SMVC - Santa Maria Vídeo e Cinema

SMVC - Santa Maria Vídeo e Cinema Festival de Cinema de Santa Maria Mostras Não Competitivas de curtas, médias e longas-metragens. Homenagens Nacional e Local.

Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC

Mostras competitivas com exibições e debates de curtas-metragens, mini-metragens na web e videoclipes. Encontros cineclubistas, oficinas e palestras.

28/04/2026

UFSM avança na criação de graduação em Cinema e pode ter primeira turma em 2027

11/04/2026

No 21⁰ Festival Literário Internacional de Poços de Caldas- Flipoços

🎬✨ Sessão de Cinema Acessível – “Cinema para Todos”

Uma experiência inclusiva com Audiodescrição (AD), LIBRAS e Legendas Descritivas (LSE) 💬

📅 Data: 1 de maio de 2026
📍 Local: Praça do Busto do Dr. Pedro Sanches (ao lado do Palace Hotel)
⏰ Hora: 19:00

Serão exibidos quatro curtas-metragens do cineasta brasileiro Luiz Alberto Cassol:
🎥 “Esclerosada Não é a Vó”
🎥 “Grito”
🎥 “KEPHAS É PEDRA”
🎥 “HOJE É TEU!”

Todas as obras incluem recursos de acessibilidade, reforçando o compromisso com a inclusão cultural e o acesso universal à arte 🤝

💡 Mais do que uma sessão de cinema, este é um convite à reflexão sobre diversidade, inclusão e acessibilidade no cinema.

🗣️ Após a exibição, haverá uma conversa aberta com o realizador Luiz Alberto Cassol.

👉 Participa e vem viver o cinema para todos!

Feira Do Livro Flipoços
Luiz Alberto Cassol
Patrícia Spindler

17/02/2026
03/11/2025
03/11/2025

Carta de Santa Maria
Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC
01 de novembro de 2025

Deputados e deputadas, o futuro do audiovisual brasileiro está em suas mãos.

O relatório apresentado pelo deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), referente à regulação das plataformas de streaming, representa uma grave ameaça à soberania cultural do Brasil. O texto substitutivo ao PL 8889/17, publicado em 27 de outubro, contém distorções técnicas e conceituais que fragilizam todo o ecossistema do audiovisual nacional independente. Votar esse projeto sem escutar e dialogar com produtores, produtoras, realizadores e realizadores de todas as regiões do país é ignorar quem efetivamente constrói o cinema brasileiro todos os dias.

Há mais de uma década, as plataformas de streaming operam livremente no país, acumulando lucros bilionários sem se comprometer com o desenvolvimento do nosso mercado interno.

Agora, quando finalmente temos a oportunidade de estabelecer regras justas e equilibradas, o Congresso não pode se curvar a interesses estrangeiros.

Aprovar o relatório do Dr. Luizinho é selar um retrocesso histórico, é enfraquecer o Estado brasileiro e renunciar à nossa capacidade de proteger e fomentar a produção nacional.

Temos que ser diretos. O substitutivo apresentado desmantela a política pública audiovisual. Reduz a Condecine Streaming dos 6% antes previstos para meros 4% e, de forma ainda mais grave, entrega 70% desses recursos ao controle das próprias plataformas, por meio de dedução fiscal para seus investimentos diretos – ou seja o Estado abre mão de recursos públicos para grandes corporações produzirem conteúdos próprios de propriedade intelectual estrangeira, alocando esses recursos em grandes empresas do eixo Rio-São
Paulo e evitando sua distribuição a realizadores das diversas regiões do Brasil por meio do FSA.

O resultado é devastador: o Fundo Setorial do Audiovisual, principal instrumento de investimento do setor, ficaria com apenas 30% do montante. Trata-se de um golpe direto contra o cinema independente, a economia do setor audiovisual de Norte a Sul e contra a cultura brasileira.

Deputados e deputadas, o que está em jogo vai muito além de números. São milhares de empregos, a circulação e a diversidade das nossas histórias, a propriedade intelectual do que produzimos e a presença do Brasil nas telas do mundo. O projeto relatado por Dr. Luizinho destrói as bases da produção independente e afronta o princípio da soberania cultural que deve orientar qualquer nação.

Nenhum país que cede o controle de sua narrativa às big techs estrangeiras preserva sua identidade.

Por isso, apelamos à consciência e ao compromisso de cada parlamentar com a soberania nacional. Rejeitem o parecer do deputado Dr. Luizinho em seus termos atuais. Defendam a cultura brasileira e o Fundo Setorial do Audiovisual. Garantam a cobrança de uma Condecine justa das plataformas, com o mínimo de 6%, bem como cotas de 20% de obras nacionais nos catálogos, visibilidade às produções brasileiras e a destinação majoritária dos recursos ao FSA.

A história não esquecerá daqueles e daquelas que, neste importante momento, ficarem ao lado da cultura nacional e nem daqueles e daquelas que optarem por entregar o audiovisual brasileiro ao domínio estrangeiro.

02/11/2025

Carta de Santa Maria
Festival Santa Maria Vídeo e Cinema - SMVC
01 de novembro de 2025

Deputados e deputadas, o futuro do audiovisual brasileiro está em suas mãos.

O relatório apresentado pelo deputado Dr. Luizinho (PP-RJ), referente à regulação das plataformas de streaming, representa uma grave ameaça à soberania cultural do Brasil. O texto substitutivo ao PL 8889/17, publicado em 27 de outubro, contém distorções técnicas e conceituais que fragilizam todo o ecossistema do audiovisual nacional independente. Votar esse projeto sem escutar e dialogar com produtores, produtoras, realizadores e realizadoras de todas as regiões do país é ignorar quem efetivamente constrói o cinema brasileiro todos os dias.

Há mais de uma década, as plataformas de streaming operam livremente no país, acumulando lucros bilionários sem se comprometer com o desenvolvimento do nosso mercado interno.

Agora, quando finalmente temos a oportunidade de estabelecer regras justas e equilibradas, o Congresso não pode se curvar a interesses estrangeiros.

Aprovar o relatório do Dr. Luizinho é selar um retrocesso histórico, é enfraquecer o Estado brasileiro e renunciar à nossa capacidade de proteger e fomentar a produção nacional.

Temos que ser diretos. O substitutivo apresentado desmantela a política pública audiovisual. Reduz a Condecine Streaming dos 6% antes previstos para meros 4% e, de forma ainda mais grave, entrega 70% desses recursos ao controle das próprias plataformas, por meio de dedução fiscal para seus investimentos diretos – ou seja o Estado abre mão de recursos públicos para grandes corporações produzirem conteúdos próprios de propriedade intelectual estrangeira, alocando esses recursos em grandes empresas do eixo Rio-São
Paulo e evitando sua distribuição a realizadores das diversas regiões do Brasil por meio do FSA.

O resultado é devastador: o Fundo Setorial do Audiovisual, principal instrumento de investimento do setor, ficaria com apenas 30% do montante. Trata-se de um golpe direto contra o cinema independente, a economia do setor audiovisual de Norte a Sul e contra a cultura brasileira.

Deputados e deputadas, o que está em jogo vai muito além de números. São milhares de empregos, a circulação e a diversidade das nossas histórias, a propriedade intelectual do que produzimos e a presença do Brasil nas telas do mundo. O projeto relatado por Dr. Luizinho destrói as bases da produção independente e afronta o princípio da soberania cultural que deve orientar qualquer nação.

Nenhum país que cede o controle de sua narrativa às big techs estrangeiras preserva sua identidade.

Por isso, apelamos à consciência e ao compromisso de cada parlamentar com a soberania nacional. Rejeitem o parecer do deputado Dr. Luizinho em seus termos atuais. Defendam a cultura brasileira e o Fundo Setorial do Audiovisual. Garantam a cobrança de uma Condecine justa das plataformas, com o mínimo de 6%, bem como cotas de 20% de obras nacionais nos catálogos, visibilidade às produções brasileiras e a destinação majoritária dos recursos ao FSA.

A história não esquecerá daqueles e daquelas que, neste importante momento, ficarem ao lado da cultura nacional e nem daqueles e daquelas que optarem por entregar o audiovisual brasileiro ao domínio estrangeiro.

Endereço

Santa Maria, RS

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