17/05/2026
Foi quase 1 mês na companhia desta irmandade improvável. F**a a nostalgia que costumo ter quando termino uma série de várias temporadas: como se dissesse adeus a bons amigos para sempre. Heróis que nos levaram numa montanha russa de emoções, que nos possa ajudar a ver o mundo com mais tolerância e a lidar com os desafios das nossas vidas com mais coragem. O medo estará sempre lá. A coragem é acreditar que o conseguimos enfrentar, se necessário com a ajuda dos nossos amigos.
Essa noção de união talvez seja uma das ideias mais poderosas desta Obra.
A ideia de que nenhum povo, nenhuma identidade, nenhuma força isolada é suficiente.
Num mundo contemporâneo cada vez mais polarizado, onde a diferença é frequentemente explorada como divisão, A Irmandade do Anel propõe algo radical:
A sobrevivência depende da colaboração entre aqueles que, à partida, não confiam uns nos outros.
A jornada da Irmandade é, acima de tudo, uma reflexão sobre responsabilidade num mundo em colapso. Sobre o que significa agir quando seria mais fácil não agir. Sobre carregar um peso que ninguém vê, mas que tudo altera.
Num tempo atual marcado por crises globais, incerteza e uma sensação crescente de impotência individual, essa metáfora ganha nova força:
Quantas vezes sentimos que o problema é maior do que nós, e ainda assim, sabemos que alguém tem de fazer alguma coisa?
PS: talvez tenhamos a trilogia do Hobbit ao ar livre este verão. Fiquem atentos 📽🐲