o envolvimento de estudantes na curadoria - 19h30 às 21h

08 de outubro
Passo a passo para identificar Fake news - 17h às 18h30
Animaker – Criação desenho animado on line - 15h às 16h30
Criar Animação Stop Motion com celular - 16h às 18h
Criação de curta em formato Filme-minuto - 10h às 12h

NOSSO TOP 5 DO YOUTUBE!!!!CORRE PARA ASSISTIR 😃😂♥️
28/09/2021

NOSSO TOP 5 DO YOUTUBE!!!!

CORRE PARA ASSISTIR 😃😂♥️

Está chegando!!!Dia Internacional da Música é comemorado anualmente em 1º de outubro.A escolha dessa data para a comemor...
28/09/2021

Está chegando!!!

Dia Internacional da Música é comemorado anualmente em 1º de outubro.

A escolha dessa data para a comemoração partiu de uma iniciativa da UNESCO, em 1975,

26/08/2021

Princípios de Administração com o filme "À Procura da Felicidade"É bem provável que você tenha se emocionado com o filme "A procura da felicidade" mas temos ...

"Audiovisualidades críticas: Discursos sobre o cinema no YouTube Brasil". Escrito por Wanderley de Mattos Teixeira Neto ...
17/04/2021

"Audiovisualidades críticas: Discursos sobre o cinema no YouTube Brasil". Escrito por Wanderley de Mattos Teixeira Neto e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

Dois formatos estão presentes no You Tube para a análise crítica de produções: as reviews - resenhas culturais dos veículos de massa que leva a um guia de lançamentos do circuito comercial tendo no Brasil a tradição adaptada de Isabela Boscov (https://www.veja.abril.com.br/blog/isabela-boscov/),; e, os video-ensaios - prática hibridizadora da crítica de cinema, com a linguagem de novos termos do Entre Planos (https://www.youtube.com/channel/UCZq_CYXRoRjKqidapMPujaQ).
Esta gama de opções merece ser estudada e refletida!

O Espectador no cinema indígena: entre a mediação e o antagonismo. Escrito por Fabio Geovanni Gomes Teixeira Costa Menez...
16/04/2021

O Espectador no cinema indígena: entre a mediação e o antagonismo. Escrito por Fabio Geovanni Gomes Teixeira Costa Menezes e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

Os primeiros registros das narrativas dos povos indígenas deu início na década de 1980 pelo indigenista e documentarista franco-brasileiro Vincent Carelli, onde nasceu a ONG Vídeo nas Aldeias ( VNA ), que é pioneiro na produção e formação audiovisual indígena, na cidade de Olinda , Pernambuco.
O artigo parte "de uma breve comparação entre três filmes - O Espírito da TV (1990), Das Crianças Ikpeng Para o Mundo (2001) e Ujirei: Re-ramagem (2016) - realizados por cineastas indígenas e não indígenas no âmbito do projeto Vídeo nas Aldeias, entre os anos 1990 e 2010" e propõe "uma reflexão sobre certos modos que esse cinema indígena tem encontrado para imaginar e/ou dirigir-se a um espectador externo: aquele que não imediatamente pertence à comunidade ou etnia (a “nação”) na qual o filme se origina."

O Espírito da TV (1990)
"O Espírito da TV, como outros filmes desta primeira fase, tem uma chave estética televisiva, próxima da reportagem: Caixeta diria que eles remetem sobretudo à “nossa” forma de fazer, “nosso” jeito (não indígena) de usar a linguagem audiovisual."
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Das Crianças Ikpeng Para o Mundo (2001)
"As crianças do povo Ikpeng, no Xingu, fazem uma vídeo-carta: mostram sua aldeia, suas famílias, suas brincadeiras, seu cotidiano, suas festas. Falam diretamente para a câmera operada pelos realizadores Natuyu, Kumaré e Karané: “nós estamos mostrando como vive-os, queremos saber como vocês vivem também”. O filme Ikpeng busca mediar a diferença e elaborar um lugar de fala para realizador e sujeito filmado."
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Ujirei:Re-ramagem-cinema, máquina cosmopolítica (2016)
"Em Ujirei, o realizador Sobode também encara a câmera, dirige-se diretamente ao espectador. O registro não contextualiza nem explica; ao contrário, evidencia a distância, o abismo entre o teatro de boas intenções dos “codjone” e os Ayoreo que enfrentam a miséria, o assédio, a destruição de seu modo de vida. Aqui, não se trata mais de “falar de nós para vocês”. Ao contrário: “falar de vocês para vocês”. Ujirei parece assumir uma postura antagonista que elabora um lugar de escuta para o espectador."

Que negro é esse no cinema brasileiro?. Escrito por Natasha Roberta dos Santos Rodrigues e apresentado no XXIII ENCONTRO...
15/04/2021

Que negro é esse no cinema brasileiro?. Escrito por Natasha Roberta dos Santos Rodrigues e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

No artigo: “Que negro é esse no cinema brasileiro?” escrito por Natasha Roberta dos Santos Rodrigues, relata-se o peso que a história tem sobre a arte desta luta constante e sem fim que engloba tanto a marginalização dos personagens negros quanto a escassez de representação.

Além disso, o artigo expressa com intensidade e transparência da discriminação intercalando a ficção e a realidade, a indignação de que o negro precisa estar presente não somente nas representações mais também dirigir e construir uma história de destaque.

O espaço alegórico em filmes brasileiros do momento tropicalista. Escrito por Adriano Del Duca e apresentado no XXIII EN...
14/04/2021

O espaço alegórico em filmes brasileiros do momento tropicalista. Escrito por Adriano Del Duca e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

Neste artigo o autor na sua concepção faz análise de quatro filmes produzidos no período de 1967-1972 em um período de ditadura militar, em um momento marcado pela censura em todos os níveis, principalmente a cultura, refletido pela situação real de um país assombrado pela pobreza, o jogo político e o descaso governamental, além da valorização da cultura popular da época buscando com uma visão crítica.

"No final dos anos 1960 e início dos 1970 diversos filmes brasileiros lançaram mão de recursos alegóricos para construção do seu campo narrativo. Personagens, locais, épocas construídos livremente na mas ancorados em representações da realidade social e política do país."

"De forma exploratória e algo provisória, nos interessa refletir sobre a construção das espacialidades destas alegorias, pensando a representação desses ‘Brasis’ alegóricos do cinema brasileiro impactados por ecos da experiência tropicalista. Há aqui um diálogo com o livro Alegoria dos subdesenvolvimentos: cinema novo, tropicalismo e cinema marginal, de Ismail Xavier, mais especificamente aos capítulos “Terra em Transe: alegoria e agonia” e “Brasil Ano 2000: o mal congênito da província”, a fim de pensar os filmes Pindorama (Arnaldo Jabor, 1970) e Prata Palomares (André Faria, 1971) em balizas teóricas ‘tomadas de empréstimo’ dos textos de Ismail. Assim, apontamos o ‘espaço alegórico’ como uma construção coincidente que nos permite traçar uma rota comparativa entre obras que lançam mão da alegoria no período compreendido como ‘momento tropicalista 3 (1967-1972)."

Resumo dos Filmes analisados pelo autor:

Terra em Transe (Glauber Rocha, 1967).

Os personagens têm referentes concretos na realidade sócio histórica: o intelectual de esquerda, o político conservador, o político populista, o povo amorfo, as lideranças populares; a trama e as viradas narrativas são referentes a processos reais da disputa do poder no mundo colonial latino-americano: populismo, clientelismo, revoltas populares, golpes de estado.

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Brasil Ano 2000 (Walter Lima Jr. 1969)

Entre um humor jocoso e um pessimismo sórdido quanto à representação da nação, a “alegoria do esquecimento” (XAVIER, 1992) de Brasil Ano 2000 sustenta-se na relação com o lugar Me Esqueci. O “País do Futuro”, lugar utópico e inalcançável reservado ao Brasil, é reelaborado como distopia diante da realidade lancinante de uma ditadura militar que expunha sua face violenta e autocrática no Brasil de 1969.

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Pindorama (Arnaldo Jabor, 1970).

A “alegoria de fundação” de uma nação que talvez possa ser lida em Pindorama, não aponta a resolução dos conflitos a estruturação de um meio social coeso em torno da figura da lei e da autoridade, mas sim um universo catastrófico e impotente onde a autoridade não vigora senão pela força, e a formação social do território é resultado do conflito e da violência como expressão legítima do Poder.

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Prata Palomares (André Faria, 1971)

O recurso à alegoria de uma revolução derrotada, de guerrilheiros em fuga, de uma elite parasitária e entreguista, bem como à tresloucada atuação da esquerda, aliando se à tradição messiânica e religiosa, só podem sustentar-se narrativamente na medida em que se relacionam com um espaço que embora fictício, oferece pontos de contato com a alguma realidade sócio-histórica, onde através do referencial linguístico, constroem-se sentidos políticos que evidenciam uma consciência da crise que se vivia naquele momento. A postura do cineasta na organização da narrativa, desarticulando as estruturas temporais, espaciais, e a clareza dos personagens, indica a tentativa de estilhaçar a legibilidade do filme e estabelecer um olhar sociológico crítico à construção do território, da formação do Estado e a forma da dominação política no Brasil.

A [Cinemateca], a escola e a universidade como espaços de preservação do cinema - diferentes experiências entre Brasil e...
13/04/2021

A [Cinemateca], a escola e a universidade como espaços de preservação do cinema - diferentes experiências entre Brasil e México. Escrito por Adriana Fresquet e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

O artigo “A Cinemateca.” de Adriana Fresquet aborda o cinema na escola não apenas como ato pedagógico, mas legitima seu lugar como ato criativo contando como foi o crescimento audiovisual no Brasil, o que leva a questão de como está a preservação Audiovisual em uma comparação a outros países, em especial o México. A autora procurou citar em seu artigo algumas obras sociais e projetos que encontrou nos países que auxiliaram não só para a educação das pessoas, mas também como um primeiro contato de algumas com o cinema. Um projeto muito interessante citado aconteceu no México onde a cinemateca sede o seu espaço para aulas de cinema na Universidade, nos finais de semana proporciona exibições e pelas manhãs para as crianças e não apenas exibições de filmes nacionais, mas também internacionais mostrando-as amplas possibilidades.

Entretanto, percebemos ao longo do artigo que ambos os países sofrem com o desenvolvimento dos projetos pois não possuem grande suporte político pública e nem recursos financeiros para melhor desenvoltura, tornando os recursos audiovisuais de difícil acesso a comunidades carentes. A falta de investimento financeiro e de suporte a projetos voltados para esse tema nos gera a impressão de que poucos entendem a importância do desenvolvimento da cultura e preservação do cinema no Brasil e também em outros países como comentado no artigo. Contudo, continuamos lutando para que todas as pessoas possam ter acesso aos recursos audiovisuais seja em cinemas, escolas, projetos sociais e até em plataformas online para que seja reconhecido a importância do cinema nacional e internacional no desenvolvimento humano e assim as produções audiovisuais sejam apreciadas pela população preservando o cinema.

"Exibir cinema brasileiro na universidade: uma devolução?". Escrito por Cíntia Langie e apresentado no XXIII ENCONTRO SO...
12/04/2021

"Exibir cinema brasileiro na universidade: uma devolução?". Escrito por Cíntia Langie e apresentado no XXIII ENCONTRO SOCINE em outubro de 2019.
LINK PARA O ARTIGO ORIGINAL:
https://www.socine.org/wp-content/uploads/anais/AnaisDeTextosCompletos2019(XXIII).pdf

Quando uma escola ou universidade é aberta para a exibição de obras cinematográficas para a comunidade, fortalece laços de cidadania e representatividade. O papel do ensino vai além da sala de aula e concretiza-se como meio de transformação social e cultural. As constatações de exclusão e dificuldade de acesso ao cinema estão presentes nas comunidades mais pobres. Quando dizemos “Uma devolução”, é com o intuito de devolver ao público aspectos da sociedade que normalmente não estão na mídia de massa. O que está sendo exibido à população constitui em um bem comum, “elas voltam a nós porque sempre nos concernem, porque fazem parte do nosso patrimônio comum” e é nosso direito saber.

"Muitos filmes brasileiros acabam passando só nesses espaços, ou é nesses locais que podem ser vistos de outro modo, com maior valorização, em mostras especiais e podendo ficar mais tempo em cartaz. Além disso, há todo um material gráfico produzido sobre ele, com fotos, informações, premiações. E também há ainda a questão de haver debate, que valoriza a obra, e as pequenas práticas dos atuantes nestes cinemas: receber o público, conversar com os espectadores."

"Por tudo isso, é que há ali um quê de generosidade da devolução: pelo acesso aos bens culturais, ao cinema produzido no país, e mais que isso: pela experiência sui generis que pode ocorrer nesses espaços. Assim, finalizamos com a proposta de que tais iniciativas de exibição em universidades públicas possam atuar como um sopro de desvio de uma realidade já endurecida no campo da exibição audiovisual, um terreno quente para permitir encontros sensíveis entre o filme brasileiro e seu público."

Qual o objetivo de devolver essa exibição de cinema ao público? Bom, o mesmo objetivo que todas as universidades tem: FAZER PENSAR. Quem assiste expande o universo de referências, dá espaço para aquilo que nem sempre está circulando nas janelas tradicionais; é ousar, fazer a diferença e abrir brechas para aquilo que pode provocar até grandes mudanças na sociedade. “Exibir cinema na universidade: uma Devolução”, trata-se de dar sem reter, sem interesse, sem visar ao lucro ou à recompensa. Isso é o que chamamos de abrir os horizontes. Recolher dos recantos deste país as histórias e paisagens, para compartilhar com o público o que nos constitui e exibir isso nas universidades em sessões periódicas ao público. Isso gera liberdade, criatividade e curiosidade nas comunidades. Trata-se de um gesto político da devolução, na defesa de uma relação cada vez mais sólida entre o cinema brasileiro e seu público.

Endereço

RodoVia MGT 262, S/n Bairro Sobradinho
Sabará, MG
34590-390

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Segunda-feira 09:00 - 12:00
16:00 - 19:00
Terça-feira 09:00 - 12:00
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16:00 - 19:00
Quinta-feira 09:00 - 12:00
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